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quarta-feira, 20 de junho de 2012

[Filme] - O Veneno Está na Mesa. (Denúncia aos agrotóxicos)


Você sabia que o brasileiro é o povo que mais ingere agrotóxicos e pesticidas em todo o mundo? Isto equivale a mais de 5 quilos por cidadão por ano. Isto é o que revela o filme "O Veneno Está na Mesa", produzido por Sílvio Tendler. Realizado com o apoio da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio, da Fiocruz, o filme recupera as origens da revolução verde para apresentar a lógica insustentável do modelo agrícola que deu ao país esse título difícil de ostentar. Aqui o destaque vai para grandes multinacionais da química, que viram na agricultura o mercado perfeito para substituir o uso bélico do agente laranja, napalm e outros.

A atualidade urgente do tema é retratada a partir de um recorte de reportagens exibidas recentemente em emissoras nacionais e regionais de TV e de rádio. Do Rio Grande do Sul ao Ceará, passando pelo Mato Grosso e Espírito Santo, o que se vê é que o discurso das safras recordes ou da sustentação da balança comercial não mais dá conta de esconder seu lado nefasto. Os principais especialistas em saúde ambiental e toxicologia trazem casos e dados dos prejuízos causados
por um modelo de agricultura que não cresce sem agrotóxicos, e que hoje, em claros sinais de saturação, usa mais agrotóxicos do que cresce. Contudo, está no ar uma nova investida de marketing que diz que é esse “o Brasil que cresce forte e saudável”.

 Mas a agricultura orgânica não daria conta de alimentar a população, dizem. Se a agricultura orgânica for entendida como aquela em que se tira a química e pronto, isto é fato, conforme resume Ana Maria Primavesi, referência mundial em manejo ecológico dos solos. Porém, se o solo for vivo e alimentado para sustentar grande diversidade de organismos, este produzirá plantas saudáveis, em quantidade, ao mesmo tempo que dispensará os agrotóxicos. A conclusão de Primavesi, que também é produtora, é confirmada na prática pelo depoimento do agricultor do interior paulista que tira 15 toneladas de alimentos por ano de cada um dos 20 hectares que cultiva sem venenos e adubos químicos. Do Rio Grande do Sul vem o exemplo do produtor familiar que recriou sua própria semente de milho crioulo após ter perdido as variedades tradicionais que cultivava, substituídas pelas híbridas.

Esse caminho cada vez mais confirma sua viabilidade. Faltam agora as políticas certas que farão crescer a agricultura que vai tirar o veneno da mesa.

Veja o filme na íntegra abaixo:

Abaixo você pode assistir uma reportagem da Telesur Notícias sobre o filme:

Já assisti uma boa parte deste filme e recomendo muitíssimo. O estado em que se encontra a desinformação a respeito da agricultura e indústria de alimentos no Brasil é pior do que jamais eu teria imaginado. O descaso pela saúde da população é repugnante, onde os interesses comerciais das multinacionais, que usam o seu fortíssimo lobby para evitarem ser reguladas, é mais importante do que os efeitos nocivos destes elementos químicos na saúde dos habitantes de nosso país. Gostei muito do Adonai, o agricultor do interior gaúcho que luta para preservar a agricultura sem transgênicos. O filme diz  "Tudo que lhe apresentam como verdade, Adonai questiona". Esta qualidade de Adonai, que resume a atitude anti-nom, é o que mais precisamos nos dias de hoje, onde as pessoas engolem qualquer informação que seja passada por alguém em posição de autoridade.

Fonte:

sábado, 2 de junho de 2012

Pesquisadores Fantasmas: Como A Indústria Farmacêutica Nos Empurra Seus Venenos


O artigo traduzido abaixo, publicado no jornal australiano “The Age”, nos mostra uma das formas utilizadas pela indústria farmacêutica para impor seus medicamentos venenosos e desacreditar suplementos nutricionais e tratamentos alternativos que poderiam salvar vidas.

Pelo menos um artigo submetido a principal revista médica na Austrália nos últimos anos foi escrito por um “escritor-fantasma”, contratado por um companhias farmacêuticas ou de equipamentos médicos, disse o seu editor.

Martin van der Weyden, editor do Jornal Médico da Austrália, pediu uma investigação financiada pelo governo sobre a influência que esta indústria tem sobre sobre os artigos acadêmicos.
No entanto, ele acredita que o problema na Austrália não é nem de perto tão ruim como nos Estados Unidos, onde ocorre um escândalo sobre a extensão dos “escritores-fantasma” nas principais revistas médicas.

