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sábado, 23 de junho de 2012

Folha UOL: O conto da vacina suína


Marcelo Leite - Folha.com 

O Congresso Nacional anda muito ocupado em representar os interesses da bancada ruralista. Não fosse isso, bem que poderia investigar a atuação do Ministério da Saúde no combate à gripe pandêmica, ou suína, causada pelo vírus influenza A (H1N1).

É o que está fazendo o Conselho da Europa (não confundir com o Parlamento Europeu) com a OMS (Organização Mundial da Saúde) e as autoridades de saúde de seus 47 Estados-membros. Um relatório devastador as acusa de favorecer a indústria farmacêutica no enfrentamento da nova gripe.

A investigação parece necessária, no Brasil, não tanto para desencavar corrupção, preferência nacional, mas o possível desperdício de ao menos parte do R$ 1,3 bilhão na compra de 113 milhões de doses da vacina antigripe. Foram imunizados até a semana passada 73,2 milhões de brasileiros, 37% da população.

Até 8 de maio, 2.115 mortes haviam sido atribuídas no país ao H1N1. Muito menos que as 140 mil vítimas (0,4% de 35 milhões de infectados) que chegaram a ser aventadas na imprensa, depois que a declaração de pandemia pela OMS --exatamente um ano atrás-- lançou o mundo numa espiral de previsões alarmistas.

Para comparação: os Estados Unidos vacinaram 24% da população e estimam as mortes em 12.470. A França imunizou 8% e teve meros 312 óbitos. No mundo todo houve cerca de 18 mil vítimas do H1N1, uma cifra baixa, de ordem comparável ao número de mortes causadas pelas gripes sazonais.

O Ministério da Saúde apresenta os números brasileiros como indicadores do sucesso de sua estratégia. Mas eles também sugerem outras hipóteses: 1) Não parece haver relação direta entre cobertura vacinal e proporção de mortes pelo H1N1; 2) Nações desenvolvidas podem ter reagido de modo tecnicamente mais adequado à real gravidade da pandemia.

França X Polônia

Não é fácil tomar decisões no calor da hora. Sobretudo quando entra em cena o espectro da gripe espanhola de 1918, com dezenas de milhões de mortos. O instinto de sobrevivência do político sempre fala mais alto.

O governo francês chegou a contratar a compra de 94 milhões de doses da vacina. Diante da progressão lenta da doença e da letalidade similar à da gripe sazonal, conseguiu cancelar a compra de 50 milhões de doses, que terão sido destinadas a outros países. O Brasil, quem sabe?

Mais sangue frio teve a ministra da Saúde da Polônia, destaca o documento do Conselho da Europa. Médica, Ewa Kopacz chegou a identificar um grupo de risco com 2 milhões de pessoas e reservou fundos para comprar o número correspondente de vacinas. Logo recuou, contudo, diante das condições leoninas dos fabricantes.

Em primeiro lugar, só o governo poderia adquirir as vacinas. Em segundo, ele teria de se responsabilizar sozinho por possíveis efeitos colaterais. Por fim, o preço seria duas a três vezes maior que o de vacinas para a gripe sazonal.

A França micou com uma conta de R$ 800 milhões pelas vacinas. Imunizou só 5,7 milhões de pessoas. Tem 25 milhões de doses em estoque cujo prazo de validade vai só até o final do ano.

O papelão da OMS

Na mira do Conselho da Europa e de publicações médicas como o "British Medical Journal" está o papel desempenhado pela OMS na propagação do alarmismo. São duas as suspeitas contra o órgão: 1) mudar a definição de "pandemia" para facilitar a declaração; 2) ocultar conflitos de interesse de especialistas aos quais recorreu.

No primeiro caso, incluir a gripe suína na condição pandêmica era de interesse óbvio para a indústria farmacêutica. Fabricantes de vacinas tinham contratos "dormentes" com vários governos, prevendo garantia de compra e venda caso a pandemia fosse declarada pela OMS.

Isso ocorreu no dia 11 de junho de 2009, quando o H1N1 estava presente em 74 países (chegaria ao total de 214). Acontece que, até 4 maio de 2009, a disseminação geográfica não era a única condição para se declarar uma pandemia.

A definição antiga rezava: "Uma influenza [gripe] pandêmica ocorre quando surge um novo vírus influenza contra o qual a população humana não tem imunidade, resultando numa epidemia mundial com números enormes de mortes e doentes"

A nova definição, adotada no texto "Prontidão e Resposta à Influenza Pandêmica: Um Documento de Orientação da OMS", passou a dizer: "Uma pandemia é uma epidemia mundial da doença. Uma pandemia de influenza pode ocorrer quando surge um novo vírus influenza contra o qual a população humana não tem imunidade... Pandemias podem ser suaves ou graves, e a gravidade da pandemia pode mudar no curso dessa pandemia".

Especialistas ouvidos pelo periódico médico "BMJ" disseram que a gripe suína só pode ser declarada pandemia graças a essa nova definição. Os números modestos de mortos, à luz da categoria antiga, não autorizariam o passo dado, que desencadeou o tsunami de notícias alarmistas.

"O problema não está tanto no fato de que divulgar incertezas é difícil, mas sim que a incerteza não foi divulgada", ponderou Gerd Gigerenzer ao "BMJ". "Não havia base para a estimativa da OMS de 2 bilhões de casos prováveis de H1N1, e sabíamos pouco sobre os benefícios e danos da vacinação. A OMS manteve a estimativa de 2 bilhões mesmo depois de a estação de inverno na Austrália e na Nova Zelândia ter mostrado que só 1 ou 2 pessoas em mil eram infectadas."

US$ 10 bilhões de lucro

Segundo projeções do banco J.P. Morgan citados no relatório do Conselho da Europa, a indústria farmacêutica pode ter lucrado entre US$ 7 bilhões em US$ 10 bilhões adicionais, em 2009, com as vendas de vacinas contra o H1N1. Havia muita coisa em jogo, além da saúde da população mundial, na decisão de declarar a pandemia.

A declaração foi feita pela diretora da OMS, Margaret Chan, com a ajuda de um Comitê de Emergência de 16 membros cujos nomes permanecem até hoje em segredo. Com exceção de um: Arnold Monto.

O "BMJ" confirmou que Monto tinha integrado o comitê da pandemia por meio de uma biografia sua na página de internet da Sociedade Norte-Americana de Doenças Infecciosas. O especialista já declarou no passado ter recebido honorários por palestras da empresa GlaxoSmithKline, fabricante do antiviral zanamivir (Relenza), um dos que os governos passaram a estocar às dezenas e centenas de milhões de comprimidos.

A OMS vem se negando, porém, a tornar públicos os documentos de admissão de conflito de interesses que seus especialistas são obrigados a preencher, de acordo com diretrizes da organização. Afirma que a definição de pandemia nada tem a ver com quantidade de mortes, defende a necessidade de interagir com a indústria e atribui todas as suspeitas a "teorias de conspiração".

Uma reação "decepcionante", vaticinou o "BMJ" num editorial. Como seria a reação do Ministério da Saúde brasileiro, se o Congresso se dignasse investigar sua conduta?

MARCELO LEITE é repórter especial da Folha, autor dos livros "Folha Explica Darwin" (Publifolha) e "Ciência - Use com Cuidado" (Unicamp) e responsável pelo blog Ciência em Dia (Ciência em dia).


