Temos ouvido toda vez que ocorre uma reação adversa a mesma ladainha: "esta pessoa provavelmente tinha alergia a ovo".
Esta história de alergia a ovo é para tentar desviar todas as reações adversas como se fossem alergias a ovo. Estão colocando toda e qualquer reação no mesmo balaio, como se fosse por alergia a ovo.
Veja então o que nos diz no site da "Universidade Americana de Alergia, Asma e Imunologia":
Flu Shots And Egg Allergy
People with egg allergy could have a reaction when given the flu vaccine because the vaccine may contain some amount of egg protein. Fortunately, even in individuals with confirmed egg allergy, flu vaccines may be administered under certain conditions by experienced physicians. Most reactions to flu vaccines are not due to egg-allergy.
Tradução:
Vacinas contra a gripe e alergia ao ovo
Pessoas com alergia a ovo podem ter uma reação quando receberem a vacina contra a gripe porque a vacina pode conter uma certa quantidade de proteína do ovo. Felizmente, mesmo em indivíduos com alergia a ovo confirmada, vacinas contra a gripe pode ser administrada sob determinadas condições, por médicos experientes.
A maioria das reações às vacinas contra a gripe não são devidos a alergia ao ovo.
Não passa de um subterfúgio para tentar justificar as centenas de mortes que tem ocorrido neste país devido à vacina. Alguém pode me perguntar: porque o governo teria interesse em esconder as reações adversas? Eu respondo: como eu postei algumas semanas atrás, que após a repercussão como o ministério da saúde não negou que nos contratos com as empresas farmacêuticas havia uma cláusula isentando-as de qualquer ações ocasionadas por efeitos da vacina, como morte e invalidez. Na resposta do MS apenas diz: "Não temos essa informação". Como diz o ditado que quem não nega consente, podemos assumir que esta cláusula existe sim, e como qualquer ação na justiça iria recair sobre o governo, estão fazendo de tudo para negar que existe qualquer ligação causal da vacina e das dezenas mortes que já ocorreram.
Fontes:
American College of Allergy, Asthma and Immunology: Flu Shots and Egg Allergy
Onde estão os contratos entre as fornecedoras da vacina H1N1 e o governo brasileiro?
A Nova ordem mundial
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quarta-feira, 2 de junho de 2010
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Assustador: Relato de reação adversa a vacina H1N1
Gostaria de divulgar um relato de um caso grave de reação adversa à vacina H1N1, postado por uma jovem de curitiba em uma comunidade sobre o H1N1 e na comunidade Brasil no orkut. Verifiquei o perfil da jovem no orkut, e me pareceu bem autentico, com mais de 500 amigos, fotos com namorado, e os amigos desejando melhoras para a sua doença. Ela me deu permissão para linkar o relato ao seu perfil no orkut.“Gente, estou desolada. Tomei a vacina lá pelo dia 10 de abril, não tive reação nenhuma apenas dor no braço, como todo mundo! No dia das mães comecei a sentir dor de garganta… e só piorei, veio a gripe com tudo… dor no corpo, febre, etc! Aí fui ao médico na quinta feira quando vi que só piorava, aí o médico me entupiu de remédios, corticóide, antibiótico, remédio pra dor e febre e xarope! Melhorei muito pouco, no sábado fomos ao hospital novamente, estava muito mal da garganta, febre, tosse… aí o médico me receitou uma injeção de dirpospan e disse que se eu não melhorasse até segunda, era pra eu ir atrás do tamiflu e me deu a receita! No sábado, comecei a sentir dores nas juntas(tornozelos e joelhos, fora as costas). Na segunda eu estava melhor, então nos despreocupamos! Mas na terça de manhã, tive uma recaída, com febre, pressão alta, mal estar e dores nos cotovelos, tornozelos, joelhos e até punhos!!! Sentia fortes dores com queimação nas costas. Corremos pro hospital… dessa vez outro hospital… a médica disse não haver teste pra comprovar a gripe h1n1, e sim teste pra influenza. Mas que ela não tinha dúvidas que eu estava com a gripe mesmo!!! Me exigiu 5 dias de repouso e tomar o tamiflu! Hoje já me sinto melhor, tomei a primeira dose na terça à noite, passei muito mal nos dois primeiros dias com fortes dores no peito, costas e juntas. Senti pontadas e sensação de estufamento! Foi muito ruím! Tenho suado muito durante a noite. Ainda estou preocupada, mas agora já estou começando a sentir melhora! Alguém mais passou por algo parecido? Vocês sabiam que não existe teste pra comprovar o vírus? E não é muito estranho, mesmo vacinada, eu pegar a gripe???”
Me parece que as dores nas juntas pode ser um caso de artrite reativa, que é uma condição autoimune, causada normalmente por uma infecçao, ou artrite reumatóide, que pode ser causada por uma tormenta de citocinas.
Alguns casos de artrites reativa após vacinação:
Reactive arthritis
following tetanus vaccination: a case report
Reactive arthritis after influenza vaccination: report of a case
Na Inglaterra, 1 crianca foi diagnosticada com artrite reativa depois de ter tomado a vacina.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Dr. Alessandro Loiola: A Vacina contra H1N1: Notícias Direto do Úbere de Blossom
Gostaria de compartilhar este texto de um corajoso médico que não tem medo de ir contra os grandes poderosos por trás da vacinação contra o H1N1. Muito Obrigado Alessandro!
A VACINA CONTRA H1N1: NOTÍCIAS DIRETO DO ÚBERE DE BLOSSOM
© Dr. Alessandro Loiola
Era uma fresca manhã de 14 de maio de 1796 quando o médico inglês Edward Jenner pegou o menino James Phipps e arranhou e bezuntou seus braços com secreções purulentas colhidas das mãos de uma ordenhadeira chamada Sarah. Sarah havia recentemente contraído uma forma de varíola bovina das tetas de sua vaquinha predileta, Blossom. E Blossom, ruminando serena, nem sabia o que eram varíola ou tetas, tampouco que ela própria era um bovino.
E então James, de apenas 8 anos de idade, adoeceu, teve febre, sentiu-se mal por alguns dias e recuperou-se. Mas isso não foi suficiente para Jenner. Após alguns dias, ele investiu novamente sobre o menino (cientificamente falando, claro), sentando-lhe uma dolorosa injeção de material fresco de varíola humana. Afora a picada, o menino nada sentiu ou desenvolveu. Ele havia se tornado imune à varíola – o equivalente atual a ser imune ao HIV.
A experiência bizarra de Jenner poderia ser classificada como algo entre o desumano e o neonazista – ou ambos -, mas sua audácia resultou em um avanço que salvaria mais vidas que qualquer outra descoberta médica na assombrosa história da humanidade. Utilizando camponeses como porquinhos da Índia, Jenner havia descoberto a vacinação.