Na semana passada, o deputado van der Weyden participou de uma conferência em Vancouver, onde uma surpreendente pesquisa foi apresentada que afirmava que até um em cada 10 artigos publicados em prestigiadas revistas médicas foram escritos por “escritores-fantasmas” patrocinados pela indústria farmaceutica e de equipamentos médicos.

Através de um questionário anônimo on-line respondido pelos autores de 630 artigos, os investigadores descobriram que 7,8 por cento dos autores reconheceram que contribuições substanciais para os seus artigos foram escritos por pessoas que não constam como autores.

A taxa variou de 2 por cento na revista Nature Medicine, até 10,9 por cento no New England Journal of Medicine.

Os autores disseram que o trabalhos escrito por “fantasmas” financiados pela indústria podem resultar em conclusões tendenciosas, que afetam as decisões de tratamento de médicos e atendimento aos pacientes.
Processos judiciais nos EUA descobriram “escritores-fantasmas” em estudos de pesquisas médicas do medicamento Vioxx, que foi retirado do mercado em 2004, devido a evidências ligando-o a ataques cardíacos. E documentos divulgados nos EUA reveleram que a empresa farmacêutica Wyeth havia pago a escritores fantasmas para produzir artigos médicos favoráveis à sua terapia de reposição hormonal Prempro, após um estudo concluir que a droga aumentaria o risco de câncer de mama.

A empresa contratou uma empresa de artigos médicos médica para elaborar a pesquisa, e em seguida, saiu a procura de uma autor acadêmico que apresentaria o artigo como de sua autoria. Os editores da revista PLoS Medicine, que obteve os documentos, escreveu este mês que os “escritores-fantasmas” eram o “segredinho sujo” de publicações médicas e sua presenca tornou-se “generalizada”.

Empresas farmacêuticas, de educação médica, e companhias de comunicação construíram uma vasta e lucrativa indústria de “escritores-fantasmas”, diz o trabalho. Isto resultou na manipulação sistemática e abusiva de publicações acadêmicas pela indústria farmacêutica e seus parceiros comerciais na tentativa de influenciar as decisões dos médicos sobre os tratamentos de saúdede e o público em geral.

“Em que, um leitor cínico poderia perguntar, poderia confiar como sendo verdadeiramente imparcial? A resposta é, que infelizmente, para alguns ou mesmo muitos artigos de jornal, nós não sabemos.”
Van der Weyden disse que as companhias farmacêuticas tem uma influência bem menor sobre as pesquisas na Austrália, mas disse estar alerta para sinais reveladores de sua influência nos artigos apresentados.

“Nós não temos estatísticas sobre “escritores-fantasmas”, mas estou ciente de um caso nos últimos cinco anos que foi detectado durante a apreciação do artigo”, disse ele.

Citando “sigilo autoral”, Van der Weyden se recusou a dizer quem escreveu o artigo ou quando, mas ele disse que foi em uma carta submetida ao MJA (medical Journal of Australia), e o estilo da escrita já teria dado a ver que havia sido elaborada por empresa médica de comunicação.

Fontes:

sábado, 5 de junho de 2010

Brasil é destino de agrotóxicos banidos no exterior

Campeão mundial de uso de agrotóxicos, o Brasil se tornou nos últimos anos o principal destino de produtos banidos em outros países. Nas lavouras brasileiras são usados pelo menos dez produtos proscritos na União Europeia (UE), Estados Unidos e um deles até no Paraguai. A informação é da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), com base em dados das Nações Unidas (ONU) e do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio.

Apesar de prevista na legislação, o governo não leva adiante com rapidez a reavaliação desses produtos, etapa indispensável para restringir o uso ou retirá-los do mercado. Desde que, em 2000, foi criado na Anvisa o sistema de avaliação, quatro substâncias foram banidas. Em 2008, nova lista de reavaliação foi feita, mas, por divergências no governo, pressões políticas e ações na Justiça, pouco se avançou.

Até agora, dos 14 produtos que deveriam ser submetidos à avaliação, só houve uma decisão: a cihexatina, empregada na citrocultura, será banida a partir de 2011. Até lá, seu uso é permitido só no Estado de São Paulo.