Fontes:

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Mais Um Microbiologista Morre em Circustâncias Suspeitas


Mais uma morte se soma à atual onda de mortes de bio-pesquisadores, 4 apenas este ano e 47 desde 2004. Todos trabalhavam com bio-medicina e morreram, em sua maioria, em situações suspeitas ou desconhecidas. Seria uma forma de acobertar alguma nefasta conspiração que estes cientistas estariam tentando expor? Veja um resumo mais abaixo destes quatro bio-cientistas.
Interessante também lembrar o caso do bio-cientista Joseph Moshe, um americano com cidadania israelita, que ligou para uma estação de rádio e disse que a vacina para a gripe suína feita na Ucrânia conteria substâncias que intencionalmente enfraqueceria nossos sistemas imunológicos. Ele foi preso em questão de horas e enviado para Israel. Na mídia corporativa ele foi rotulado de maluco e terrorista e que estaria ameaçando explodir a Casa Branca.
Malcolm Casadaban, 60. Faleceu 13 de setembro de praga. Casadaban, um renomado geneticista molecular, com uma paixão por pesquisas inovadoras, vinha trabalhando para desenvolver uma vacina ainda mais forte contra a peste. O centro médico diz disse que a bactéria da peste que ele com a qual ele trabalhava era uma cepa enfraquecida e não deveria causar a doença em adultos saudáveis. A cepa foi aprovado pelo CDC para estudos em laboratório. Veja ao fim deste post um vídeo da ABC onde a família diz que ele morreu em menos de 24 horas após ter sido diagnosticado, período no qual esta não pode mais vê-lo.
Wallace L. Pannier, 81. Morreu dia 6 de agosto, de insuficiência respiratória e outras causas naturais. Pannier, um cientista da guerra bacteriológica, cujo projetos ultra-secretos incluíam uma simulação de um ataque no metrô de Nova York com bactérias em pó em 1966. Sr. Pannier trabalhou em Fort Detrick, nos EUA, uma instalação do Exército em Frederick onde armas biológicas foram testadas durante a Guerra Fria e agora é um centro de pesquisa de biodefesa. Ele também trabalhou na Divisão de Operações Especiais, uma unidade secreta que funcionou neste mesmo local de 1949 até 1969, de acordo com membros da família e relatórios publicados. A unidade desenvolveu e testou sistemas de distribuição para agentes letais, tais como o antraz ea varíola.
August “Gus” Watanabe, 67. Morreu em 9 de junho. Ele foi encontrado morto fora de uma cabine em Condado de Brown. Amigos descobriram o corpo, um revólver calibre .38 e uma nota de três páginas no local. Eles disseram que ele estaria deprimido depois da morte no mês passado de sua filha Nan Reiko Watanabe Lewis. Ela morreu aos 44 anos enquanto se recuperava de uma cirurgia eletiva. Watanabe foi um dos cinco mais bem pagos oficiais da fabricante de produtos farmacêutica Eli Lilly and Co., quando ele se aposentou em 2003.
Caroline Coffey, 28 anos. Morreu no dia 3 de junho, com cortes profundos na garganta. Transeuntes encontraram a pesquisadora em bio-medicina e doutora do corpo docentes da Universidade de Cornell, ao longo de uma trilha arborizada no parque nos arredores de Ithaca, Nova York, onde a escola Ivy League está localizada. Seu marido foi internado sob custódia depois de uma perseguição policial e seus apartamentos serem incendiados.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

OMS Confirma que Gripe sazonal mata 27 vezes mais que H1N1 - Mesmo assim segue com Pandemia nível 6

Não que esteja surpreso, mas achei interessante que apenas ao final da campanha no hemisfério sul que a OMS confirmou que a gripe sazonal causou 27 vezes mais mortes que a gripe H1N1:


"A OMS confirmou que o vírus AH1N1 é o que continua circulando de maneira predominante no mundo, menos nefasto do que se temia e com uma taxa de mortalidade menor inclusive que a da gripe estacional.
A gripe A causou algo mais de 18 mil mortes em um ano. No mesmo período, a gripe estacional causou 500 mil mortes."
mas de qualquer forma, a OMS insistiu em continuar com o estado de pandemia, alegando que "continua sendo crítico que os países mantenham a vigilância em relação à pandemia". A diretora geral da OMS, Margaret Chan, decidiu hoje não suspender o alerta e convocar uma nova reunião do Comitê de Emergência para meados de julho, "quando já estiver disponível as informações sobre a gripe no inverno do hemisfério Sul".

E assim podem continuar por anos, sempre utilizando o medo como arma e na possibilidade de uma piora na pandemia no próximo inverno de cada hemisfério. Se não fosse trágico seria cômico.

Fontes:
Agência EFE: OMS adia decisão sobre manter ou levantar alerta de pandemia
Estadão: OMS adia mais uma vez decisão sobre status de pandemia da gripe suína

Estadão: OMS mantém alerta de pandemia de gripe A

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Reações adversas à vacina H1N1: Saiba porque a desculpa da alergia a ovo é falsa

Temos ouvido toda vez que ocorre uma reação adversa a mesma ladainha: "esta pessoa provavelmente tinha alergia a ovo".

Esta história de alergia a ovo é para tentar desviar todas as reações adversas como se fossem alergias a ovo. Estão colocando toda e qualquer reação no mesmo balaio, como se fosse por alergia a ovo.


Veja então o que nos diz no site da "Universidade Americana de Alergia, Asma e Imunologia":

Flu Shots And Egg Allergy
People with egg allergy could have a reaction when given the flu vaccine because the vaccine may contain some amount of egg protein. Fortunately, even in individuals with confirmed egg allergy, flu vaccines may be administered under certain conditions by experienced physicians. Most reactions to flu vaccines are not due to egg-allergy.

Tradução:
Vacinas contra a gripe e alergia ao ovo
Pessoas com alergia a ovo podem ter uma reação quando receberem a vacina contra a gripe porque a vacina pode conter uma certa quantidade de proteína do ovo. Felizmente, mesmo em indivíduos com alergia a ovo confirmada, vacinas contra a gripe pode ser administrada sob determinadas condições, por médicos experientes.
A maioria das reações às vacinas contra a gripe não são devidos a alergia ao ovo.

Não passa de um subterfúgio para tentar justificar as centenas de mortes que tem ocorrido neste país devido à vacina. Alguém pode me perguntar: porque o governo teria interesse em esconder as reações adversas? Eu respondo: como eu postei algumas semanas atrás, que após a repercussão como o ministério da saúde não negou que nos contratos com as empresas farmacêuticas havia uma cláusula isentando-as de qualquer ações ocasionadas por efeitos da vacina, como morte e invalidez. Na resposta do MS apenas diz: "Não temos essa informação". Como diz o ditado que quem não nega consente, podemos assumir que esta cláusula existe sim, e como qualquer ação na justiça iria recair sobre o governo, estão fazendo de tudo para negar que existe qualquer ligação causal da vacina e das dezenas mortes que já ocorreram.

Fontes:
American College of Allergy, Asthma and Immunology: Flu Shots and Egg Allergy
Onde estão os contratos entre as fornecedoras da vacina H1N1 e o governo brasileiro? 
 A Nova ordem mundial

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Assustador: Relato de reação adversa a vacina H1N1

Gostaria de divulgar um relato de um caso grave de reação adversa à vacina H1N1, postado por uma jovem de curitiba em uma comunidade sobre o H1N1 e na comunidade Brasil no orkut. Verifiquei o perfil da jovem no orkut, e me pareceu bem autentico, com mais de 500 amigos, fotos com namorado, e os amigos desejando melhoras para a sua doença. Ela me deu permissão para linkar o relato ao seu perfil no orkut.

“Gente, estou desolada. Tomei a vacina lá pelo dia 10 de abril, não tive reação nenhuma apenas dor no braço, como todo mundo! No dia das mães comecei a sentir dor de garganta… e só piorei, veio a gripe com tudo… dor no corpo, febre, etc! Aí fui ao médico na quinta feira quando vi que só piorava, aí o médico me entupiu de remédios, corticóide, antibiótico, remédio pra dor e febre e xarope! Melhorei muito pouco, no sábado fomos ao hospital novamente, estava muito mal da garganta, febre, tosse… aí o médico me receitou uma injeção de dirpospan e disse que se eu não melhorasse até segunda, era pra eu ir atrás do tamiflu e me deu a receita! No sábado, comecei a sentir dores nas juntas(tornozelos e joelhos, fora as costas). Na segunda eu estava melhor, então nos despreocupamos! Mas na terça de manhã, tive uma recaída, com febre, pressão alta, mal estar e dores nos cotovelos, tornozelos, joelhos e até punhos!!! Sentia fortes dores com queimação nas costas. Corremos pro hospital… dessa vez outro hospital… a médica disse não haver teste pra comprovar a gripe h1n1, e sim teste pra influenza. Mas que ela não tinha dúvidas que eu estava com a gripe mesmo!!! Me exigiu 5 dias de repouso e tomar o tamiflu! Hoje já me sinto melhor, tomei a primeira dose na terça à noite, passei muito mal nos dois primeiros dias com fortes dores no peito, costas e juntas. Senti pontadas e sensação de estufamento! Foi muito ruím! Tenho suado muito durante a noite. Ainda estou preocupada, mas agora já estou começando a sentir melhora! Alguém mais passou por algo parecido? Vocês sabiam que não existe teste pra comprovar o vírus? E não é muito estranho, mesmo vacinada, eu pegar a gripe???”

