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sexta-feira, 22 de junho de 2012

Documentos Revelam Fundação Rockefeller Participou Ativamente no Controle Mental das Massas


Jurriaan Maessen
Infowars.com

De materiais de arquivos a partir dos anos 1940, tornou-se aparente que a Fundação Rockefeller esteve durante décadas até os dias de hoje, fanaticamente estimulando pesquisas de técnicas de lavagem cerebral para indução de medo nas massas.

Em uma série de generosas doações na década de 40 e 50 ao Professor Carl I. Hovland, da Universidade de Yale, a Fundação ativamente financiou a pesquisa dos "mecanismos psicológicos pelos quais as comunicações exercem sua influência."

O principal assunto da pesquisa trata da questão de "como o indivíduo lida com a confusão de idéias conflitantes com os quais ele está constantemente bombardeado; como "wishful thinking" (raciocínio baseado no desejo ao invés da realidade) e como a predisposição emocional afetaria o julgamento, e se o processo de julgamento é transferido de uma situação para outra estão entre os problemas a serem estudados", lê-se no relatório anual de 1954 da Fundação Rockefeller.

Hovland, além da realização de pesquisas sobre mudanças de comportamento e atitude de grupos, também fez parte da equipe de ciência social da Fundação Rockefeller .

Além disso, o professor estava fortemente envolvido em outros ramos do estabelecimento anglo-americano. No estudo "Origens da Comunicação de Massa Durante a Guerra Fria", do americano Timothy Glander, o autor explica:
"(...) Hovland ocupou cargos importantes em vários importantes conselhos nacionais, incluindo o
Instituto de Pesquisas de Recursos Humanos da Força Aérea, a Fundação Ford, a Fundação Rockefeller, o Gabinete do Chefe do Estado Maior da Força Aérea dos EUA, e ele sem dúvida tinha um papel importante na determinação das agendas de investigação que estas organizações buscavam."

Já em 1948 a Fundação estava dirigindo dinheiro para Hovland e sua equipe. No relatório de 1948, os autores delinearam as razões por trás dos subsídios atribuídos:

"A compreensão da comunicação e da mudança de atitude é importante para o nosso sistema educacional, para aqueles que lideram grandes organizações e para aqueles que estão preocupados com a opinião e comportamento políticos. É essencial o conhecimento mais confiável de como a comunicação eficaz pode ser alcançado na área de atitude e opinião (...). "

Nos dias da Guerra Fria, a propaganda era muitas vezes tão flagrantemente óbvia para os ocidentais acostumados com a liberdade que era mais facilmente identificável como tal.

A Fundação Rockefeller entendia que o povo americano precisava ser submetido a formas mais sofisticadas de manipulação para que a pressão gradual para o governo global fosse efetivamente vendida nas próximas décadas. O relatório de 1954 explica:
"Apesar de se acreditar que filmes, televisão e quadrinhos seriam eficazes em contribuir para o aumento da delinquência juvenil no país, estes e os outros meios de comunicação de massa parecem ser muito menos eficazes quando aplicados ao fim desejável de promover a boa cidadania, ou uma ideologia democrática positiva na guerra fria."
"A boa cidadania". Uma frase que deve arrepiar a fibra de cada indivíduo amante da liberdade.
"(...) Teme-se que as comunicações em massa dos soviéticos são extraordinariamente bem sucedidas em difundir a propaganda comunista, tanto por trás da Cortina de Ferro como também em países neutros. Em um esforço para lançar luz sobre esta anomalia, e para auxiliar o desenvolvimento de princípios científicos que regem a eficácia da mídia de massa, a Fundação Rockefeller continuou o seu apoio ao Programa de Pesquisa em Comunicação na Universidade de Yale com uma subvenção a fundo perdido de US$ 200.000."
Em 1954, 200 mil dólares era uma quantidade excepcional de dinheiro. Esta doação substancial é apenas um exemplo entre muitos em que a Fundação Rockefeller lançou enormes somas de dinheiro na direção de cientistas sociais para refinar e aperfeiçoar a arte de doutrinação.

Um dos resultados de seus estudos foi que o medo, induzido ou não, torna a pessoa uma disposta vítima para a elite. O site changingminds.org dá uma adequada resumida dos resultados do professor Hovland:
"Você não tem que causar dor para criar medo. O córtex frontal humano tem uma função primordial na reflexão sobre o futuro. Somos muito hábeis para imaginar o que poderia acontecer e experimentar emoções antecipadas. Isto revelou-se útil em nossa evolução, mas também pode causar problemas como o medo antecipado das coisas que não podem acontecer nos causam estresse e permitem com que outros possam nos persuadir."
A fase de estudo desde muito tempo evoluiu para a fase de implementação. Em meados dos anos setenta a Fundação Rockefeller já estava ocupada comprando jornalistas e financiando a criação de impérios dos meios de comunicação.

Mesmo naquela época, as "mudanças climáticas" estava sendo ativamente promovida como um resultado trágico de interferência humana nos assuntos da terra. Alimentos geneticamente modificados já estavam sendo empurrados como a cura para todos os males. A idéia era colocar as respostas baseadas na emoção em prática, assim como observado por Hovland.