Enquanto as decisões são proteladas, o uso de agrotóxicos sob suspeita de afetar a saúde aumenta. Um exemplo é o endossulfam, associado a problemas endócrinos. Dados da Secretaria de Comércio Exterior mostram que o País importou 1,84 mil tonelada do produto em 2008. Ano passado, saltou para 2,37 mil t. "Estamos consumindo o lixo que outras nações rejeitam", resume a coordenadora do Sistema Nacional de Informação Tóxico-Farmacológicas da Fundação Oswaldo Cruz, Rosany Bochner.

O coordenador-geral de Agrotóxicos e Afins do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Luís Rangel, admite que produtos banidos em outros países e candidatos à revisão no Brasil têm aumento anormal de consumo entre produtores daqui. Para tentar contê-lo, deve ser editada uma instrução normativa fixando teto para importação de agrotóxicos sob suspeita. O limite seria criado segundo a média de consumo dos últimos anos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Fontes:
Via Blog Trangenicos Nao
Estadao: Brasil é destino de agrotóxicos banidos no exterior

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Brasil – OMS – Vacinação Irresponsável – Admirável Gado Novo

Admirável Gado Novo

Carlos Reis | 04 Abril 2010

Esqualeno, mercúrio (timerosal), formaldeído e Triton X 110: substâncias tóxicas estão presentes nas vacinas a serem aplicadas na população brasileira. Em todo o mundo, há polêmicas, pesquisas, e processos contra a indústria farmacêutica. No Brasil, nada! A classe médica, o governo e a imprensa simplesmente desconversam e se omitem.

“Diet, injections, and injunctions will combine, from a very early age, to produce the sort of character and the sort of beliefs that the authorities consider desirable, and any serious criticism of the powers that be will become psychologically impossible. Even if all are miserable, all will believe themselves happy, because the government will tell them that they are so”.
Bertrand Russell, The Impact of Science on Society p50, 1953

(“Dietas, injeções, e injunções se combinarão, desde a mais tenra idade, para produzir o tipo de caráter e o tipo de crença que as autoridades consideram desejáveis, e qualquer crítica séria a esses poderes tornar-se-á psicologicamente impossível. Mesmo se todos forem miseráveis, todos se acreditarão felizes porque os governos assim lhes dizem que são”.
Bertrand Russel, O Impacto da Ciência Sobre a Sociedade, pg 50, 1953)

A questão da vacinação contra o vírus A H1N1 é controversa no mundo todo. Pelo menos para aqueles que têm o mínimo de informação. Mas aqui no Brasil o assunto não existe, a questão é vazia, o silêncio unânime. Ou quase. São poucas as ovelhas que berram e muitos os lobos que salivam. Salivam duplamente, porquanto continuam à solta, vacinando obsessivamente e faturando alto no mercado internacional e nacional da vaidade e do poder.

Eu dividiria a questão em quatro partes, segundo as informações que disponho. Nesses últimos dias ficou-se se sabendo que uma instância da ONG européia a Council of Europe, a PACE (Parliamentary Assembly Council of Europe), uma espécie de concorrente alternativa à União Européia, esta sob domínio da Nova Ordem Mundial e suas instituições (ONU, União Européia, Council on Foreign Relations (CFR), Club Bilderberg, etc.), está oferecendo uma denúncia articulada contra a Organização Mundial de Saúde. Argumenta essa instituição européia que a OMS agiu e age de forma precipitada a levantar suspeitas na questão da vacinação contra o vírus A H1N1. A PACE congrega 43 países membros e não pode ser desprezada, embora a inegável posição ideológica de seus membros ao defender causas da esquerda européia. Tal ONG, entretanto, é muito mais lúcida e sadia do que suas contrapartes tupiniquins que pretendem as mesmas “transformações sociais” sem contar com meios fascistas de implementá-las ou apelar à desinformação turbinada por uma imprensa inconseqüente. Uma de suas causas é o combate e a denúncia da indústria farmacêutica, seus lucros indecentes e métodos reprováveis.