Me parece que as dores nas juntas pode ser um caso de artrite reativa, que é uma condição autoimune, causada normalmente por uma infecçao, ou artrite reumatóide, que pode ser causada por uma tormenta de citocinas.
Alguns casos de artrites reativa após vacinação:
Reactive arthritis
following tetanus vaccination: a case report

Reactive arthritis after influenza vaccination: report of a case
Na Inglaterra, 1 crianca foi diagnosticada com artrite reativa depois de ter tomado a vacina.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Dr. Alessandro Loiola: A Vacina contra H1N1: Notícias Direto do Úbere de Blossom

Gostaria de compartilhar este texto de um corajoso médico que não tem medo de ir contra os grandes poderosos por trás da vacinação contra o H1N1. Muito Obrigado Alessandro!

A VACINA CONTRA H1N1: NOTÍCIAS DIRETO DO ÚBERE DE BLOSSOM

© Dr. Alessandro Loiola

Era uma fresca manhã de 14 de maio de 1796 quando o médico inglês Edward Jenner pegou o menino James Phipps e arranhou e bezuntou seus braços com secreções purulentas colhidas das mãos de uma ordenhadeira chamada Sarah. Sarah havia recentemente contraído uma forma de varíola bovina das tetas de sua vaquinha predileta, Blossom. E Blossom, ruminando serena, nem sabia o que eram varíola ou tetas, tampouco que ela própria era um bovino.

E então James, de apenas 8 anos de idade, adoeceu, teve febre, sentiu-se mal por alguns dias e recuperou-se. Mas isso não foi suficiente para Jenner. Após alguns dias, ele investiu novamente sobre o menino (cientificamente falando, claro), sentando-lhe uma dolorosa injeção de material fresco de varíola humana. Afora a picada, o menino nada sentiu ou desenvolveu. Ele havia se tornado imune à varíola – o equivalente atual a ser imune ao HIV.

A experiência bizarra de Jenner poderia ser classificada como algo entre o desumano e o neonazista – ou ambos -, mas sua audácia resultou em um avanço que salvaria mais vidas que qualquer outra descoberta médica na assombrosa história da humanidade. Utilizando camponeses como porquinhos da Índia, Jenner havia descoberto a vacinação.

Quase 3 séculos mais tarde, somos assolados por uma nova epidemia. Desta vez, uma mutação do banal vírus da Gripe. Sim, banal. Perto de uma garrafa de cerveja, o influenza H1N1 é um iniciante: calcula-se que o H1N1 tenha ceifado cerca de 15 mil vidas no ano passado, em todo o mundo. No mesmo período e local, pelo menos 2,3 milhões de pessoas morreram devido a problemas relacionados ao consumo de álcool - e você não tem um ataque de pânico ao ver uma garrafa de Chivas, tem?

Ah, sim: segundo dados da OMS, a cada ano o trânsito causa mais de 1 milhão e duzentas mil mortes e o Fumo, cerca de 5.000.000 de óbitos. Se você conhece algum tabagista que dirige, providencie agora mesmo uma coroa de flores para ele. Quem sabe comprando adiantando você consegue um bom desconto.

Por causa da burrice generalizada... perdão, deixe-me corrigir: por causa das agendas equivocadas, da incapacidade institucionalizada e da corrupção hereditária, nosso governo vai investir uma senhora grana na aquisição e distribuição de mais de 100 milhões de doses da vacina contra H1N1. Pilhas e pilhas e pilhas de notas de reais investidos em uma campanha nacional de seringa-marketing. Tsc, tsc.

Quer melhorar a saúde da população? Então que tal não deixar faltar remédio para hipertensão no posto saúde e acompanhar de perto todo e qualquer hipertenso? Afinal de contas, a hipertensão arterial é responsável por mais de 7 milhões de mortes prematuras a cada ano.

Mas tudo bem. Isso combina como uma luva com a estratégia de saúde de um (des)Governo que criou com pompas e circunstâncias o Fome Zero, destinado a aplacar a desnutrição de 18 milhões de brasileiros – e pouco fez para controlar o excesso de peso que atinge outros 70 milhões de patrícios. Temos 3 gordos para cada 1 desnutrido e querem distribuir mais comida. Tá certo. Nada contra. O faturamento do meu consultório agradece.

Minha pirraça com esta campanha de imunização contra o H1N1 reside na sinistra rapidez com que uma vacina de massa foi desenvolvida e prontamente disponibilizada à população. Os primeiros casos de H1N1 foram detectados em abril de 2009 e menos de um ano depois já temos uma vacina “absolutamente segura e eficaz”? Hum... sei não... vou perguntar pro Papai Noel, pode?

Em 1999, uma vacina infantil “altamente eficiente” contra rotavírus foi rapidamente retirada do mercado nos EUA: após 14 meses de vacinações, as estatísticas mostraram que a RotaShield aumentava de modo significativo o risco de intussuscepção – um tipo de obstrução intestinal potencialmente fatal.

Até hoje, corre solta a discussão se o aumento nos casos de autismo observado nas últimas décadas não estaria relacionado ao timerosal, um conservante presente em muitas vacinas. A pressa é inimiga da perfeição – e vizinha do superfaturamento.

Uma (excelente) revisão recente da Cochrane Collaboration, envolvendo mais de 70 estudos científicos de qualidade, concluiu que nem mesmo a vacina contra gripe comum possui evidências concretas sobre sua eficácia em pessoas com mais de 65 anos de idade. Que dirá a vacina para o H1N1.

A princípio, espera-se que uma vacina cause menos efeitos que a doença contra a qual ela oferece proteção. Mas esses dados ainda não estão disponíveis para a vacina contra o H1N1. Os próprios especialistas americanos, do CDC, do FDA e do Departamento de Defesa estão vigilantes para identificar quaisquer eventuais efeitos colaterais. “Podem ocorrer alguns efeitos adversos, algo poderia acontecer, mas nós acreditamos que isto é altamente improvável”, disse o especialista Dr. Mark Mulligan, diretor executivo do Emory Vaccine Center, em Atlanta (EUA).

Como é que é? Eles “acreditam” que um efeito colateral é altamente improvável? É alguma procissão de fé? Chama o Papai Noel aí de novo.

Eu muito modestamente creio que um programa direcionado para a melhoria das condições sanitárias e nutricionais da população possuiria uma relação de custo-benefício bem superior a certas campanhas de vacinação. Por exemplo: por que não substituir a campanha anual de vacinação contra gripe por um programa sazonal orientando a população a utilizar suplementos de vitamina D3?

Ao contrário da vacina, a vitamina D3 oferece uma proteção quase universal contra o Influenza. Além disso, em doses maiores, a D3 pode ser capaz de curar a gripe.

Lamentavelmente, a mentalidade feudal de Edward Jenner prevalece. Seu legado intelectual pode ser insubstituível, mas não tenho vocação para cobaia. Entre as injeções contra H1N1 e o estábulo, ainda prefiro o úbere de Blossom.


Se a curiosidade lhe mordeu, recomendo então mais alguns links para artigos sensatos sobre H1N1 e a milagrosa vacina:

- Pandemia de gripe ou pandemia de pânico? -
http://www.channel4.com/news/articles/science_technology/pandemic+flu+or+pandemic+panic/3279557

- Uma gigantesca indústria aguarda pela pandemia - http://www.spiegel.de/international/world/0,1518,637119,00.html

- O que nós realmente sabemos sobre a vacina?
http://www.theglobeandmail.com/news/opinions/what-do-we-know-about-the-vaccines-safety-not-enough/article1242422/

- Estudo de Vigilância Epidemiológica na Austrália conclui: não existem evidências mostrando proteção significativa da vacina contra gripe em qualquer faixa etária. http://pesquisa.bvsalud.org/h1n1/resources/mdl-19660248

- Entrevista com Dr. Tom Jefferson, renomado epidemiologista do Cochrane Collaboration Group - http://blogs.ft.com/healthblog/2009/09/11/interview-dr-tom-jefferson-and-pandemic-flu-vaccines/

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Formado em Medicina pela Escola de Medicina da Santa Casa de Misericórdia de Vitória, com especialização em Cirurgia Geral pela Fundação Educacional Lucas Machado (Belo Horizonte/MG), o médico capixaba Alessandro Loiola vem atuando há mais de 10 anos como desenvolvedor de conteúdo científico para jornais, revistas, canais de televisão e Internet. Palestrante, autor de vários livros sobre saúde e centenas de artigos publicados no Brasil e no exterior, Dr. Alessandro pode ser encontrado como colunista e colaborador em mais de 200.000 páginas na Web. Atualmente, reside e clinica em São José dos Campos, São Paulo.