Quase 3 séculos mais tarde, somos assolados por uma nova epidemia. Desta vez, uma mutação do banal vírus da Gripe. Sim, banal. Perto de uma garrafa de cerveja, o influenza H1N1 é um iniciante: calcula-se que o H1N1 tenha ceifado cerca de 15 mil vidas no ano passado, em todo o mundo. No mesmo período e local, pelo menos 2,3 milhões de pessoas morreram devido a problemas relacionados ao consumo de álcool - e você não tem um ataque de pânico ao ver uma garrafa de Chivas, tem?
Ah, sim: segundo dados da OMS, a cada ano o trânsito causa mais de 1 milhão e duzentas mil mortes e o Fumo, cerca de 5.000.000 de óbitos. Se você conhece algum tabagista que dirige, providencie agora mesmo uma coroa de flores para ele. Quem sabe comprando adiantando você consegue um bom desconto.
Por causa da burrice generalizada... perdão, deixe-me corrigir: por causa das agendas equivocadas, da incapacidade institucionalizada e da corrupção hereditária, nosso governo vai investir uma senhora grana na aquisição e distribuição de mais de 100 milhões de doses da vacina contra H1N1. Pilhas e pilhas e pilhas de notas de reais investidos em uma campanha nacional de seringa-marketing. Tsc, tsc.
Quer melhorar a saúde da população? Então que tal não deixar faltar remédio para hipertensão no posto saúde e acompanhar de perto todo e qualquer hipertenso? Afinal de contas, a hipertensão arterial é responsável por mais de 7 milhões de mortes prematuras a cada ano.
Mas tudo bem. Isso combina como uma luva com a estratégia de saúde de um (des)Governo que criou com pompas e circunstâncias o Fome Zero, destinado a aplacar a desnutrição de 18 milhões de brasileiros – e pouco fez para controlar o excesso de peso que atinge outros 70 milhões de patrícios. Temos 3 gordos para cada 1 desnutrido e querem distribuir mais comida. Tá certo. Nada contra. O faturamento do meu consultório agradece.
Minha pirraça com esta campanha de imunização contra o H1N1 reside na sinistra rapidez com que uma vacina de massa foi desenvolvida e prontamente disponibilizada à população. Os primeiros casos de H1N1 foram detectados em abril de 2009 e menos de um ano depois já temos uma vacina “absolutamente segura e eficaz”? Hum... sei não... vou perguntar pro Papai Noel, pode?
Em 1999, uma vacina infantil “altamente eficiente” contra rotavírus foi rapidamente retirada do mercado nos EUA: após 14 meses de vacinações, as estatísticas mostraram que a RotaShield aumentava de modo significativo o risco de intussuscepção – um tipo de obstrução intestinal potencialmente fatal.
Até hoje, corre solta a discussão se o aumento nos casos de autismo observado nas últimas décadas não estaria relacionado ao timerosal, um conservante presente em muitas vacinas. A pressa é inimiga da perfeição – e vizinha do superfaturamento.
Uma (excelente) revisão recente da Cochrane Collaboration, envolvendo mais de 70 estudos científicos de qualidade, concluiu que nem mesmo a vacina contra gripe comum possui evidências concretas sobre sua eficácia em pessoas com mais de 65 anos de idade. Que dirá a vacina para o H1N1.
A princípio, espera-se que uma vacina cause menos efeitos que a doença contra a qual ela oferece proteção. Mas esses dados ainda não estão disponíveis para a vacina contra o H1N1. Os próprios especialistas americanos, do CDC, do FDA e do Departamento de Defesa estão vigilantes para identificar quaisquer eventuais efeitos colaterais. “Podem ocorrer alguns efeitos adversos, algo poderia acontecer, mas nós acreditamos que isto é altamente improvável”, disse o especialista Dr. Mark Mulligan, diretor executivo do Emory Vaccine Center, em Atlanta (EUA).
Como é que é? Eles “acreditam” que um efeito colateral é altamente improvável? É alguma procissão de fé? Chama o Papai Noel aí de novo.
Eu muito modestamente creio que um programa direcionado para a melhoria das condições sanitárias e nutricionais da população possuiria uma relação de custo-benefício bem superior a certas campanhas de vacinação. Por exemplo: por que não substituir a campanha anual de vacinação contra gripe por um programa sazonal orientando a população a utilizar suplementos de vitamina D3?
Ao contrário da vacina, a vitamina D3 oferece uma proteção quase universal contra o Influenza. Além disso, em doses maiores, a D3 pode ser capaz de curar a gripe.
Lamentavelmente, a mentalidade feudal de Edward Jenner prevalece. Seu legado intelectual pode ser insubstituível, mas não tenho vocação para cobaia. Entre as injeções contra H1N1 e o estábulo, ainda prefiro o úbere de Blossom.
Se a curiosidade lhe mordeu, recomendo então mais alguns links para artigos sensatos sobre H1N1 e a milagrosa vacina:
- Pandemia de gripe ou pandemia de pânico? -
http://www.channel4.com/news/articles/science_technology/pandemic+flu+or+pandemic+panic/3279557
- Uma gigantesca indústria aguarda pela pandemia - http://www.spiegel.de/international/world/0,1518,637119,00.html
- O que nós realmente sabemos sobre a vacina?
http://www.theglobeandmail.com/news/opinions/what-do-we-know-about-the-vaccines-safety-not-enough/article1242422/
- Estudo de Vigilância Epidemiológica na Austrália conclui: não existem evidências mostrando proteção significativa da vacina contra gripe em qualquer faixa etária. http://pesquisa.bvsalud.org/h1n1/resources/mdl-19660248
- Entrevista com Dr. Tom Jefferson, renomado epidemiologista do Cochrane Collaboration Group - http://blogs.ft.com/healthblog/2009/09/11/interview-dr-tom-jefferson-and-pandemic-flu-vaccines/
---
Formado em Medicina pela Escola de Medicina da Santa Casa de Misericórdia de Vitória, com especialização em Cirurgia Geral pela Fundação Educacional Lucas Machado (Belo Horizonte/MG), o médico capixaba Alessandro Loiola vem atuando há mais de 10 anos como desenvolvedor de conteúdo científico para jornais, revistas, canais de televisão e Internet. Palestrante, autor de vários livros sobre saúde e centenas de artigos publicados no Brasil e no exterior, Dr. Alessandro pode ser encontrado como colunista e colaborador em mais de 200.000 páginas na Web. Atualmente, reside e clinica em São José dos Campos, São Paulo.
Fonte:
Saúde Para Todos: A VACINA CONTRA H1N1: NOTÍCIAS DIRETO DO ÚBERE DE BLOSSOM
A VACINA CONTRA H1N1: NOTÍCIAS DIRETO DO ÚBERE DE BLOSSOM
© Dr. Alessandro Loiola
Era uma fresca manhã de 14 de maio de 1796 quando o médico inglês Edward Jenner pegou o menino James Phipps e arranhou e bezuntou seus braços com secreções purulentas colhidas das mãos de uma ordenhadeira chamada Sarah. Sarah havia recentemente contraído uma forma de varíola bovina das tetas de sua vaquinha predileta, Blossom. E Blossom, ruminando serena, nem sabia o que eram varíola ou tetas, tampouco que ela própria era um bovino.
