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quarta-feira, 5 de maio de 2010

Pedofilia e homossexualismo na Igreja: Por Pe. Leonardo Holtz Peixoto

PADRE DESABAFA
Segue abaixo o texto pecioso de um sacerdote santo: Quão maravilhoso seria o mundo se pelo menos metade dos mais de 400 mil padres católicos fossem assim, pensassem e agissem da forma como este texto sintetiza. Como não adianta chorar sobre leite derramado, vamos é rezar para que não fique pior.
O artigo trata do tema ainda candente – mas já morrendo – da questão da tal de “pedofilia” no clero. De fato temos aqui um artifício diabólico, arquitetado pela mídia de satã, porque na realidade o problema gravíssimo neste caso não é a pedofilia, ou a efebofilia, mas sim o homossexualismo.
Ora, se eles publicamente usassem a palavra “homossexualismo” para acusar os padres, estariam condenando também os milhões de homossexuais não sacerdotes, ou seria dois pesos e duas medidas. Assim fazem o mundo enfurecer-se contra a Igreja e os padres, enquando os bandidos de satanás continuam livres para seu desvario, sua loucura. Somente Lúcifer teria um idéia tão maligna.
Assim, no artigo que segue, este sacerdote coloca em síntese tudo aquilo que nós temos alertado através dos anos. Parece que ele acompanha nossas páginas. Leia, que vale a pena! Dai pode traçar um parâmetro de como seria o mundo, e a verdadeira Igreja de sempre.