Fonte:
Saúde Para Todos: A VACINA CONTRA H1N1: NOTÍCIAS DIRETO DO ÚBERE DE BLOSSOM

Anvisa admite não saber todos os efeitos adversos possíveis da vacina contra H1N1 e que a tecnologia utilizada é nova

Com a divulgação de que a vacina contra H1N1 poderia causar resultados falso-positivos em testes para detectar o HIV (entre outros), veio a tona o que o Ministério da Saúde vem tentando negar desde o começo desta campanha de vacinação: nem eles sabem os possíveis efeitos adversos que esta vacina pode causar.

Vejam o porque:

Na Nota Técnica Nº 02/2010 (GGSTO/DIDBB/ANVISA) pode-se ler:
Considerando que:

2. A produção industrial de vacinas contra influenza pandêmica A (H1N1) tem sido realizada de forma acelerada, com a utilização de novas tecnologias de produção e adjuvantes, por tratar-se de uma pandemia e de uma situação de emergência em saúde pública, não havendo, atualmente, dados disponíveis sobre todos os efeitos adversos possíveis.

Deste parágrafo da nota, podemos tirar duas conclusões que expõem várias mentiras divulgadas pelo ministério da saúde e seus mercenários on-line:

  • Não se conhece os possíveis efeitos adversos que esta vacina pode causar.
Sendo desconhecido todos os efeitos adversos, como então podem concluir que a vacina é segura? Como podem descartar as mortes, abortos e problemas sérios ocorridas após a aplicação da vacina se não conhecem todos os efeitos adversos?

  • A vacina contra o H1N1 utiliza novas tecnologias de produção e adjuvantes
O ministério da saúde vem afirmando, desde o início da campanha, que o processo utilizado na fabricação da vacina H1N1 é o mesmo das vacinas sazonais, e que por isto mesmo a vacina H1N1 seria segura, mesmo que tivesse sido desenvolvida e fabricada em tempo recorde. Nesta nota, o Ministério da Saúde admite que isto não é verdade.

Está na hora do Brasil acordar para o fato de que as autoridades da saúde não estão trabalhando no melhor interesse da população brasileira. Foi ocultado da população durante 7 meses que a vacina poderia causar falso positivo para exame de HIV (esta informação estava disponível no site da GSK desde outubro de 2009). Por uma ironia do destino, a divulgação desta informacão agora prova de forma incontestável que temos sido enganados e que esta vacina pode ter efeitos colaterais desconhecidos. Temos que exigir que todos os casos de efeitos adversos sejam divulgados publicamente, e que todos os casos sérios sejam revistos, já que a política atual é de negar a relação causal da vacina e dos efeitos adversos.

Fontes:
Nota Técnica Nº 02/2010 - GGSTO/DIDBB/ANVISA

Ministério da Saúde: há risco de falso resultado positivo de HIV após vacina H1N1

Online
BRASÍLIA – O Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, do Ministério da Saúde, liberou uma nota técnica número 128/2010 sobre a possibilidade de resultados falso-positivos em testes imunoenzimáticos para HIV entre pessoas que receberam a vacina contra Influenza A (H1N1). A nota, que você pode ler na íntegra logo abaixo, é categórica ao afirmar que deve-se ter muita cautela na divulgação dos resultados. Ela está circulando de maneira restrita entre médicos. A nota diz ainda que tal fato foi constatado em exames feitos após a vacinação. “Isso ocorre porque ao tomar a vacina, o corpo começou a produzir anticorpos Imunoglobina M (IgM), que é produzido diante da primeira exposição a um antígeno”, afirma. A seguir, a íntegra da nota:
“Saúde alerta sobre risco de resultado falso positivo em testes de HIV de pessoas que tomaram vacina contra H1N1
O Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, através do Ministério da Saúde, orientou aos serviços de saúde sobre a possibilidade de obtenção de resultado falso positivo em testes imunienzimáticos, realizados para detectar anticorpos contra o vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) do tipo 1.
De acordo com a Nota Técnica nº 02/2010 – GGSTO/DIDBB/ANVISA, de 08 de março de 2010, devido à forma acelerada de produção industrial da vacina contra do vírus da Influenza A (H1N1), com a utilização de novas tecnologias de produção e adjuvantes, não há no momento dados disponíveis sobre todos os efeitos adversos, porém foi observado que pessoas que tomaram a vacina, ao fazer o teste de HIV-1 apresentaram resultado falso positivo, ou seja, os resultados indicam que o vírus está presente, quando, na verdade, não está.
Isso ocorre porque ao tomar a vacina, o corpo começou a produzir anticorpos Imunoglobina M (IgM), que é produzido diante da primeira exposição à um antígeno. E reações não específicas ou a presença de anticorpos dirigidos a outros agentes infecciosos que podem ser antigenicamente similares ao HIV podem produzir resultados falso positivo no teste.
Segundo a orientação, em caso de amostras reagentes nos testes de HIV-1, é recomendada a realização de outro teste para verificado o resultado, sendo que este segundo não deve ser reagente em caso de reação cruzada com anticorpos produzidos em resposta à vacina contra o vírus Influenza A.
Porém, o resultado negativo nestes testes, não descarta a infecção pelo HIV, já que o paciente pode estar no estado de soro conversão, ou ainda, estar com outra enfermidade que interfira nos resultados do teste de HIV.
Nestes casos, a investigação deve ser realizada até o resultado final do diagnóstico para o vírus, ou até que a reatividade cruzada da IgM produzida contra a vacina seja desfeita em relação aos testes de HIV-1.
Os profissionais de saúde ficam responsáveis pelo diagnóstico sorológico do HIV-1, e devem informar aos pacientes que receberam a vacina contra o vírus H1N1, sobre a possibilidade de resultado falso-positivo nos testes que detectam o vírus da Aids. Caso necessário, também devem convocar os pacientes para a realização de nova coleta após 30 dias, até que o diagnóstico seja definitivo.
Para conferir a nota, disponível também no site www.aids.gov.br (links documentos e publicações, lista completa): http://www.aids.gov.br/data/documents/storedDocuments/%7BB8EF5DAF-23AE-4891-AD36-1903553A3174%7D/%7BD978B7B8-5B67-4874-A118-CB2D1F1B4B92%7D/NT%20128_2010.pdf.

terça-feira, 18 de maio de 2010

SBT Maranhão: Criança de 1 ano e 10 meses morre após receber a segunda dose da vacina H1N1

Mais uma morte ocorrida após a vacinação que provavelmente passará em branco como todas as outras.

A criança de 1 ano e 10 meses, Francisco Jailson, do município de Raposa, no Maranhão, após tomar a segunda dose da vacina H1N1, passou a ter febre alta, vômitos e falta de apetite. Ele chegou a ser internado na maternidade local e também no Hospital da Criança, em São Luis, e morreu na tarde de domingo. No IML deram como motivo da morte "causa desconhecida".

Pode-se ver estampado no rosto da coordenadora de vacinação, Jaqueline Rios, o nervosismo ao tentar defender a segurança da vacina. Ela diz ter ido ao município "colher dados para o caso". Eu diria que ela foi ao município para abafar o caso e se certificar de que nenhum médico ou legista iria dar como causa da morte a vacina H1N1.

Ela ainda tenta dizer que até agora nunca foi comprovado o óbito pela vacina. Mas claro, com toda esta máquina governamental para se certificar que os efeitos adversos resultantes em mortes , abortos e sequelas graves nunca terão ligação com a vacina. sempre poderão alegar que nunca existiu nenhum caso que prove que a vacina causou a morte. Nós já reportamos aqui que este não é o caso, que nos EUA, 66 mortes haviam sido reportadas até algumas semanas atrás.

O mais incrível foi que não consegui achar NENHUMA informação em nenhum jornal no Brasil. Se alguém encontrar, por favor, deixe um comentário.

A mãe diz não ter dúvidas que a morte do filho foi causada pela vacina, que foi só ele tomar a vacina que ele adoeceu.

Veja a reportagem do SBT no vídeo abaixo:

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Mortes e Efeitos Adversos Graves Após a Vacinação H1N1: Onde está a imprensa?