No caso em questão da vacinação a PACE denuncia o conflito de interesses entre a OMS e o Big Pharma. Quase ninguém sabe no Brasil que a OMS é orientada por um comitê muito seleto, chamado SAGE (sábio, em inglês), Strategic Advisory Group of Experts, que orienta as ações da OMS e é por ela composto por livre e irrecorrível nomeação. Onze dos seus vinte membros, no entanto, são representantes da indústria. A PACE denuncia então o conflito de interesses de seus membros, muitos ligados formalmente a empresas farmacêuticas. Quanto aos lucros, transparece claramente as vantagens de tal associação. A SANOFI-AVENTIS, por exemplo, subiu seu faturamento em 11% em época de pandemia, “no ano record de 2009″, e que conforme seus registros amealhou 7,8 bilhões de euros. Segundo Paul Flynn, o deputado socialista da PACE que faz a denúncia, esses membros agem de acordo com os interesses da indústria, influindo assim em decisões importantes como a da classificação de pandemias. Isso explicaria a elevação de categorias de 1 a 6, o caso da H1N1, como aconteceu em junho de 2009. Tal decisão viciada na origem desencadeou uma onda vacinal nos países membros da OMS, por intermédio dos respectivos governos. Até o governo brasileiro poderia alegar que cumpria ordens caso em que ele fosse acionado ou responsabilizado. Mas, make no mistake, é mais fácil um camelo entrar em um buraco de agulha.

Nesta primeira parte está a questão do poder, do conflito de interesses entre a OMS e governos, com a indústria farmacêutica, tornado possível pela alteração de critérios por parte da OMS na decretação de pandemias. É quase consenso no mundo todo entre cientistas não comprometidos pelo Big Pharma e livres de compromissos políticos e econômicos com governos, que essa “pandemia” foi no mínimo exagerada, que a doença em si não necessitava tanto gasto e tanta ansiedade. Assim se manifestou o Dr. Marc Lipsitch da Harvard University em http://inform.com/health/swine-flu-outbreak-severe-feared-study-770673a, médico insuspeito porquanto é um dos defensores da vacinação segura. Ele não discute a utilidade e a necessidade da vacinação, desde que conforme com os padrões há muito estabelecidos.

O fato é que gerou-se medo na população mundial, mesmo em países esclarecidos e ainda democráticos, onde existe o dissenso e inexiste a intimidação fascista insuflada por uma imprensa tão dócil quanto “companheira”, o caso brasileiro por excelência. Em alguns países, notadamente na Polônia, houve uma reação radical: não há campanha vacinal por iniciativa do próprio governo polaco. Pelo contrário, investiga-se criminalmente algumas indústrias farmacêuticas por práticas irresponsáveis e danosas à saúde pública.

O Brasil é o segundo ponto. Aqui não há debate. Não há grupos organizados. O silêncio de todas as partes envolvidas é total. Quase todos os médicos quando sabem alguma coisa, ou ouviram falar em algo, se evadem do problema, comportando-se como inocentes úteis, fenômeno bem conhecido na ascensão do socialismo no país. A maioria esmagadora ignora por completo tudo e há muito tempo. Assim é também em outras questões onde o vínculo e a unidade de orientações nem nos deixa saber o que é Educação e o que é Saúde, esferas confundidas em torno de um projeto socialista de poder. Estarei sendo antiético nessa declaração? O governo faz o que quer. Não presta contas e ninguém pede para saber. O Congresso é ausente completo. Ninguém sabe nada, quanto custa, quanto se gasta, como se gasta. Concomitantemente a população é aterrorizada pela grande imprensa, parecendo ser acionada por controle remoto do Planalto e adjacências. Neste instante, outono, a mídia já criou o medo para o inverno de 2010. Repete a histeria do ano passado. Pergunto se a ausência de qualquer reação organizada não é sinal patognomônico (sinal claro, específico e inequívoco), de grave alienação social e profissional. A ausência de reação é um claro sinal de paralisante dissonância cognitiva. Por isso não adianta diante dessa anormalidade censurar a voz isolada, a fraca voz da ovelha, seu último méée. Quem faz isso é fascista, ou idiota útil na classificação de Lênin.

O terceiro ponto que quero abordar é o da confusão incompetente da Saúde Pública do Brasil e seus órgãos inflamados, inchados de soberba e dinheiro. Com as mãos livres publicam desmentidos mentirosos contras as fracas vozes; atrapalham-se freqüentemente voltando atrás em ordens de procedimentos, tornando claro assim a pressa gananciosa, a ânsia de parecerem heróis salvadores para um problema que eles mesmos e seus associados internacionais criaram. Regras, bulas e protocolos são violados impiedosamente para o maior risco da população, e quem ousa denunciar a trapalhada é tachado de terrorista e produtor de pânico entre a população. Protegidos pela mídia cúmplice fabricam estatísticas auto-elogiosas, como a do primeiro de abril, em que o IBGE afirmou que a “Saúde melhorou muito desde 2003″. Que coincidência, ano de início do governo Lula! Chegaram ao cúmulo cínico de afirmar que o “povo brasileiro agora se interna menos em hospitais porque tem mais consciência”, e não porque não há hospitais e leitos suficientes para 185 milhões de brasileiros. Mentiras assim e auto-propagandas como essas não são sem fundamento – elas ocorrem no momento da criação do pânico fazendo o povo acreditar que eles estão corretíssimos, e em especial no caso da campanha vacinal da moda. E tudo isso em um ano eleitoral. Aqui a epígrafe acima é exemplar. Lembrem musicalmente agora o título do artigo: “E, eô, vida de gado, povo marcado. Ê, povo feliz”. (Admirável Gado Novo, Zé Ramalho)