E então James, de apenas 8 anos de idade, adoeceu, teve febre, sentiu-se mal por alguns dias e recuperou-se. Mas isso não foi suficiente para Jenner. Após alguns dias, ele investiu novamente sobre o menino (cientificamente falando, claro), sentando-lhe uma dolorosa injeção de material fresco de varíola humana. Afora a picada, o menino nada sentiu ou desenvolveu. Ele havia se tornado imune à varíola – o equivalente atual a ser imune ao HIV.
A experiência bizarra de Jenner poderia ser classificada como algo entre o desumano e o neonazista – ou ambos -, mas sua audácia resultou em um avanço que salvaria mais vidas que qualquer outra descoberta médica na assombrosa história da humanidade. Utilizando camponeses como porquinhos da Índia, Jenner havia descoberto a vacinação.
Quase 3 séculos mais tarde, somos assolados por uma nova epidemia. Desta vez, uma mutação do banal vírus da Gripe. Sim, banal. Perto de uma garrafa de cerveja, o influenza H1N1 é um iniciante: calcula-se que o H1N1 tenha ceifado cerca de 15 mil vidas no ano passado, em todo o mundo. No mesmo período e local, pelo menos 2,3 milhões de pessoas morreram devido a problemas relacionados ao consumo de álcool - e você não tem um ataque de pânico ao ver uma garrafa de Chivas, tem?
Ah, sim: segundo dados da OMS, a cada ano o trânsito causa mais de 1 milhão e duzentas mil mortes e o Fumo, cerca de 5.000.000 de óbitos. Se você conhece algum tabagista que dirige, providencie agora mesmo uma coroa de flores para ele. Quem sabe comprando adiantando você consegue um bom desconto.
Por causa da burrice generalizada... perdão, deixe-me corrigir: por causa das agendas equivocadas, da incapacidade institucionalizada e da corrupção hereditária, nosso governo vai investir uma senhora grana na aquisição e distribuição de mais de 100 milhões de doses da vacina contra H1N1. Pilhas e pilhas e pilhas de notas de reais investidos em uma campanha nacional de seringa-marketing. Tsc, tsc.
Quer melhorar a saúde da população? Então que tal não deixar faltar remédio para hipertensão no posto saúde e acompanhar de perto todo e qualquer hipertenso? Afinal de contas, a hipertensão arterial é responsável por mais de 7 milhões de mortes prematuras a cada ano.
Mas tudo bem. Isso combina como uma luva com a estratégia de saúde de um (des)Governo que criou com pompas e circunstâncias o Fome Zero, destinado a aplacar a desnutrição de 18 milhões de brasileiros – e pouco fez para controlar o excesso de peso que atinge outros 70 milhões de patrícios. Temos 3 gordos para cada 1 desnutrido e querem distribuir mais comida. Tá certo. Nada contra. O faturamento do meu consultório agradece.
Minha pirraça com esta campanha de imunização contra o H1N1 reside na sinistra rapidez com que uma vacina de massa foi desenvolvida e prontamente disponibilizada à população. Os primeiros casos de H1N1 foram detectados em abril de 2009 e menos de um ano depois já temos uma vacina “absolutamente segura e eficaz”? Hum... sei não... vou perguntar pro Papai Noel, pode?
Em 1999, uma vacina infantil “altamente eficiente” contra rotavírus foi rapidamente retirada do mercado nos EUA: após 14 meses de vacinações, as estatísticas mostraram que a RotaShield aumentava de modo significativo o risco de intussuscepção – um tipo de obstrução intestinal potencialmente fatal.
Até hoje, corre solta a discussão se o aumento nos casos de autismo observado nas últimas décadas não estaria relacionado ao timerosal, um conservante presente em muitas vacinas. A pressa é inimiga da perfeição – e vizinha do superfaturamento.
Uma (excelente) revisão recente da Cochrane Collaboration, envolvendo mais de 70 estudos científicos de qualidade, concluiu que nem mesmo a vacina contra gripe comum possui evidências concretas sobre sua eficácia em pessoas com mais de 65 anos de idade. Que dirá a vacina para o H1N1.
A princípio, espera-se que uma vacina cause menos efeitos que a doença contra a qual ela oferece proteção. Mas esses dados ainda não estão disponíveis para a vacina contra o H1N1. Os próprios especialistas americanos, do CDC, do FDA e do Departamento de Defesa estão vigilantes para identificar quaisquer eventuais efeitos colaterais. “Podem ocorrer alguns efeitos adversos, algo poderia acontecer, mas nós acreditamos que isto é altamente improvável”, disse o especialista Dr. Mark Mulligan, diretor executivo do Emory Vaccine Center, em Atlanta (EUA).
Como é que é? Eles “acreditam” que um efeito colateral é altamente improvável? É alguma procissão de fé? Chama o Papai Noel aí de novo.
Eu muito modestamente creio que um programa direcionado para a melhoria das condições sanitárias e nutricionais da população possuiria uma relação de custo-benefício bem superior a certas campanhas de vacinação. Por exemplo: por que não substituir a campanha anual de vacinação contra gripe por um programa sazonal orientando a população a utilizar suplementos de vitamina D3?
Ao contrário da vacina, a vitamina D3 oferece uma proteção quase universal contra o Influenza. Além disso, em doses maiores, a D3 pode ser capaz de curar a gripe.
Lamentavelmente, a mentalidade feudal de Edward Jenner prevalece. Seu legado intelectual pode ser insubstituível, mas não tenho vocação para cobaia. Entre as injeções contra H1N1 e o estábulo, ainda prefiro o úbere de Blossom.
Se a curiosidade lhe mordeu, recomendo então mais alguns links para artigos sensatos sobre H1N1 e a milagrosa vacina:
- Pandemia de gripe ou pandemia de pânico? -
http://www.channel4.com/news/articles/science_technology/pandemic+flu+or+pandemic+panic/3279557
- Uma gigantesca indústria aguarda pela pandemia - http://www.spiegel.de/international/world/0,1518,637119,00.html
- O que nós realmente sabemos sobre a vacina?
http://www.theglobeandmail.com/news/opinions/what-do-we-know-about-the-vaccines-safety-not-enough/article1242422/
- Estudo de Vigilância Epidemiológica na Austrália conclui: não existem evidências mostrando proteção significativa da vacina contra gripe em qualquer faixa etária. http://pesquisa.bvsalud.org/h1n1/resources/mdl-19660248
- Entrevista com Dr. Tom Jefferson, renomado epidemiologista do Cochrane Collaboration Group - http://blogs.ft.com/healthblog/2009/09/11/interview-dr-tom-jefferson-and-pandemic-flu-vaccines/
---
Formado em Medicina pela Escola de Medicina da Santa Casa de Misericórdia de Vitória, com especialização em Cirurgia Geral pela Fundação Educacional Lucas Machado (Belo Horizonte/MG), o médico capixaba Alessandro Loiola vem atuando há mais de 10 anos como desenvolvedor de conteúdo científico para jornais, revistas, canais de televisão e Internet. Palestrante, autor de vários livros sobre saúde e centenas de artigos publicados no Brasil e no exterior, Dr. Alessandro pode ser encontrado como colunista e colaborador em mais de 200.000 páginas na Web. Atualmente, reside e clinica em São José dos Campos, São Paulo.