Porque a imprensa não faz seu papel divulgando quantos efeitos adversos e mortes causados pela vacina tivemos até agora? Onde está a imprensa neste momento?

O que vemos na mídia são apenas os 'especialistas' do governo repetindo a mesma ladainha de que a vacina é segura, enquanto podemos observar dezenas de pessoas com reações adversas graves e outras morrendo. Como apenas alguns poucos veículos de comunicação vêm relatando estes casos, ficamos a imaginar o tamanho da tragédia que está a acontecer em nosso país neste momento.

Alguns exemplos (fontes originais sempre no fim do artigo), que com certeza são apenas a ponta do iceberg:


Danos Provocados por Vacinas São Escondidos nas Estatísticas

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Danos Provocados por Vacinas São Escondidos nas Estatísticas

Por José Ortiz Camargo Neto, jornalista científico trilógico

Os hospitais de São Paulo estão abarrotados de pessoas que se queixam de estar sofrendo efeitos danosos da vacina contra gripe suína, mas essas queixas não podem ser registradas pelos médicos, porque não existe um CID - Código Internacional da Doença - para a reação patológica à vacinação.
Em visitas a hospitais, conversando com médicos e enfermeiros da cidade de São Paulo, constatamos que cada um deles está recebendo por dia, em média, a cada 6 horas de trabalho, cerca de 20 pacientes que se queixam de efeitos adversos causados pela vacina contra gripe suína. “Se ficássemos o dia todo atendendo, cada médico chegaria a atender 80, 100 pessoas diariamente”, declarou um desses profissionais.
Multiplicando-se esse número pelo total de médicos que atendem nos hospitais (municipais, estaduais, pelo SUS) pode-se ter uma idéia do quadro assustador de queixas de pessoas prejudicadas pela vacinação na cidade de S. Paulo e no próprio país.
Apesar de todas essas centenas ou milhares de queixas diárias, se alguém for procurar nas estatísticas oficiais quais danos as vacinas causam, não encontrará quase nada! Isso porque as reações à vacina não estão previstas no CID – Código Internacional de Doenças, que é um número dado à enfermidade para permitir a estatística computadorizada. Cada médico tem de preencher o nº do CID para cada paciente. As fichas recolhidas em cada hospital ou posto de saúde são enviadas para a Secretaria de Saúde do Estado, Ministério da Saúde e a própria OMS – Organização Mundial da Saúde, para fins de estatísticas estaduais, nacionais e mundiais. Como não existe um número do CID para doenças causadas pelas vacinas, os médicos são obrigados a preencher a ficha com outros códigos. Eles estão colocando os seguintes CIDs para essas reações vacinais: Faringite (J029), Gripe (J11), Tosse (R05), Amigdalite (J039), Diarréia (A09), Pneumonia (J18). Muitos colocam, simplesmente, o código das famosas “viroses”.
Conseqüência: Estatisticamente, o número dessas doenças vai falsamente aumentar no mundo; a Secretaria de Saúde do Estado, o Ministério da Saúde, a OMS vão achar que está havendo mais faringite, mais gripe, mais tosse, mais amigdalite, mais pneumonia – e vão querer vacinar mais gente ainda, para combater essas moléstias. Ao mesmo tempo, todos vão achar que as vacinas não fazem mal nenhum – só incluindo nas estatísticas os casos notórios, de pessoas que visivelmente morreram ou ficaram paralíticas, que viraram notícia, ou processaram o governo e os laboratórios.
“Eu escrevo: reação à vacina, mas isso não adianta nada, porque eles não se baseiam no diagnóstico para fins estatísticos, mas no código da doença”, disse um especialista.
As queixas mais comuns feitas aos clínicos gerais são dos seguintes sintomas por vezes persistentes:
1) Adultos: dores de cabeça intensas, dores musculares e articulares por todo o corpo, mal-estar geral, tosse seca persistente, falta de apetite, febre alta, indisposição geral, diarréia, cansaço e falta de ar, fraqueza muscular nas pernas. Os pacientes relatam que antes de tomarem a vacina H1N1 estavam bem de saúde. As queixas ocorrem dentro da primeira semana pós-vacinação, principalmente até o 2º ou 3º dia seguinte à inoculação da vacina. Outros sintomas relatados: coceira pelo corpo todo durante 24 horas, edemas, inchaço facial, labial e ocular, olhos irritados, edema ocular, manchas marrons na pele do antebraço do mesmo braço em que foi inoculada a vacina; muita dor nesse braço; alguns por causa disso não conseguem trabalhar. Há muitas pessoas que já estão há cerca de um mês com tosse seca persistente, iniciada logo após tomar a vacina. “Os exames de Raio X não acusam nada, mas a tosse não passa”, declarou um dos médicos.
2) Crianças: Os pediatras estão impressionados com o número muito maior de crianças que têm sido levadas aos hospitais (em comparação ao mesmo período de anos anteriores), com quadro gripal persistente, iniciado após a vacinação (dentro de trinta dias as crianças não melhoram, apesar das medicações, ficam indo e voltando ao Pronto Socorro); eles registraram casos e mais casos de crianças irritadas e com o corpo dolorido dentro da primeira semana pós-vacinação, com febres altíssimas e convulsões.
Ao mesmo tempo, há perda de apetite, recusa ao alimento, com consequente perda de peso. Houve grande aumento do número de casos de tosse, rouquidão, diarréia persistente, iniciados após a inoculação da vacina; bronquites, bronquiolites (que atingem crianças com idade entre 3 e 8 meses), rinites, faringites e laringites. Outras mães referiram ao pediatra que seus filhos (crianças entre 1 ano e 2 meses a 1 ano e 8 meses) perderam as forças nas perninhas e começaram a cair enquanto brincavam, “como se as perninhas desabassem”. (Não podemos esquecer que muitas vacinas atacam o sistema neurológico, podendo inclusive causar a Síndrome de Guillain- Barré – que causa paralisia, em casos mais graves, insuficiência respiratória e pode levar à morte – isso é reconhecido oficialmente, dentro da medicina.) Algumas crianças, após ser vacinadas, apresentaram bolhas pelo corpo todo, dentro da primeira semana pós-vacinação; levadas ao dermatólogo este constatou que seriam reações à vacina.
Os pediatras notaram um número muito maior de casos de doenças nas primeiras semanas de abril (em comparação ao mesmo período de anos anteriores), coincidindo a data de vacinação de crianças entre 6 meses e dois anos com maior procura do P.S. por casos de gripe, rinites, bronquiolites, faringites, laringites e pneumonia. Os Pronto Socorros e hospitais ficaram abarrotados com grande número de internações dessas crianças.
Adultos e crianças que já estavam com um quadro gripal, desenvolveram pneumonia dentro de 8 dias após receberem a vacina contra gripe suína e tiveram de ser internados (hospitalizados).
Os médicos consultados acham que todos aqueles que estão tendo reações às vacinas deveriam se unir, procurar um advogado e abrir um processo pedindo indenização pelos prejuízos sofridos.
Obs.: As fontes de informação pediram para não ser identificadas, com receio de perder os empregos; no entanto, o próprio leitor pode verificar, nos meios médicos, a veracidade dessas afirmações; está aqui, aliás, uma excelente pauta para pesquisa por outros meios de divulgação – que têm o dever de esclarecer a população.
Fontes:
Blog Stop Vacinas: Danos Provocados por Vacinas São Escondidos nas Estatísticas

segunda-feira, 3 de maio de 2010

ZeroHora: Jovem tem pernas paralisadas após receber a vacina contra a gripe suína no Rio Grande do Sul

Paciente está com os membros inferiores paralisados, mas o estado de saúde é estável

Uma jovem de 25 anos está internada no hospital Santa Casa de Rio Grande, no sul do Estado. A suspeita que está sendo investigada pela Secretaria Municipal da Saúde é de que ela pode ter tido reação à vacina contra a gripe A. A paciente está com os membros inferiores paralisados, mas o estado de saúde é estável.

Segundo a secretária municipal de saúde, Zelionara Branco, a doença que paralisa o corpo é chamada de síndrome de guillain-barré. A secretaria não descarta que a paciente tenha reação a algum do componente da vacina.

A Secretaria Estadual da Saúde reafirma segurança da vacina contra a gripe A. A campanha já imunizou 2,1 milhões gaúchos, registrando nove casos de reação (três quadros de paralisia facial, um caso de paralisia das pernas, e cinco de reações alérgicas em geral).