Por fim, a questão mais importante. Os tóxicos produtores de doenças terríveis presentes nas vacinas do povo “marcado”. Observem o silêncio quanto ao esqualeno do Instituto Butantã, segredo bem guardado traído inadvertidamente pelo Jornal Nacional de 16/03. http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,MUL1532456-10406,00-TIRE+SUAS+DUVIDAS+SOBRE+VACINA+DA+GRIPE+HN.html.

O esqualeno é temido nos Estados Unidos, traumatizados com 8 mil mortos na Guerra do Golfo e muitos mais inválidos. O outro tóxico é o mercúrio, que está presente sim na vacina da SANOFI, e ele produz autismo. As provas são incontáveis. Os trabalhos são indesmentíveis. No Brasil? Não, no Brasil não! O Brasil está estéril. Experimentem pedir dinheiro (grant) institucional para pesquisas sobre o esqualeno. O país está mergulhado em um assustador obscurantismo intelectual, cultural, científico e moral. Só existe dinheiro para puxa-sacos alinhados aos governos de patrocinadores interessados. Vejam a relação de pesquisas no exterior sobre o assunto:

1) Both Presidential Candidates
2) Director of the CDC
3) Former head of the NIH and American Red Cross
4) Chair of the U.S. House Science Subcommittee on Investigations
5) Dr. Jon Poling, Pediatric Neurologist
6) HHS Vaccine Safety Working Group
7) CDC Vaccine Safety Research Agenda
8) Medical personnel at HHS Vaccine Injury Compensation Program
9) Members of the Strategic Planning Workgroup of the IAC Committee
10) Clinical Immunization Safety Assessment Network – CISA
11) Autism researchers at Johns Hopkins University Medical School
12) America’s health insurance companies
13) Autism Speaks
14) The United Mitochondrial Disease Foundation
15) Dr. Peter Fletcher, former Chief Scientific Officer at the UK Department of Health

Na Inglaterra há processos contra o presidente de uma instituição equivalente ao nosso Conselho Federal de Medicina, David Salisbury, um dos “sábios” mais influentes do big pharma por envolvimento e acobertamento de casos criminosos. Lá os casos de autismo produzidos pelo mercúrio (thimerosal, que o porta-voz tupiniquim ousou negar presente na vacina) das vacinas se arrastam nos tribunais. Cito no original (origem abaixo nas referências):

Thimerosal-containing vaccines are a major causal factor in autism. Thimerosal in vaccines has been, and still is, a major causal factor that underlies most diagnoses of an autism spectrum disorder as well as many other developmental and childhood disorders, In addition, there is evidence that MMR vaccine is a causal factor in some cases where a child is subsequently diagnosed with regressive autism.

A reação do lobby criminoso farmacêutico às denúncias do Council of Europe foram dramáticas. Se perderem as causas os laboratórios terão que pagar indenizações bilionárias às suas vítimas. É para evitar essa possibilidade que a “Ministra” da Saúde Kethleen Sibelius do governo Obama criou um decreto no ano passado proibindo ações judiciais contra as indústrias. Por que seria? A quem aproveitaria? Diante disso, nos EUA organizou-se rapidamente uma defesa contra esse ato fascista o que levou a alguns exageros. O governo brasileiro oportunísticamente se agarrou a esses exageros, desviando o foco da questão. Mas exagero é sustentar uma condição de pandemia, contrária a todos os fatos e números. Mas quem começou o terror? Quem tiver que responder a essa questão terá que levar em conta quem começou primeiro a infundir pânico na população.

Por outro lado, no início de tudo está a implicação que esse vírus foi fabricado nos mesmos laboratórios que fabricam vacinas. E isso ocorre há anos. É exemplar disso a patente da vacina da Baxter com data anterior à existência do vírus A H1N1 (vejam nas notas o arquivo pdf Baxter Vaccine Patent Application).