Fonte:
Saúde Para Todos: A VACINA CONTRA H1N1: NOTÍCIAS DIRETO DO ÚBERE DE BLOSSOM
Anvisa admite não saber todos os efeitos adversos possíveis da vacina contra H1N1 e que a tecnologia utilizada é nova
Com a divulgação de que a vacina contra H1N1 poderia causar resultados falso-positivos em testes para detectar o HIV (entre outros), veio a tona o que o Ministério da Saúde vem tentando negar desde o começo desta campanha de vacinação: nem eles sabem os possíveis efeitos adversos que esta vacina pode causar.
Vejam o porque:
Na Nota Técnica Nº 02/2010 (GGSTO/DIDBB/ANVISA) pode-se ler:
Deste parágrafo da nota, podemos tirar duas conclusões que expõem várias mentiras divulgadas pelo ministério da saúde e seus mercenários on-line:
Está na hora do Brasil acordar para o fato de que as autoridades da saúde não estão trabalhando no melhor interesse da população brasileira. Foi ocultado da população durante 7 meses que a vacina poderia causar falso positivo para exame de HIV (esta informação estava disponível no site da GSK desde outubro de 2009). Por uma ironia do destino, a divulgação desta informacão agora prova de forma incontestável que temos sido enganados e que esta vacina pode ter efeitos colaterais desconhecidos. Temos que exigir que todos os casos de efeitos adversos sejam divulgados publicamente, e que todos os casos sérios sejam revistos, já que a política atual é de negar a relação causal da vacina e dos efeitos adversos.
Fontes:
Nota Técnica Nº 02/2010 - GGSTO/DIDBB/ANVISA
Vejam o porque:
Na Nota Técnica Nº 02/2010 (GGSTO/DIDBB/ANVISA) pode-se ler:
Considerando que:
2. A produção industrial de vacinas contra influenza pandêmica A (H1N1) tem sido realizada de forma acelerada, com a utilização de novas tecnologias de produção e adjuvantes, por tratar-se de uma pandemia e de uma situação de emergência em saúde pública, não havendo, atualmente, dados disponíveis sobre todos os efeitos adversos possíveis.
Deste parágrafo da nota, podemos tirar duas conclusões que expõem várias mentiras divulgadas pelo ministério da saúde e seus mercenários on-line:
- Não se conhece os possíveis efeitos adversos que esta vacina pode causar.
- A vacina contra o H1N1 utiliza novas tecnologias de produção e adjuvantes
Está na hora do Brasil acordar para o fato de que as autoridades da saúde não estão trabalhando no melhor interesse da população brasileira. Foi ocultado da população durante 7 meses que a vacina poderia causar falso positivo para exame de HIV (esta informação estava disponível no site da GSK desde outubro de 2009). Por uma ironia do destino, a divulgação desta informacão agora prova de forma incontestável que temos sido enganados e que esta vacina pode ter efeitos colaterais desconhecidos. Temos que exigir que todos os casos de efeitos adversos sejam divulgados publicamente, e que todos os casos sérios sejam revistos, já que a política atual é de negar a relação causal da vacina e dos efeitos adversos.
Fontes:
Nota Técnica Nº 02/2010 - GGSTO/DIDBB/ANVISA
Ministério da Saúde: há risco de falso resultado positivo de HIV após vacina H1N1
Online
BRASÍLIA – O Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, do Ministério da Saúde, liberou uma nota técnica número 128/2010 sobre a possibilidade de resultados falso-positivos em testes imunoenzimáticos para HIV entre pessoas que receberam a vacina contra Influenza A (H1N1). A nota, que você pode ler na íntegra logo abaixo, é categórica ao afirmar que deve-se ter muita cautela na divulgação dos resultados. Ela está circulando de maneira restrita entre médicos. A nota diz ainda que tal fato foi constatado em exames feitos após a vacinação. “Isso ocorre porque ao tomar a vacina, o corpo começou a produzir anticorpos Imunoglobina M (IgM), que é produzido diante da primeira exposição a um antígeno”, afirma. A seguir, a íntegra da nota:
“Saúde alerta sobre risco de resultado falso positivo em testes de HIV de pessoas que tomaram vacina contra H1N1
O Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, através do Ministério da Saúde, orientou aos serviços de saúde sobre a possibilidade de obtenção de resultado falso positivo em testes imunienzimáticos, realizados para detectar anticorpos contra o vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) do tipo 1.
De acordo com a Nota Técnica nº 02/2010 – GGSTO/DIDBB/ANVISA, de 08 de março de 2010, devido à forma acelerada de produção industrial da vacina contra do vírus da Influenza A (H1N1), com a utilização de novas tecnologias de produção e adjuvantes, não há no momento dados disponíveis sobre todos os efeitos adversos, porém foi observado que pessoas que tomaram a vacina, ao fazer o teste de HIV-1 apresentaram resultado falso positivo, ou seja, os resultados indicam que o vírus está presente, quando, na verdade, não está.
Isso ocorre porque ao tomar a vacina, o corpo começou a produzir anticorpos Imunoglobina M (IgM), que é produzido diante da primeira exposição à um antígeno. E reações não específicas ou a presença de anticorpos dirigidos a outros agentes infecciosos que podem ser antigenicamente similares ao HIV podem produzir resultados falso positivo no teste.
Segundo a orientação, em caso de amostras reagentes nos testes de HIV-1, é recomendada a realização de outro teste para verificado o resultado, sendo que este segundo não deve ser reagente em caso de reação cruzada com anticorpos produzidos em resposta à vacina contra o vírus Influenza A.
Porém, o resultado negativo nestes testes, não descarta a infecção pelo HIV, já que o paciente pode estar no estado de soro conversão, ou ainda, estar com outra enfermidade que interfira nos resultados do teste de HIV.
Nestes casos, a investigação deve ser realizada até o resultado final do diagnóstico para o vírus, ou até que a reatividade cruzada da IgM produzida contra a vacina seja desfeita em relação aos testes de HIV-1.
Os profissionais de saúde ficam responsáveis pelo diagnóstico sorológico do HIV-1, e devem informar aos pacientes que receberam a vacina contra o vírus H1N1, sobre a possibilidade de resultado falso-positivo nos testes que detectam o vírus da Aids. Caso necessário, também devem convocar os pacientes para a realização de nova coleta após 30 dias, até que o diagnóstico seja definitivo.