Segundo o coordenador estadual de vigilância em saúde, Francisco Paz, todos são sintomas neurológicos e reversíveis:

— Qualquer medicação pode dar esse tipo de reação. O número de reações é em número bastante pequeno. São reações individuais, que dependem de como o organismo da pessoa reage.

A secretaria orienta as pessoas que já tiveram algum tipo de reação neurológica a outras vacinas para não tomarem a dose contra a gripe A. Quem tem dúvidas, deve procurar o próprio médico para uma avaliação.

Jornal Agora:

Segundo a secretária municipal de Saúde, Zelionara Branco, no hospital, a paciente foi submetida a exame de liquor, cujo resultado foi compatível para a síndrome de Guillain-Barré. Nesta quinta-feira, ela fará exame de eletroneuromiografia, que dará melhores condições de definição do diagnóstico, conforme informado pela administração da Santa Casa à secretária.

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Como sempre, as 'autoridades' da saúde defendem a todo o custo a vacina como segura e tentando relevar os efeitos adversos. Estou tentando conseguir os dados de reações adversas suspeitas e as confirmadas ocorridas em todo o país, o que seria normalmente papel da imprensa, mas que infelizmente fica passiva, neste importante momento. Manterei vocês informados.

Fontes:

Zero Hora: Jovem pode ter tido reação à vacina contra a gripe A em Rio Grande
Zero Hora: Investigada reação à vacina da gripe A
Jornal Agora: SMS investiga caso suspeito de reação à vacina contra gripe A

terça-feira, 27 de abril de 2010

Austrália interrompe vacinação H1N1 para crianças menores de 5 anos após aumento no número de reações adversas

Austrália interrompe vacinação H1N1 para crianças menores de 5 anos após aumento no número de reações adversas Mais de 60 crianças no estado australiano da Australia Ocidental (WA) podem ter tido reações adversas à vacina da gripe, informou o departamento do estado de saúde, sendo que uma está em estado crítico.
O ministro da Saúde do WA, Kim Hames, anunciou nesta quinta-feira que a vacinação para crianças menores de cinco anos de idade seria interrompida após uma série de reações à vacina contra a vacina de três cepas, que inclui a da gripe suína.
O médico-chefe oficial da Austrália, Jim Bishop, informou na sexta-feira para os profissionais de saúde em todo o país que estes devem parar imediatamente a imunização de crianças menores de cinco anos, por precaução.

O chefe do Departamento de Saúde de saúde de WA, Dr. Tarun Weeramanthri, disse que um número maior do que o esperado das reações à vacina, que é oferecida gratuitamente pelo governo estadual para as crianças menores de cinco anos, havia sido relatado.
O hospital infantial Princess Margaret’s (PMH) relatou 44 crianças com menos de 10 que apresentaram com convulsões febris, dos quais 23 foram relacionados à vacina pediátrica da gripe.
Das 23 crianças, 12 foram internadas no hospital.
A média de idade das crianças que tiveram reações à vacina foi de cerca de dois anos, mas as crianças com idades entre cinco e 10 também apresentaram febre e convulsões.
Dr Weeramanthri disse mais 40 crianças com menos de 10 anos haviam sido levados para outros hospitais do estado com convulsões febris, e uma averiguação estava sendo feita para avaliar se havia ligação com a vacina.
O Conselho de médicos do estado de WA disse que um quadro clínico consistente está sendo observado, com febre e vômitos no prazo de seis horas e, certamente, no prazo de 12 horas após a vacinação,” disse ele.
O departamento de saúde de WA está trabalhando com outros estados e territórios para compilar os dados, mas não houve relatos de um aumento de reações à vacina em outros estados. “É importante para obter uma estimativa de quantos foram vacinados e quantas crianças que potencialmente tiveram reações”, Dr Weeramanthri disse.
O departamento e a Administração de Medicamentos (TGA) informaram que existe uma suspeita inicial sobre o que eles acham que foi a causa do aumento de reações“, disse o Dr. Weeramanthri.
A TGA está trabalhando com os fabricantes em duas linhas de investigação“, disse.
Uma delas é o de dados de todo o país sobre onde nós estamos recebendo todos os sinais de aumento de reações e quais os lotes relacionados”.
O segundo é realmente testar diretamente os lotes detidos pelos diversos fabricantes, para todas as impurezas.”
Portanto, se esta é uma questão sobre a combinação de antígenos … desta vacina, que tem três partes, em comparação com uma única vacina, é algo que a TGA está averiguando“, Dr. Weeramanthri disse.
Essa é a primeira vez que o antigeno específico foi incluído, mas é preciso lembrar que as cepas de gripe mudam regularmente e entao há mudanças regulares na formulação da vacina da gripe.”
O departamento de saúde de WA respondeu adequadamente à reação e em tempo hábil”, disse o Dr. Weeramanthri.
Assim que tivermos informações dos médicos, em especial no hospital PMH esta semana em que eles estavam preocupados pois estavam vendo algo mais do que aquilo que normalmente vemos, e as pessoas têm de entender que existe uma incidência normal de reação febril após a vacinação em crianças.”
Uma vez que tivemos informações agimos com a brevidade que podíamos.”
O chefe de investigacao clinica do Centro Nacional de Pesquisa de Imunização, o Professor Robert Booy, disse que a experiência era que as crianças ao redor da Austrália demonstraram boa tolerância para a vacina.
Dr. Weeramanthri disse que estava esperançoso de um programa de vacinação segura poderá ser concedido uma vez que a segurança da vacina possa ser garantida.
Fontes:
Perth Now: Free flu vaccines suspended for children under five
Brisbane Times: Don’t give children flu jab: chief medical officer
FONTE

sábado, 24 de abril de 2010

Gripe suína: Microchips Implantáveis para Detectar o H1N1

Empresa com sede na Flórida, que se vangloria por comercializar o primeiro microchip RFID implantável em seres humanos e aprovado pelo governo dos EUA, está agora voltando sua unidade de pesquisas para “preparação de emergências”, esperando produzir um implante que possa automaticamente detectar na corrente sanguínea do hospedeiro a presença do vírus da gripe suína ou outros vírus considerados como “bio-ameaça”. A empresa VeriChip atualmente vende uma minúscula cápsula sub-cutânea de identificação por RFID, e que pacientes podem optar por implantar ou não, contendo um número ligado a seus registros médicos, possibilitando aos médicos, por meio de um leitor especial, acesso a esta informação mesmo que o paciente esteja inconsciente ou sem documentos. A empresa se vangloria que seu micro-chip, mais ou menos do tamanho de um grão de arroz, é o único aprovado pelo pelo FDA, orgão governamental dos EUA que faz o controle dos alimentos e medicamentos. Mas a VeriChip está agora voltando suas atenções para outros usos ta tecnologia, incluindo micro-chips que que seriam usados para rotular e registrar restos humanos após um desastre e implantes que a compania espera que seja capaz de avisar se o portador do implante está infectado com o H1N1 da gripe suína, o H5N1 da gripe aviária ou outros agentes pandemicos tidos como “bio-ameaça”. VeriChip está trabalhando em conjunto com uma compania de Minnesota, Receptors LLC, para desenvolver a tecnologia de detecção de vírus. Scott R. Silverman, presidente da VeriChip, declarou “A medidade que continuamos a construir nossa parceria com a Receptors, que se iniciará com um micro-chip RFID implantável sensível à glicose, nós estaremos saindo do área de dispositivos de identificação para sensores que possam detectar e identificar doenças e vírus tais como a gripe”. De acordo com uma publicação conjunta lançada em 7 de maio deste ano, por ambas as empresas, entitulado “Um Sistema de Sensores para Detecção de Bio-Ameaças de Pandemias à Doenças Emergentes e Bio-Terrorismo”, o objetivo da pesquisa é transformar a tecnologia de detecção de glicose em outras que identificariam vírus, e então acoplá-la em seres vivos, ou seja, um micro-chip que possa alertar da presença do vírus. O objetivo final é desenvolver um implante que possa também diagnosticar qual vírus está infectando o paradeiro. VeriTrace: Localizador para cadáver A compania explica que o VeriTrace, um outro sistema, foi criado na época do furacão Katrina, onde foi utilizado pelo Time Federal de Resposta Operacional Mortuária. O sistema inclui os micro-chips, um leitor móvel de bluetooth, uma câmera customizada que recebe tanto os dados de RFID e dados de GPS sem fio, e um banco de dados baseado em web para registrar informações e imagens capturadas durante as operações de resposta à emergência. Os micro-chips são implantados em cadáveres após um desastre ou, de acordo com um relatório da catástrofe do furacão Katrina, afixados em fitas aos ossos, de forma a manter registros detalhados, particularmente em eventos que resultam em centenas ou milhares de fatalidades. “Este banco de dados assegura a coleta precisa, armazenamento e inventário de todos os dados e imagens relacionados aos cadáveres e evidências.”, diz o relatório. “”Isso também permite a re-contrução precisa e completa de um cenário de desastre, cena do crime ou similar, onde a re-construção é necessária.” Desde o furacão Katrina, o Journal RFID reporta, o FBI da Georgia, o Departamento de Saúde do Havai, o Sistema de Operações de Resposta Mortuária de Emergência da Florida e o Escritório de Saúde do Condado de Erie, em Nova York, também adiquiriram o sistema. VeriChip anunciou vendas ao Hospital Memorial Calvert de Maryland e aos condados de Mercer and Atlantic em New Jersey. O site WND contactou VeriChip buscando informações sobre o progresso do desenvolvimento da tecnologia de detecção de vírus mas não obteve resposta. WND previamente reportou tais chips quando hospitais usaram-os para identificar recêm-nascidos, Veri-Chip buscava implantar imigrantes com os dispositivos eletrônicos, um evento de saúde do governo americano apresentou-os, e então o super-mercado Wal-Mart usou atis micro-ships para rastrear seus clientes. Fontes: VeriChip: Press Release: VeriChip Corporation and RECEPTORS LLC to Develop Sensor Systems to Detect Biological Threat Publicação Conjunta VeriChip- “An Integrated Sensor System for the Detection of Bio-Threats from Pandemics to Emerging Diseases to Bio-Terrorism,” MoreRFID: Press Release dobre o Veri-Trace WND – Next step in H1N1 scare: Microchip implant.
FONTE