O relatório anual de 1974 da Fundação Rockefeller relata:
"Vários editores científicos foram convidados a participar das reuniões da Fundação sobre mudanças climáticas, produção de alimentos, conflito entre países, resistência genética a pragas em plantas, e da aquicultura. Histórias apareceram posteriormente na primeira página do The New York Times e a Associated Press publicou substanciais histórias que foram amplamente utilizadas por todo o mundo. Em cada um deles, os escritores foram apresentados aos funcionários do nosso programa e incentivados a usá-los como recursos. (Oficiais estão agora, de fato, sendo chamados pelos jornalistas, particularmente em áreas atuais de alto interesse jornalístico, tais como a produção de alimentos, os problemas da população, questões ambientais, e as artes.)".
Em várias ocasiões, e em publicações diferentes espalhadas por todo o seu longo e sórdido passado, a Fundação Rockefeller se gabou abertamente pelo uso de figuras da mídia para seus próprios propósitos.

Em nenhum desses casos a Fundação Rockefeller menciona qualquer problema encontrado com qualquer um dos magnatas da mídia que eles contataram. No relatório anual 1974, Bill Moyers é mencionado como um dos beneficiários das informações divulgadas pela Fundação.
"Na elaboração da sua notável série de 25 partes sobre a situação alimentar mundial, os jornalistas do New York Times tornaram-se conhecidos e estabeleceram frutuosas relações em curso com um bom número de nossos funcionários. Nossa equipe têm fornecido informações substanciais e novos contatos para Bill Moyers em sua série de televisão que lida com os problemas da interdependência global. Estes são apenas alguns dos muitos novos relacionamentos produtivos que temos estabelecido com representantes dos meios de comunicação."
Para vender ao público a idéia do governo mundial, a pesquisa do professor Hovland provou ser inestimável. Como qualquer um pode ver, as técnicas são sendo fanaticamente aplicadas nos dias de hoje.

Considere como a máquina de guerra do estabelecimento anglo-americano dispara logo que os objetivos geopolíticos se tornam visíveis.

Na parte II desta investigação vamos mergulhar em uma outra dimensão da pesquisa do professor Hovland, que está no cerne de todas as comunicações de massa: a influência do cinema e da música sobre a mente subconsciente, dirigida tanto para o indivíduo como para as massas.

Fonte:

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Alerta: Google será dono de tudo o que você puser no Drive

O alardeado Google Drive chegou, mas e agora, deve-se colocar nele todos os arquivos que se tem no computador? É sempre bom pensar antes de agir, como mostra Rodrigo Ghedin, do Gizmodo.
Ele foi procurar na política de privacidade da gigante de buscas o que há ali que possa tratar do serviço de armazenamento em núvem da companhia – já que os termos foram unificados. E achou dois trechos preocupantes; o primeiro afirma que não há garantias de funcionamento, já o segundo diz claramente que qualquer coisa hospedada com o Google passa a pertencer ao Google.

Dentro da seção “Nossas garantias e isenções de responsabilidade” há o aviso de que, “exceto quando expressamente previsto nestes termos ou em termos adicionais, nem o Google, nem seus fornecedores ou distribuidores oferecem quaisquer garantias sobre os serviços“.

“Por exemplo, não nos responsabilizamos pelos conteúdos nos serviços, por funcionalidades específicas do serviço, ou pela confiabilidade, disponibilidade ou capacidade de atender suas necessidades. Fornecemos os serviços ‘na forma em que estão’”, continua o texto. “Certas jurisdições prevêem determinadas garantias, como a garantia de comerciabilidade implícita, adequação a uma finalidade específica e não violação. Na medida permitida por lei, excluímos todas as garantias.”

A outra parte soa ainda mais grave, pois diz que “quando você faz upload ou de algum modo envia conteúdo a nossos Serviços, você concede ao Google (e àqueles com quem trabalhamos) uma licença mundial para usar, hospedar, armazenar, reproduzir, modificar, criar obras derivadas (como aquelas resultantes de traduções, adaptações ou outras alterações que fazemos para que seu conteúdo funcione melhor com nossos Serviços), comunicar, publicar, executar e exibir publicamente e distribuir tal conteúdo”.

De acordo com a companhia, “os direitos que você concede nesta licença são para os fins restritos de operação, promoção e melhoria de nossos Serviços e de desenvolver novos Serviços. Essa licença perdura mesmo que você deixe de usar nossos Serviços (por exemplo, uma listagem de empresa que você adicionou ao Google Maps). Alguns Serviços podem oferecer-lhe modos de acessar e remover conteúdos que foram fornecidos para aquele Serviço. Além disso, em alguns de nossos Serviços, existem termos ou configurações que restringem o escopo de nosso uso do conteúdo enviado nesses Serviços. Certifique-se de que você tem os direitos necessários para nos conceder a licença de qualquer conteúdo que você enviar a nossos Serviços”.

O Gizmodo ressalta que, embora a falta de garantias quanto à estabilidade do produto não seja exclusividade do Google, a ideia de a empresa guardar para si os direitos de tudo o que for hospedado por ela parece única. Os termos do Windows Live, por exemplo, dizem, em nome da Microsoft: “Exceto materiais que licenciamos para você, não reivindicamos a propriedade do conteúdo fornecido por você no serviço. O seu conteúdo permanece seu conteúdo. Também não controlamos, verificamos ou endossamos o conteúdo que você e outros disponibilizam no serviço.”

Redação Adnews
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