Para conferir a nota, disponível também no site www.aids.gov.br (links documentos e publicações, lista completa): http://www.aids.gov.br/data/documents/storedDocuments/%7BB8EF5DAF-23AE-4891-AD36-1903553A3174%7D/%7BD978B7B8-5B67-4874-A118-CB2D1F1B4B92%7D/NT%20128_2010.pdf.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
ZeroHora: Jovem tem pernas paralisadas após receber a vacina contra a gripe suína no Rio Grande do Sul
Uma jovem de 25 anos está internada no hospital Santa Casa de Rio Grande, no sul do Estado. A suspeita que está sendo investigada pela Secretaria Municipal da Saúde é de que ela pode ter tido reação à vacina contra a gripe A. A paciente está com os membros inferiores paralisados, mas o estado de saúde é estável.
Segundo a secretária municipal de saúde, Zelionara Branco, a doença que paralisa o corpo é chamada de síndrome de guillain-barré. A secretaria não descarta que a paciente tenha reação a algum do componente da vacina.
A Secretaria Estadual da Saúde reafirma segurança da vacina contra a gripe A. A campanha já imunizou 2,1 milhões gaúchos, registrando nove casos de reação (três quadros de paralisia facial, um caso de paralisia das pernas, e cinco de reações alérgicas em geral).
Segundo o coordenador estadual de vigilância em saúde, Francisco Paz, todos são sintomas neurológicos e reversíveis:
— Qualquer medicação pode dar esse tipo de reação. O número de reações é em número bastante pequeno. São reações individuais, que dependem de como o organismo da pessoa reage.
A secretaria orienta as pessoas que já tiveram algum tipo de reação neurológica a outras vacinas para não tomarem a dose contra a gripe A. Quem tem dúvidas, deve procurar o próprio médico para uma avaliação.
Jornal Agora:
Segundo a secretária municipal de Saúde, Zelionara Branco, no hospital, a paciente foi submetida a exame de liquor, cujo resultado foi compatível para a síndrome de Guillain-Barré. Nesta quinta-feira, ela fará exame de eletroneuromiografia, que dará melhores condições de definição do diagnóstico, conforme informado pela administração da Santa Casa à secretária.
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Como sempre, as 'autoridades' da saúde defendem a todo o custo a vacina como segura e tentando relevar os efeitos adversos. Estou tentando conseguir os dados de reações adversas suspeitas e as confirmadas ocorridas em todo o país, o que seria normalmente papel da imprensa, mas que infelizmente fica passiva, neste importante momento. Manterei vocês informados.
Fontes:
Zero Hora: Jovem pode ter tido reação à vacina contra a gripe A em Rio Grande
Zero Hora: Investigada reação à vacina da gripe A
Jornal Agora: SMS investiga caso suspeito de reação à vacina contra gripe A
sábado, 24 de abril de 2010
Gripe suína: Microchips Implantáveis para Detectar o H1N1
Empresa com sede na Flórida, que se vangloria por comercializar o primeiro microchip RFID implantável em seres humanos e aprovado pelo governo dos EUA, está agora voltando sua unidade de pesquisas para “preparação de emergências”, esperando produzir um implante que possa automaticamente detectar na corrente sanguínea do hospedeiro a presença do vírus da gripe suína ou outros vírus considerados como “bio-ameaça”. A empresa VeriChip atualmente vende uma minúscula cápsula sub-cutânea de identificação por RFID, e que pacientes podem optar por implantar ou não, contendo um número ligado a seus registros médicos, possibilitando aos médicos, por meio de um leitor especial, acesso a esta informação mesmo que o paciente esteja inconsciente ou sem documentos. A empresa se vangloria que seu micro-chip, mais ou menos do tamanho de um grão de arroz, é o único aprovado pelo pelo FDA, orgão governamental dos EUA que faz o controle dos alimentos e medicamentos. Mas a VeriChip está agora voltando suas atenções para outros usos ta tecnologia, incluindo micro-chips que que seriam usados para rotular e registrar restos humanos após um desastre e implantes que a compania espera que seja capaz de avisar se o portador do implante está infectado com o H1N1 da gripe suína, o H5N1 da gripe aviária ou outros agentes pandemicos tidos como “bio-ameaça”. VeriChip está trabalhando em conjunto com uma compania de Minnesota, Receptors LLC, para desenvolver a tecnologia de detecção de vírus. Scott R. Silverman, presidente da VeriChip, declarou “A medidade que continuamos a construir nossa parceria com a Receptors, que se iniciará com um micro-chip RFID implantável sensível à glicose, nós estaremos saindo do área de dispositivos de identificação para sensores que possam detectar e identificar doenças e vírus tais como a gripe”. De acordo com uma publicação conjunta lançada em 7 de maio deste ano, por ambas as empresas, entitulado “Um Sistema de Sensores para Detecção de Bio-Ameaças de Pandemias à Doenças Emergentes e Bio-Terrorismo”, o objetivo da pesquisa é transformar a tecnologia de detecção de glicose em outras que identificariam vírus, e então acoplá-la em seres vivos, ou seja, um micro-chip que possa alertar da presença do vírus. O objetivo final é desenvolver um implante que possa também diagnosticar qual vírus está infectando o paradeiro. VeriTrace: Localizador para cadáver A compania explica que o VeriTrace, um outro sistema, foi criado na época do furacão Katrina, onde foi utilizado pelo Time Federal de Resposta Operacional Mortuária. O sistema inclui os micro-chips, um leitor móvel de bluetooth, uma câmera customizada que recebe tanto os dados de RFID e dados de GPS sem fio, e um banco de dados baseado em web para registrar informações e imagens capturadas durante as operações de resposta à emergência. Os micro-chips são implantados em cadáveres após um desastre ou, de acordo com um relatório da catástrofe do furacão Katrina, afixados em fitas aos ossos, de forma a manter registros detalhados, particularmente em eventos que resultam em centenas ou milhares de fatalidades. “Este banco de dados assegura a coleta precisa, armazenamento e inventário de todos os dados e imagens relacionados aos cadáveres e evidências.”, diz o relatório. “”Isso também permite a re-contrução precisa e completa de um cenário de desastre, cena do crime ou similar, onde a re-construção é necessária.” Desde o furacão Katrina, o Journal RFID reporta, o FBI da Georgia, o Departamento de Saúde do Havai, o Sistema de Operações de Resposta Mortuária de Emergência da Florida e o Escritório de Saúde do Condado de Erie, em Nova York, também adiquiriram o sistema. VeriChip anunciou vendas ao Hospital Memorial Calvert de Maryland e aos condados de Mercer and Atlantic em New Jersey. O site WND contactou VeriChip buscando informações sobre o progresso do desenvolvimento da tecnologia de detecção de vírus mas não obteve resposta. WND previamente reportou tais chips quando hospitais usaram-os para identificar recêm-nascidos, Veri-Chip buscava implantar imigrantes com os dispositivos eletrônicos, um evento de saúde do governo americano apresentou-os, e então o super-mercado Wal-Mart usou atis micro-ships para rastrear seus clientes. Fontes: VeriChip: Press Release: VeriChip Corporation and RECEPTORS LLC to Develop Sensor Systems to Detect Biological Threat Publicação Conjunta VeriChip- “An Integrated Sensor System for the Detection of Bio-Threats from Pandemics to Emerging Diseases to Bio-Terrorism,” MoreRFID: Press Release dobre o Veri-Trace WND – Next step in H1N1 scare: Microchip implant.