terça-feira, 20 de abril de 2010

Expert em Epidemiologia: Pánico do H1N1 é muito pior que o vírus

Matéria traduzida diretamente da CBCNews do Canada.
Um ano após do primeiro caso humano de gripe H1N1 ser diagnosticado no México, os esforços de saúde pública no mundo inteiro focando campanhas de vacinação têm sido cada vez mais colocados em questão.
Até o dia 7 de março de 2010, 16.713 mortes de pessoas com a gripe suína H1N1 (testadas em laboratório) haviam sido relatadas à Organização Mundial de Saúde, um número muito menor do que muitos temiam. No mundo inteiro, muitos casos não foram nem diagnosticados ou testados.
“O surto de H1N1 foi bastante pequeno”, disse Philip Alcabes, PhD em epidemiologia de doenças infecciosas pela Universidade Johns Hopkins, bem como mestrados em bioquímica e saúde pública e professor na Universidade de Yale e na Universidade da Cidade de Nova York.
“Houve um tremendo exagero com a ameaça representada pelo vírus H1N1″, e que “acabou como uma espécie de galinha dos ovos de ouro para os fabricantes de vacinas e as empresas farmacêuticas”.

Alcabes insistiu em que a gripe suína foi um fiasco antes de que a vacina fosse produzida e, conseqüentemente, fez com que a imunização em massa não fosse mais necessária. As campanhas só aconteceram, disse ele, porque as empresas farmacêuticas, os políticos e os meios de comunicação induziram o pánico de o H1N1 repetiria a mortal pandemia de gripe de 1918.
O especialista disse também que não é claro se a vacina teve qualquer efeito em impedir que o H1N1 se espalhasse.
Fonte:
CBC Canada: H1N1 fears worse than virus, expert says

segunda-feira, 19 de abril de 2010

China Reporta Problemas de Paralisia com a Vacina Contra a Gripe Suína / H1N1

Guangzhou/China - Autoridades de controle e prevenção de doenças em Guangzhou (Cantão) receberam relatos de que algumas crianças ficaram doentes ou paralisadas após receberem a vacina contra o H1N1, em meio ao atual escândalo da vacina na província de Shanxi.

Após uma investigação inicial, alguns casos em Guangzhou, capital da província de Guangdong, têm sido estranhamente ligados à vacinação, disse Wang Ming, diretor do Centro de controle e prevenção de Doenças de Guangzhou.

"Nós conduzimos uma investigação imediata após o recebimento dos relatórios. Até agora, não podemos dizer se os casos estão definitivamente ligados com a vacinação", disse Wang a Yangcheng Evening News na quarta-feira.

É necessária mais investigação para preparar uma avaliação completa, segundo Wang.

Em um caso recente, Xian Weijian, um estudante de 10 anos do distrito de Baiyun, descobriu que não podia se apoiar na perna esquerda na noite depois que recebeu uma vacina contra a gripe H1N1 na escola na segunda-feira.

Xian foi dos 1.000 alunos que receberam a vacinas na escola naquele dia. O resto dos alunos não desenvolveu qualquer doença ou sintomas desconfortáveis.

"Meu filho não tinha quaisquer problemas de saúde antes de receber a vacina. Devev haver problemas com a vacina", disse o pai de Xian.

Xian foi enviado ao hospital infantil de Guangzhou para tratamento posterior.

"Se descobrirmos que os casos estão relacionados à vacina, iremos realizar uma investigação mais aprofundada e punir seriamente as pessoas envolvidas", disse Wang.

O relatório do inquérito inicial foi apresentado às autoridades governamentais, mas Huang Sui, um oficial de imprensa do Serviço de Saúde de Guangzhou, disse que ainda não foi fixada data para a publicação do relatório.

O prefeito de Guangzhou, Zhang Guangning, também pediu aos departamentos relacionados para conduzirem um inquérito exaustivo sobre o caso na terça-feira após receber um telefonema de uma mulher local.

A mãe alegou que seu filho de 15 anos desenvolveu paralisia nas pernas depois de receber a vacina H1N1 no ano passado.

"Ele ficou paralisado após receber a vacina. Como podemos acreditar que seu problema não tem nada que ver com a vacinação?" , perguntou ela.

Fontes:
China Daily: More vaccine problems reported
UOL: Vacinados contra gripe A na China têm reações adversas

BBC: Gripe Suína na Inglaterra : Das Manchetes à Notícia do Passado

A gripe suína começou como uma emergência de saúde global, mas felizmente nunca chegou ao ponto que se esperava inicialmente. Projete sua mente de volta a julho de 2009, e a Grã-Bretanha estava nas garras da peste da gripe suína . Havia mais de 100.000 casos por semana e notícias sobre o H1N1 dominavam as manchetes. Quando o Serviço Nacional de Gripe Pandemica foi lançado inicialmente ele entrou em colapso. Não admira que em determinados momentos o site estava recebendo 2.600 acessos por segundo.

Hoje a demanda e tão pouca para o serviço on-line e por telefone (onde você pode obter Tamiflu simplesmente respondendo a uma série de perguntas) que eles serão encerrado na quinta-feira 11 de Fevereiro.

Então, isso significa que podemos esquecer a gripe suína? E era tudo um enorme exagero? Milhões de comprimidos de Tamiflu permanecem em armazéns não utilizados, e se chegarmos a uma nova pandemia nos próximos anos, são suscetíveis de passar seu prazo de validade. Você pode argumentar que foi um desperdício de dinheiro, mas é fácil ser sábio depois do evento.

Há também muitas - e eu quero dizer muita - vacinas não utilizada contra a gripe suína. O governo encomendou 90 milhões de doses de vacina contra H1N1 (com opção para comprar mais 30 milhões, que foi cancelado). Trinta milhões destas doses deveriam vir da Baxter, mas a vacina foi envolta em problemas. Duas doses eram necessários em vez de uma, e houve dificuldades de abastecimento - o que permitiu que o governo do Reino Unido invocasse uma cláusula de rescisão de seu contrato. O principal fornecedor da vacina foi a GSK. O governo encomendou 60 milhões de doses de Pandemrix.

Em torno de 5,25 milhões de pessoas, ou seja, apenas 10.6% da população da Inglaterra, foram vacinadas no país. Isso significa que há uma enorme quantidade de vacina - dezenas de milhões de doses - que estão encalhadas. Deve ser feito um anúncio nas próximas semanas sobre o que será feito com as vacinas restantes. Até este momento, não temos os dados do custo total das vacina - devido ao sigilo comercial.

