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sexta-feira, 8 de junho de 2012

Google avisa: o Big Brother está de olho em você


Pode parecer algo tirado diretamente das páginas de '1984', o clássico distópico do escritor George Orwell onde o governo espiona toda e qualquer atividade íntima de seus cidadãos, mas é a realidade: O Google passou a exibir avisos no topo da tela a cada vez que conseguir rastrear que o governo está espionando algum cidadão de seu país e tentando acessar os seus dados.

A nova ferramenta será especialmente útil para usuários que vivem em países autoritários ou que monitoram a internet, como a China e diversas nações do Oriente Médio. O aviso não significa que a conta do usuário tenha sido hackeada, mas que pode estar sendo alvo de phishing ou malware. 

Reprodução


"Estamos constantemente em busca de malware em nossos sistemas, em particular de tentativas por parte de terceiros de ingressar nas contas dos usuários sem autorização. Quando temos informação específica – seja diretamente dos usuários ou de nossos próprios esforços de vigilância – mostramos sinais claros de alerta e instalamos proteções adicionais para combater esta atividade maliciosa",


A advertência – uma barra de cor rosa e letras azuis, no topo da tela – será disparada toda vez que existirem evidências de um ataque, e mostrará de maneira clara se a tentativa de invasão foi feita pelo Estado.

"Você pode se perguntar como sabemos que esta atividade é patrocinada pelo Estado. Não podemos entrar em detalhes sem revelar informações que possam ser úteis a estes malfeitores, mas nossa análise detalhada – assim como os relatórios das vítimas – sugere fortemente a participação de Estados ou grupos patrocinados pelo Estado", finaliza Grosse.

Fonte:

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Por que a China está construindo estruturas gigantes no meio do deserto?

Fotos apareceram no Google Maps mostrando estruturas titânicas não identificadas no meio do deserto chinês. A primeira é uma rede intrincada parecendo ser enormes listras metálicas.
 
Seria um experimento militar?
Elas parecem linhas largas desenhadas com algum material branco. Ou talvez o pó tenha sido escavado pelas máquinas.
Está localizado em Dunhuang, Jiuquan, Gansu, ao norte do Rio Shule, que atravessa o platô tibetano para o oeste no Deserto Kumtag. Abrange uma área de aproximadamente uma milha de comprimento por mais de 3.000 pés de largura.

As faixas são perfeitamente executadas, e elas parecem ser projetadas para serem vistas a partir da órbita.
Talvez seja algum tipo de direcionamento ou grades de calibramento para satélites espiões chineses? Talvez seja um código QR para alienígenas? Ninguém sabe realmente.
Você pode verificá-la a si mesmo no Google Maps aqui.



Why Is China Building These Gigantic Structures In the Middle of the Desert? (Update 3)
Why Is China Building These Gigantic Structures In the Middle of the Desert? (Update 3)
Why Is China Building These Gigantic Structures In the Middle of the Desert? (Update 3)
Why Is China Building These Gigantic Structures In the Middle of the Desert? (Update 3)
Why Is China Building These Gigantic Structures In the Middle of the Desert? (Update 3)
Why Is China Building These Gigantic Structures In the Middle of the Desert? (Update 3)
Why Is China Building These Gigantic Structures In the Middle of the Desert? (Update 3)
Why Is China Building These Gigantic Structures In the Middle of the Desert? (Update 3)

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Alerta: Google será dono de tudo o que você puser no Drive

O alardeado Google Drive chegou, mas e agora, deve-se colocar nele todos os arquivos que se tem no computador? É sempre bom pensar antes de agir, como mostra Rodrigo Ghedin, do Gizmodo.
Ele foi procurar na política de privacidade da gigante de buscas o que há ali que possa tratar do serviço de armazenamento em núvem da companhia – já que os termos foram unificados. E achou dois trechos preocupantes; o primeiro afirma que não há garantias de funcionamento, já o segundo diz claramente que qualquer coisa hospedada com o Google passa a pertencer ao Google.

Dentro da seção “Nossas garantias e isenções de responsabilidade” há o aviso de que, “exceto quando expressamente previsto nestes termos ou em termos adicionais, nem o Google, nem seus fornecedores ou distribuidores oferecem quaisquer garantias sobre os serviços“.

“Por exemplo, não nos responsabilizamos pelos conteúdos nos serviços, por funcionalidades específicas do serviço, ou pela confiabilidade, disponibilidade ou capacidade de atender suas necessidades. Fornecemos os serviços ‘na forma em que estão’”, continua o texto. “Certas jurisdições prevêem determinadas garantias, como a garantia de comerciabilidade implícita, adequação a uma finalidade específica e não violação. Na medida permitida por lei, excluímos todas as garantias.”

A outra parte soa ainda mais grave, pois diz que “quando você faz upload ou de algum modo envia conteúdo a nossos Serviços, você concede ao Google (e àqueles com quem trabalhamos) uma licença mundial para usar, hospedar, armazenar, reproduzir, modificar, criar obras derivadas (como aquelas resultantes de traduções, adaptações ou outras alterações que fazemos para que seu conteúdo funcione melhor com nossos Serviços), comunicar, publicar, executar e exibir publicamente e distribuir tal conteúdo”.

De acordo com a companhia, “os direitos que você concede nesta licença são para os fins restritos de operação, promoção e melhoria de nossos Serviços e de desenvolver novos Serviços. Essa licença perdura mesmo que você deixe de usar nossos Serviços (por exemplo, uma listagem de empresa que você adicionou ao Google Maps). Alguns Serviços podem oferecer-lhe modos de acessar e remover conteúdos que foram fornecidos para aquele Serviço. Além disso, em alguns de nossos Serviços, existem termos ou configurações que restringem o escopo de nosso uso do conteúdo enviado nesses Serviços. Certifique-se de que você tem os direitos necessários para nos conceder a licença de qualquer conteúdo que você enviar a nossos Serviços”.

O Gizmodo ressalta que, embora a falta de garantias quanto à estabilidade do produto não seja exclusividade do Google, a ideia de a empresa guardar para si os direitos de tudo o que for hospedado por ela parece única. Os termos do Windows Live, por exemplo, dizem, em nome da Microsoft: “Exceto materiais que licenciamos para você, não reivindicamos a propriedade do conteúdo fornecido por você no serviço. O seu conteúdo permanece seu conteúdo. Também não controlamos, verificamos ou endossamos o conteúdo que você e outros disponibilizam no serviço.”

Redação Adnews
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