FONTE
segunda-feira, 19 de abril de 2010
BBC: Gripe Suína na Inglaterra : Das Manchetes à Notícia do Passado
A gripe suína começou como uma emergência de saúde global, mas felizmente nunca chegou ao ponto que se esperava inicialmente. Projete sua mente de volta a julho de 2009, e a Grã-Bretanha estava nas garras da peste da gripe suína . Havia mais de 100.000 casos por semana e notícias sobre o H1N1 dominavam as manchetes. Quando o Serviço Nacional de Gripe Pandemica foi lançado inicialmente ele entrou em colapso. Não admira que em determinados momentos o site estava recebendo 2.600 acessos por segundo.
Hoje a demanda e tão pouca para o serviço on-line e por telefone (onde você pode obter Tamiflu simplesmente respondendo a uma série de perguntas) que eles serão encerrado na quinta-feira 11 de Fevereiro.
Então, isso significa que podemos esquecer a gripe suína? E era tudo um enorme exagero? Milhões de comprimidos de Tamiflu permanecem em armazéns não utilizados, e se chegarmos a uma nova pandemia nos próximos anos, são suscetíveis de passar seu prazo de validade. Você pode argumentar que foi um desperdício de dinheiro, mas é fácil ser sábio depois do evento.
Há também muitas - e eu quero dizer muita - vacinas não utilizada contra a gripe suína. O governo encomendou 90 milhões de doses de vacina contra H1N1 (com opção para comprar mais 30 milhões, que foi cancelado). Trinta milhões destas doses deveriam vir da Baxter, mas a vacina foi envolta em problemas. Duas doses eram necessários em vez de uma, e houve dificuldades de abastecimento - o que permitiu que o governo do Reino Unido invocasse uma cláusula de rescisão de seu contrato. O principal fornecedor da vacina foi a GSK. O governo encomendou 60 milhões de doses de Pandemrix.
Em torno de 5,25 milhões de pessoas, ou seja, apenas 10.6% da população da Inglaterra, foram vacinadas no país. Isso significa que há uma enorme quantidade de vacina - dezenas de milhões de doses - que estão encalhadas. Deve ser feito um anúncio nas próximas semanas sobre o que será feito com as vacinas restantes. Até este momento, não temos os dados do custo total das vacina - devido ao sigilo comercial.
Fontes:
BBC: From headline news to has-been
Hoje a demanda e tão pouca para o serviço on-line e por telefone (onde você pode obter Tamiflu simplesmente respondendo a uma série de perguntas) que eles serão encerrado na quinta-feira 11 de Fevereiro.
Então, isso significa que podemos esquecer a gripe suína? E era tudo um enorme exagero? Milhões de comprimidos de Tamiflu permanecem em armazéns não utilizados, e se chegarmos a uma nova pandemia nos próximos anos, são suscetíveis de passar seu prazo de validade. Você pode argumentar que foi um desperdício de dinheiro, mas é fácil ser sábio depois do evento.
Há também muitas - e eu quero dizer muita - vacinas não utilizada contra a gripe suína. O governo encomendou 90 milhões de doses de vacina contra H1N1 (com opção para comprar mais 30 milhões, que foi cancelado). Trinta milhões destas doses deveriam vir da Baxter, mas a vacina foi envolta em problemas. Duas doses eram necessários em vez de uma, e houve dificuldades de abastecimento - o que permitiu que o governo do Reino Unido invocasse uma cláusula de rescisão de seu contrato. O principal fornecedor da vacina foi a GSK. O governo encomendou 60 milhões de doses de Pandemrix.
Em torno de 5,25 milhões de pessoas, ou seja, apenas 10.6% da população da Inglaterra, foram vacinadas no país. Isso significa que há uma enorme quantidade de vacina - dezenas de milhões de doses - que estão encalhadas. Deve ser feito um anúncio nas próximas semanas sobre o que será feito com as vacinas restantes. Até este momento, não temos os dados do custo total das vacina - devido ao sigilo comercial.
Fontes:
BBC: From headline news to has-been
sábado, 17 de abril de 2010
Anti-virais naturais contra a gripe suína
ara combater as ameaças de microorganismos patogênicos – não só vírus, mas também bactérias, parasitas etc. – a regra básica é uma boa alimentação. É oportuno eliminar a chamada junk food, com a qual, muitos de nós, cúmplices de uma publicidade martelante, nos alimentamos (produtos pré-cozidos, “aditivados” (mesmo que apenas por açúcar, sal e gorduras vegetais, mais ou menos hidrogenadas – alimentos industriais, coloridos artificialmente etc.), dando preferência aos alimentos frescos, da estação e, se possível, de origem biológica, principalmente frutas e verduras.
De um lado, diminuímos a quantidade de agrotóxicos que entra no organismo, o que, consequentemente, reduz as interferências de ordem alimentar no sistema imunitário; de outro, incrementamos a absorção de vitaminas e minerais indispensáveis para a correta ativação das nossas defesas. Para a perfeita alimentação, muitas vezes é útil associar integradores nutricionais à base de minerais (selênio, zinco), vitaminas (A,C, e E) e ervas específicas, tais como a equinácea, o alho, o ginseng, alcaçuz e hissopo, para dar suporte ao sistema imunitário.
Esta planta herbácea ativa o sistema imunitário contra as infecções, sejam bacteriais ou virais. Trata-se de um antibiótico natural delicado que funciona melhor se consumida quando surgirem os primeiros sintomas.
É um excelente remédio para todos os tipos de infecções, inclusive aquelas do aparelho respiratório. O alho também combate a proliferação de muitas bactérias e vírus. É eficaz para o resfriado, a gripe, as infecções de ouvido e ajuda a reduzir o muco. Pode ser consumido junto com antibióticos para dar suporte às suas ações. É especialmente indicado para a tosse persistente e a bronquite. Além disso contém vitamina A, C e E, que reforçam o sistema imunitário.
Essa preciosa raiz incrementa a eficiência física e mental e a resistência ao estresse e às doenças. É na verdade uma raiz adaptável, que reequilibra o organismo de acordo com as necessidades individuais. O ginseng aumenta a função imunitária e potencializa a energia e o vigor.
Possui efeitos benéficos no tratamento de infecções respiratórias. Usado em forma de chá, é um forte expectorante que alivia os sintomas da congestão e da tosse, já que fluidifica as secreções brônquio-pulmonares. Pode também ajudar a reduzir a febre. Cuidado, porém, com o óleo essencial que, consumido em excesso, pode causar convulsões.
De um lado, diminuímos a quantidade de agrotóxicos que entra no organismo, o que, consequentemente, reduz as interferências de ordem alimentar no sistema imunitário; de outro, incrementamos a absorção de vitaminas e minerais indispensáveis para a correta ativação das nossas defesas. Para a perfeita alimentação, muitas vezes é útil associar integradores nutricionais à base de minerais (selênio, zinco), vitaminas (A,C, e E) e ervas específicas, tais como a equinácea, o alho, o ginseng, alcaçuz e hissopo, para dar suporte ao sistema imunitário.