Fontes:
BBC: From headline news to has-been

sábado, 17 de abril de 2010

Anti-virais naturais contra a gripe suína

ara combater as ameaças de microorganismos patogênicos – não só vírus, mas também bactérias, parasitas etc. – a regra básica é uma boa alimentação. É oportuno eliminar a chamada junk food, com a qual, muitos de nós, cúmplices de uma publicidade martelante, nos alimentamos (produtos pré-cozidos, “aditivados” (mesmo que apenas por açúcar, sal e gorduras vegetais, mais ou menos hidrogenadas – alimentos industriais, coloridos artificialmente etc.), dando preferência aos alimentos frescos, da estação e, se possível, de origem biológica, principalmente frutas e verduras.

De um lado, diminuímos a quantidade de agrotóxicos que entra no organismo, o que, consequentemente, reduz as interferências de ordem alimentar no sistema imunitário; de outro, incrementamos a absorção de vitaminas e minerais indispensáveis para a correta ativação das nossas defesas. Para a perfeita alimentação, muitas vezes é útil associar integradores nutricionais à base de minerais (selênio, zinco), vitaminas (A,C, e E) e ervas específicas, tais como a equinácea, o alho, o ginseng, alcaçuz e hissopo, para dar suporte ao sistema imunitário.

  • Equinácea

Esta planta herbácea ativa o sistema imunitário contra as infecções, sejam bacteriais ou virais. Trata-se de um antibiótico natural delicado que funciona melhor se consumida quando surgirem os primeiros sintomas.

  • Alho

É um excelente remédio para todos os tipos de infecções, inclusive aquelas do aparelho respiratório. O alho também combate a proliferação de muitas bactérias e vírus. É eficaz para o resfriado, a gripe, as infecções de ouvido e ajuda a reduzir o muco. Pode ser consumido junto com antibióticos para dar suporte às suas ações. É especialmente indicado para a tosse persistente e a bronquite. Além disso contém vitamina A, C e E, que reforçam o sistema imunitário.

  • Ginseng

Essa preciosa raiz incrementa a eficiência física e mental e a resistência ao estresse e às doenças. É na verdade uma raiz adaptável, que reequilibra o organismo de acordo com as necessidades individuais. O ginseng aumenta a função imunitária e potencializa a energia e o vigor.

  • Hissopo

Possui efeitos benéficos no tratamento de infecções respiratórias. Usado em forma de chá, é um forte expectorante que alivia os sintomas da congestão e da tosse, já que fluidifica as secreções brônquio-pulmonares. Pode também ajudar a reduzir a febre. Cuidado, porém, com o óleo essencial que, consumido em excesso, pode causar convulsões.

  • Alcaçuz
A raiz do alcaçuz dá suporte ao sistema imunitário e inibe diretamente diversos vírus. Reduz as irritações da garganta, a congestão pulmonar e é usada para a tosse e problemas dos brônquios. Protege, por outro lado, o estômago e é assim um remédio útil também para as inflamações gástricas. O alcaçuz é uma das ervas mais receitadas na Europa para o tratamento de gripe e resfriado.

  • Alimentos
Veja este PDF do Dr. Marcio bontempo, que dá várias dicas de alimentos que ajudam em sua imunidade.

Fontes e Créditos:


MS: Nenhum Efeito adverso? Veja a verdade por trás da vacinação nos EUA

 

Nós temos sido informados pelo ministério da saúde de que 30 milhões de pessoas foram já vacinadas no hemisfério norte e de que não houve nenhuma reação adversa.

Pois bem, eu acabei de achar o site do CDC com o sistema WONDER (Wide-ranging Online Data for Epidemiologic Research) (ou Dados de alto-alcance para Pesquisa Epidemiológica). Neste sistema pode-se pesquisar e classificar todos os relatos de efeitos adversos das vacina, e o que nos interessa mais neste momento, os efeitos adversos da vacina contra o H1N1. Os dados abaixo incluem reações adversas até fevereiro de 2010.

  • Reações adversas
O diretor de Vigilância Epidemiológica do Ministério da Saúde Eduardo Hage afirmou aqui: “A vacina já foi utilizada em mais de 300 milhões de pessoas no mundo todo. Não têm sido registrado, comprovadamente, eventos adversos graves, ou mortes relacionados ao uso da vacina. Portanto a vacina é segura e desde que iniciamos a vacinação também no país não há ocorrência de eventos graves associados ao uso dessa vacina”. Notem o comprovadamente. Vimos no caso do bebe que após tomar a vacina sofreu paralisia, e teve o seu primeiro diagnóstico, que colocava a causa da inflamação neuronal e da medula na vacina, invalidado por um outro diagnóstico no dia seguinte.

Esta primeira tabela abaixo mostra a quantidade de efeitos adversos descartando aqueles classificados como "não sérios"

Sexo

Eventos Reportados


Percent (of 3,803)


Feminino2,47164.98%
Masculino1,31634.60%
Desconhecido160.42%
Total3,803100.00%

  • Mortes
Na tabela abaixo está o resultado pesquisando por mortes após a aplicação das vacinas contra o H1N1.

Sexo

Eventos Reportados


Percent (of 66)


Feminino3350.00%
Masculino3248.48%
Desconhecido11.52%
Total66100.00%

A tabela abaixo mostra a quantidade de mortes agrupado por fornecedor da vacina:

Laboratórios

Eventos Reportados


Percentual


CSL LIMITED57.58%
GLAXOSMITHKLINE BIOLOGICALS23.03%
MEDIMMUNE VACCINES, INC.710.61%
NOVARTIS VACCINES AND DIAGNOSTICS1624.24%
SANOFI PASTEUR2943.94%
Desconhecido710.61%
Total66100.00%

Pode-se ver que a sanofi detem o posto de maior causador de mortes.
  • Síndrome de guillain barre

O ministério da saúde na mesma no em que refuta os "boatos" na internet afirma que:

Boato: Há evidências da síndrome de Guillain-Barré em muitas pessoas que tomaram a vacina nos outros países do mundo. Não existe esta evidência nos países que já realizaram ou estão vacinando contra a influenza pandêmica

Vejamos então...
Abaixo temos o relatório de casos de guillain barre relatados até fevereiro de 2010:

Sexo

idade
Eventos Reportados


Percentagem


Feminino<>11.04%
1-2 Anos22.08%
3-5 Anos22.08%
6-17 Anos55.21%
18-29 Anos33.12%
30-39 Anos88.33%
40-49 Anos66.25%
50-59 Anos1010.42%
60-64 Anos55.21%
65+ Anos99.38%
Total5153.12%
Masculino1-2 Anos11.04%
3-5 Anos11.04%
6-17 Anos66.25%
18-29 Anos33.12%
30-39 Anos44.17%
40-49 Anos33.12%
50-59 Anos1111.46%
60-64 Anos44.17%
65+ Anos1111.46%
Desconhecido11.04%
Total4546.88%
Total96100.00%

  • Abortos
O ministério da saúde no mesmo documento afirma que:

Há evidências de má formação fetal em gestantes que
tomaram a vacina.
A vacina contra o vírus influenza pandêmico (H1N1) 2009 é segura e indicada para a gestante em qualquer idade gestacional. Na vacinação realizada no hemisfério norte não houve nenhum registro de má formação fetal relacionada a vacina.

Bem, eu fiz esta pesquisa no WONDER, filtrando todos os abortos acontecidos após a aplicacao da vacina. Veja na tabela abaixo a quantidade de abortos que aconteceram. A tabela está agrupada por dias que se passaram após a vacinação. Vemos que o maior número de abortos aconteceram entre 1-3 dias e de 2-4 semanas. Neste link temos o relato de mais de 70 americanas que abortaram logo após tomar a vacina.

Dias após tomar a vacina

Eventos Reportados


Percentagem


0 days98.82%
1 day109.80%
2 days1312.75%
3 days1413.73%
4 days54.90%
5 days21.96%
6 days21.96%
7 days43.92%
8 days21.96%
9 days21.96%
10-14 days1110.78%
15-30 days1413.73%
31-60 days54.90%
Desconhecido98.82%
Total102100.00%


Vimos acima que existem sim reações adversas causadas pela vacina, e os dados acima incluem apenas os EUA. Porque a imprensa ignora estes dados?

Aparentemente este sistema não faz verificação dos casos reportados. É porém, uma forte indicação de que tais casos ocorreram, e podem estar ligados a aplicação da vacina.

Fontes:
CDC - WOnder -VAERS
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