Voltando ao Brasil, a vacina brasileira contém, além disso, formaldeido e Triton X 100, compostos usados na indústria metal-mecânica, metalúrgica, e que não podem passar por inofensivos estabilizadores ou detergentes surfactantes. Isso nunca é discutido no Brasil. Atemorizada, a universidade brasileira é 100% omissa. Ignorante, a minha classe profissional se aliena dolorosamente. Não sabe e tem raiva de quem sabe. A única energia que tem é para perfilar-se do lado oficial, para garantir-se nos cargos, funções, sinecuras, e atacar quem, mesmo sem a acuidade técnica, ou a titulação que o governo do presidente semi-analfabeto dá tanta importância, mas com o cuidado com o princípio do no harm, esquecido pelo governo brasileiro, busca proteger e informar a população vítima. Por isso é sempre mais fácil caçar bruxas, censurar médicos, intimidar funcionários subalternos na cadeia vertical interminável de incompetência e irresponsabilidade. Querem vacinar-nos? Então nos entreguem vacinas mais seguras.

* O Autor é médico

REFERÊNCIAS PARA LEITURA – (EM INGLÊS)

sobre:

Council of Europe

http://www.coe.int/

Conflito de interesses

http://lavozdigital.xlsemanal.com/web/articulo_complementarios.php?id_edicion=4887&id_articulo=52218&id=24009&p=magazine

http://assembly.coe.int/CommitteeDocs/2010/20100329_MemorandumPandemie_E.pdf

http://www.thepharmaletter.com/file/94adf43b8f4e0eb51d5c6629542f5678/swine-flu-the-next-time-someone-cries-wolf-on-a-pandemic-it-will-not-be-taken-seriously.html

Descrédito da OMS

http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=13856

The WHO Plays with Pandemic Fire

The Continuing Saga of the Flying Pigs Pandemic Flu

by F. William Engdahl

As vacinas são mais mortais do que gripe suína

by Dr. Mae-Wan Ho and Prof. Joe Cummins

http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=14869

Bioterrorism and Biological Warfare Agents

Prof. Garth L. Nicolson
The Institute for Molecular Medicine
Huntington Beach, California 92649

http://www.immed.org/illness/bioterrorism.html

http://www.projectdaylily.com/

http://www2.xlibris.com/bookstore/book_excerpt.asp?bookid=27692

Doenças Autoimunes

http://www.autoimmune.com/GWSGen.html

ESQUALENO

FDA Tests Find Squalene in Anthrax Vaccine

Government Admits Banned Substance Exists in Vaccines, but Maintains It Does No Harm

http://www.dynamicchiropractic.com/mpacms/dc/article.php?id=31995

Autoimmune Technologies news release dated July 15, 2002.

FORMALDEIDO

Formaldeido e o Risco de Câncer National Cancer Institute

www.cancer.gov/cancertopics/factsheet/Risk/formaldehyde

BAXTER

http://www.theoneclickgroup.co.uk/documents/vaccines/Baxter%20Vaccine%20Patent%20Application.pdf

AUTISMO (e doenças do seu espectro) e o MERCÚRIO (timerosal)

http://www.whale.to/vaccines/kirby4.html

Antigo cientista-chefe inglês diz: Vacinas causam autismo. Que mais evidências são necessárias?

Etil-metilmercúrio

http://www.helpyourautisticchildblog.com/autism-news/419-ethyl-mercury-methyl-mercury-and-autism-ties/

http://www.whale.to/vaccines/ethyl_vs_methyl.html

VACINAS DTP E MMR

http://www.mercury-freedrugs.org/,

www.whale.to/vaccines/vax_autism_q.html

http://www.whale.to/vaccines/goldman_h.html

http://www.whale.to/vaccine/pragnell1.html

Journal of Child Neurology, Vol. 22, No. 11, 1308-1311 (2007)

DOI: 10.1177/0883073807307111

Níveis no sangue de mercúrio estão relacionados ao diagnóstico de autismo. Re-análise de importante conjunto de dados

http://jcn.sagepub.com/cgi/content/abstract/22/11/1308

Vaccine autism quotes

(citações de cientistas sobre autismo vacinal)

http://www.whale.to/vaccine/king.html

Realidades chave acerca do autismo, vacinas, compensação de danos das vacinas e pesquisa relacionada ao timerosal no autismo. LINK riquíssimo embora extenso.
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