- Equinácea
Esta planta herbácea ativa o sistema imunitário contra as infecções, sejam bacteriais ou virais. Trata-se de um antibiótico natural delicado que funciona melhor se consumida quando surgirem os primeiros sintomas.
- Alho
É um excelente remédio para todos os tipos de infecções, inclusive aquelas do aparelho respiratório. O alho também combate a proliferação de muitas bactérias e vírus. É eficaz para o resfriado, a gripe, as infecções de ouvido e ajuda a reduzir o muco. Pode ser consumido junto com antibióticos para dar suporte às suas ações. É especialmente indicado para a tosse persistente e a bronquite. Além disso contém vitamina A, C e E, que reforçam o sistema imunitário.
- Ginseng
Essa preciosa raiz incrementa a eficiência física e mental e a resistência ao estresse e às doenças. É na verdade uma raiz adaptável, que reequilibra o organismo de acordo com as necessidades individuais. O ginseng aumenta a função imunitária e potencializa a energia e o vigor.
- Hissopo
Possui efeitos benéficos no tratamento de infecções respiratórias. Usado em forma de chá, é um forte expectorante que alivia os sintomas da congestão e da tosse, já que fluidifica as secreções brônquio-pulmonares. Pode também ajudar a reduzir a febre. Cuidado, porém, com o óleo essencial que, consumido em excesso, pode causar convulsões.
- Alcaçuz
- Alimentos
Veja este PDF do Dr. Marcio bontempo, que dá várias dicas de alimentos que ajudam em sua imunidade.
Fontes e Créditos:
MS: Nenhum Efeito adverso? Veja a verdade por trás da vacinação nos EUA
Pois bem, eu acabei de achar o site do CDC com o sistema WONDER (Wide-ranging Online Data for Epidemiologic Research) (ou Dados de alto-alcance para Pesquisa Epidemiológica). Neste sistema pode-se pesquisar e classificar todos os relatos de efeitos adversos das vacina, e o que nos interessa mais neste momento, os efeitos adversos da vacina contra o H1N1. Os dados abaixo incluem reações adversas até fevereiro de 2010.
- Reações adversas
Esta primeira tabela abaixo mostra a quantidade de efeitos adversos descartando aqueles classificados como "não sérios"
|
|
| ||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Feminino | 2,471 | 64.98% | ||||||||
| Masculino | 1,316 | 34.60% | ||||||||
| Desconhecido | 16 | 0.42% | ||||||||
| Total | 3,803 | 100.00% |
- Mortes
|
|
| ||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Feminino | 33 | 50.00% | ||||||||
| Masculino | 32 | 48.48% | ||||||||
| Desconhecido | 1 | 1.52% | ||||||||
| Total | 66 | 100.00% |
A tabela abaixo mostra a quantidade de mortes agrupado por fornecedor da vacina:
Pode-se ver que a sanofi detem o posto de maior causador de mortes.
- Síndrome de guillain barre
O ministério da saúde na mesma no em que refuta os "boatos" na internet afirma que:
Boato: Há evidências da síndrome de Guillain-Barré em muitas pessoas que tomaram a vacina nos outros países do mundo. Não existe esta evidência nos países que já realizaram ou estão vacinando contra a influenza pandêmica
Vejamos então...
Abaixo temos o relatório de casos de guillain barre relatados até fevereiro de 2010:
| idade |
|
| ||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Feminino | <> | 1 | 1.04% | ||||||||
| 1-2 Anos | 2 | 2.08% | |||||||||
| 3-5 Anos | 2 | 2.08% | |||||||||
| 6-17 Anos | 5 | 5.21% | |||||||||
| 18-29 Anos | 3 | 3.12% | |||||||||
| 30-39 Anos | 8 | 8.33% | |||||||||
| 40-49 Anos | 6 | 6.25% | |||||||||
| 50-59 Anos | 10 | 10.42% | |||||||||
| 60-64 Anos | 5 | 5.21% | |||||||||
| 65+ Anos | 9 | 9.38% | |||||||||
| Total | 51 | 53.12% | |||||||||
| Masculino | 1-2 Anos | 1 | 1.04% | ||||||||
| 3-5 Anos | 1 | 1.04% | |||||||||
| 6-17 Anos | 6 | 6.25% | |||||||||
| 18-29 Anos | 3 | 3.12% | |||||||||
| 30-39 Anos | 4 | 4.17% | |||||||||
| 40-49 Anos | 3 | 3.12% | |||||||||
| 50-59 Anos | 11 | 11.46% | |||||||||
| 60-64 Anos | 4 | 4.17% | |||||||||
| 65+ Anos | 11 | 11.46% | |||||||||
| Desconhecido | 1 | 1.04% | |||||||||
| Total | 45 | 46.88% | |||||||||
| Total | 96 | 100.00% | |||||||||
- Abortos
Há evidências de má formação fetal em gestantes que
tomaram a vacina.
A vacina contra o vírus influenza pandêmico (H1N1) 2009 é segura e indicada para a gestante em qualquer idade gestacional. Na vacinação realizada no hemisfério norte não houve nenhum registro de má formação fetal relacionada a vacina.
Bem, eu fiz esta pesquisa no WONDER, filtrando todos os abortos acontecidos após a aplicacao da vacina. Veja na tabela abaixo a quantidade de abortos que aconteceram. A tabela está agrupada por dias que se passaram após a vacinação. Vemos que o maior número de abortos aconteceram entre 1-3 dias e de 2-4 semanas. Neste link temos o relato de mais de 70 americanas que abortaram logo após tomar a vacina.
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| ||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 0 days | 9 | 8.82% | ||||||||
| 1 day | 10 | 9.80% | ||||||||
| 2 days | 13 | 12.75% | ||||||||
| 3 days | 14 | 13.73% | ||||||||
| 4 days | 5 | 4.90% | ||||||||
| 5 days | 2 | 1.96% | ||||||||
| 6 days | 2 | 1.96% | ||||||||
| 7 days | 4 | 3.92% | ||||||||
| 8 days | 2 | 1.96% | ||||||||
| 9 days | 2 | 1.96% | ||||||||
| 10-14 days | 11 | 10.78% | ||||||||
| 15-30 days | 14 | 13.73% | ||||||||
| 31-60 days | 5 | 4.90% | ||||||||
| Desconhecido | 9 | 8.82% | ||||||||
| Total | 102 | 100.00% |
Vimos acima que existem sim reações adversas causadas pela vacina, e os dados acima incluem apenas os EUA. Porque a imprensa ignora estes dados?
Aparentemente este sistema não faz verificação dos casos reportados. É porém, uma forte indicação de que tais casos ocorreram, e podem estar ligados a aplicação da vacina.
Fontes:
CDC - WOnder -VAERS
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Reino Unido: carta confidencial para neurologistas revela perigos da vacina da gripe suína
Médicos foram postos em alerta para casos de problemas neurológicos seguindo a introdução de testes da vacina para a gripe suína, que deve começar a ser aplicada em setembro e outubro na Europa e EUA.
Por meio de uma carta enviada para neurologistas que vazou para o jornal Daily Mail, oficiais do governo informam que há um maior risco de desenvolver a síndrome de Guillain-Barre (GBS). A síndrome, que afeta em média 1.500 pessoas por ano no Reino Unido, ataca o sistema nervoso e pode causar paralisia e até a morte.
Dr. Tom Jefferson, coordenador do setor de vacinas do influente Cochrane Collaboration, um grupo independente que examina pesquisas afirmou: "Novas vacinas nunca se comportam da forme que voce espera. Pode ser que haja ligação com a GBS, que é certamente uma coisa que nao desejaria para ninguém. Mas pode terminar acontecendo qualquer coisa pois um dos aditivos das vacinas será um substancia chamada esqualeno, e em nenhum dos estudos que encontramos havia nenhuma pesquisa sobre o esqualeno"
Jefferson disse ainda que o esqualeno, que é uma enzima que ocorre naturalmente, pode causar efeitos adversos até entao nao descobertos.
Jackie Fletcher, fundador do grupo de pesquisas de vacina JABS, afirma: "O governo nao estaria antecipando este problema (através das cartas vazada), se eles nao pensassem que há realmente uma conexão. O que temos em maos é um massivo teste em cobaias".
No entanto o porta-voz do Departamento de Saúde afirmou que "A agencia de Medicina Européia tem um processo estrito para o licenciamento de vacinas pandêmicas. Ao prepara para uma pandêmia, testes apropriados para conferir a segurança e a resposta imunológica foram executados em vacinas muito similares a vacina para a gripe suína e eles mostram que tem um perfil seguro. É extremamente irresponsável sugerir que o Reino Unido usaria uma vacina sem consideração cuidadosa em relação a sua segurança. O Reino Unido tem um dos programas de imunização mais seguros do mundo.
Em 1976 houve um outro surto de gripe suína, e que por medo de uma repetição da epidemia de 1918, que matou milhões, o governo americano ordenou uma vacinação em massa. 40 milhões de americanos foram vacinados durante a campanha nacional. A epidemia acabou nao acontecendo, mas milhares de pessoas tiveram efeitos adversos, incluindo uma paralisia chamada Síndrome de Guillain-Barre, e entraram na justiça. O governo terminou tendo que arcar com o prejuízo das ações.
Update: Nossos amigos portugueses um mes após resolveram acordar para esta notícia. O Jornal Correio da Manha notificou com o título:"Vacina da gripe A pode ser fatal". Diz ainda: "A nova vacina da gripe A pode provocar uma doença neurológica grave, a síndrome Guillain-Barré, que causa paralisia, insuficiência respiratória e pode levar à morte."
Vacinação contra Gripe Suína de 1976 - 60 minutes
Programa 60 minutes da CBS, exibido em um domingo, dia 4 de novembro de 1979 sobre a vacinação contra a Gripe Suína de 1976, que foi um fiasco.
Apenas uma pessoa foi morta pela Gripe, mas dezenas de pessoas morreram e centenas de tiveram seqüelas causadas pela vacinação após terem sido afetadas pela “Síndrome de Guillain-Barré”. Esta é a mesma doença que oficiais da saúde do governo britânico pediram para os neurologistas ficarem alertas, através de uma carta secreta que acabou vazando para a imprensa.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
ANVISA: Documento de Estratégia de Vacinação Nacional Contra H1N1 Prevê Doenças Graves como Guillan Barre
A ANVISA lançou, em 12 de março, uma versão atualizada do Protocolo de Vigilância Epidemiológica de Eventos Adversos Pós-Vacinação – H1N1. Neste documento, pode ser encontradas informações sobre os tipos de vacinas aplicados, esquema vacinal para os diversos grupos populacionais e, é claro, os eventos adversos esperados (EAPV). Aí é que começa a ficar interessante.Este documento pede especial atenção para os seguintes eventos adversos graves:
- Síndrome de Guillain-Barré (SGB) (página 23)
- Encefalites, encefalomielites e mielites
- Neurite óptica
olho afetado.
- Anafilaxia
administrados.
- Morte súbita e inesperada
suicídio, envenenamento, traumas, acidentes, etc.) é definida como morte instantânea ou
dentro de 24 horas após o início dos sinais e sintomas que não se pode explicar. Morte
súbita é aquela que se produz rapidamente em um indivíduo aparentemente em boa saúde
até então.
Vemos então que estas informações não estão sendo devidamente divulgadas. Existem chances reais de estes efeitos adversos já estarem acontecendo. Vejamos por exemplo o caso da criança de menos de 2 anos que morreu no Pará. Não houve nenhuma divulgação do caso.
Neste documento existe uma grande lista de órgãos responsáveis pela coleta das informações de reações adversas. Estou entrando em contato com eles para tentar conseguir alguns dados. No entanto, eu duvido muito que irão liberar tais informações. Eu lhes manterei informados.
Fontes:
Protocolo de Vigilância Epidemiológica de Eventos Adversos Pós-Vacinação (26 de março de 2010)
Blog Akademia Medica: Novos Protocolos na H1N1: Ações na Atenção Primária e Eventos Adversos Pós-VacinaçãoA ANVISA lançou, em 12 de março, uma versão atualizada do Protocolo de Vigilância Epidemiológica de Eventos Adversos Pós-Vacinação – H1N1. Neste documento, pode ser encontradas informações sobre os tipos de vacinas aplicados, esquema vacinal para os diversos grupos populacionais e, é claro, os eventos adversos esperados (EAPV). Aí é que começa a ficar interessante.
Este documento pede especial atenção para os seguintes eventos adversos graves:
- Síndrome de Guillain-Barré (SGB) (página 23)
- Encefalites, encefalomielites e mielites
- Neurite óptica
olho afetado.
- Anafilaxia
administrados.
- Morte súbita e inesperada
suicídio, envenenamento, traumas, acidentes, etc.) é definida como morte instantânea ou
dentro de 24 horas após o início dos sinais e sintomas que não se pode explicar. Morte
súbita é aquela que se produz rapidamente em um indivíduo aparentemente em boa saúde
até então.
Vemos então que estas informações não estão sendo devidamente divulgadas. Existem chances reais de estes efeitos adversos já estarem acontecendo. Vejamos por exemplo o caso da criança de menos de 2 anos que morreu no Pará. Não houve nenhuma divulgação do caso.
Neste documento existe uma grande lista de órgãos responsáveis pela coleta das informações de reações adversas. Estou entrando em contato com eles para tentar conseguir alguns dados. No entanto, eu duvido muito que irão liberar tais informações. Eu lhes manterei informados.
Fontes:
Protocolo de Vigilância Epidemiológica de Eventos Adversos Pós-Vacinação (26 de março de 2010)
Blog Akademia Medica: Novos Protocolos na H1N1: Ações na Atenção Primária e Eventos Adversos Pós-Vacinação
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