Quo Ibimus?
(para onde iremos?)
Pedofilia e homossexualismo na Igreja
Por Pe. Leonardo Holtz Peixoto
Nestes últimos dias a Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo tem sido, mais uma vez, vítima do sensacionalismo midiático. Sabemos que escândalos existem e, infelizmente, dentro da Santa Igreja inclusive. Mas isso não deveria ser novidade para ninguém, uma vez que o próprio Nosso Senhor declarou no Evangelho: “Ai do mundo por causa dos escândalos! Eles são inevitáveis, mas ai do homem que os causa!” (Mt 18,7). A pedofilia é, deveras, uma vergonha! É um pecado que brada aos céus além de crime. Violar ou violentar uma criatura tão pura como uma criança é um absurdo!
Mas já que a palavra em voga é CONDENAÇÃO, é aqui que eu também condeno essa sociedade moderna por HIPOCRISIA. Vestir seus filhinhos como pequenos adultos não seria também uma forma de violar a inocência pueril? Permitir que eles assistam a determinados programas como as novelas do horário “nobre” ou o BBB (que torna os que o assistem Bestiais, Boçais e Baldados…) não seria também uma forma de violar a inocência? Menininhas altamente pintadas, usando esmaltes e vestidinhos ousados… crianças falando palavrões e gírias obscenas.
As crianças de hoje sabem letras de músicas (se é que se pode chamar aquilo de música) que só de pensar sinto vergonha. E os pais? Riem e acham engraçadinho. Incentivam. Os que incentivam tal tipo de comportamento, que deturpa e degrada a pureza da infância, são os mesmos hipócritas que amanhã querem acusar e condenar o Papa pelos erros dos outros! Se a sociedade está do jeito que está, lembremo-nos: fomos NÓS que a fizemos assim!
Hoje um(a) jovem de 12, 13 anos tem mais malícia que eu! Ai minha santa infância! Como eu dancei ao som de “Balão Mágico”! Aos 12 anos eu ainda jurava que Papai Noel e Coelhinho da Páscoa existiam; eu discutia e brigava feio com quem afirmasse o contrário. Aos 15 anos eu ainda sentava no chão depois do colégio para montar Lego! E como eu gostava de ver o Jaspion[1] na TV Manchete! Eles hoje sabem de muito mais coisas que eu nessa idade.
Não estou aqui defendendo nem encobertando erros como o do Monsenhor de Arapiraca, mas daí aquele jovem de 19 anos de idade dizer que sentia nojo de estar na cama do sacerdote é um pouco demais. Tenha paciência! Em primeiro lugar alguém com 13 ou 14 anos já sabe o que é certo e errado, que se dirá de um homem de 19 anos! Além do mais não vi nenhuma cara de insatisfação por parte do jovem em questão no vídeo que assisti quando ele estava em suas práticas com o sacerdote.
Coitadinhos dos adolescentes de hoje! São tão inocentes! Ser virgem hoje é cafona! E essas “pulseirinhas da amizade” coloridas? Uma graça não é? Mas quando arrebentadas dão o direito àquele que a arrebentou a fazer diversas coisas. Cada cor corresponde a uma ação que vai desde um selinho ou uma passada de mão à sexo oral! Quanta inocência! Afinal isso é que é cultura! É isso que eles estão aprendendo na escola. Até porque se não aprenderem a matemática ou a química, não tem problema algum: o governo garante a eles a aprovação automática! E eles serão nossos médicos, engenheiros, psicólogos de amanhã. Quem sabe um deles não vire presidente, não é mesmo companheiro leitor?
Mas voltando ao problema da crise na Igreja, qualquer pessoa sensata sabe que tal crise nem de longe está relacionada à pedofilia. Ou será que a pedofilia é MONOPÓLIO da Igreja Católica? Culpam o celibato. E os senhores e senhoras, chefes de família, com filhos, que não são celibatários, ou seja, que praticam sexo e que cometem a pedofilia? Seria isso também culpa do celibato e da Igreja? E os turistas internacionais que compram pacotes de viagem para o Nordeste brasileiro, com jovens menores já inclusas no seu pacote de férias, alimentando assim o turismo sexual, isso também é culpa da Igreja? Mas a mídia explora esses casos? Ah… não! Atacar a Igreja dá mais ibope, aumenta a audiência e vende mais jornais e revistas.
Não creio que o problema da Igreja e do clero hoje seja com a pedofilia, mas sim com o homossexualismo. Aqui esbarramos mais uma vez na HIPOCRISIA da sociedade hodierna. Vivemos numa sociedade que faz apologia ao homossexualismo; que ensina aos nossos jovens desde cedo que ser “gay” é normal; numa sociedade onde se o reitor de um seminário expulsar o candidato ao sacerdócio (seminarista) por ser homossexual ele pode ser preso! Numa sociedade que ostenta seu orgulho “gay” em paradas.
Não é irônico que a sociedade que defende o homossexualismo, seja a mesma sociedade que quer condenar um padre por ser homossexual? Não faço aqui nenhuma apologia ao homossexualismo eclesiástico, só quero levantar o seguinte questionamento: que moral tem essa sociedade INÍQUA para condenar um padre que tenha uma fraqueza ou uma inclinação dessa natureza?
É engraçado. Dizem por aí: “o padre é um homem comum como qualquer outro”. Pois é, só que quando ele faz as coisas que um “homem comum” faz, logo os hipócritas de plantão se erguem ardilosamente prontos para condená-lo.
O mundo perdeu a fé! Bem disse Jesus: “Mas, quando vier o Filho do Homem, acaso achará fé sobre a terra?” (Lc 18,8). Desde quando o sacerdote era tratado como um homem comum? Em parte isso é culpa da própria Igreja! Jesus fundou a Igreja e a deixou no meio do mundo, não para ela se conformar ao mundo (“Não vos conformeis com este mundo” – Rm 12,2), mas para Evangelizá-lo, ensiná-lo, orientá-lo. Numa tentativa de “dialogar” com o mundo em constante mudança o que a Igreja ganhou com isso? A Igreja cedeu e cedeu muito para se aproximar do mundo moderno. Escancarou as portas e deixou a mundanização entrar. E o mundo cedeu o que para a Igreja? Nada! Absolutamente nada!
Diziam que a Missa em Latim afastava o povo. Um padre de costas, rezando numa língua que ninguém sabe; isso precisava mudar, pois afastava o povo da Igreja. Ironicamente os jovens de hoje cantam em inglês, desenham ‘mangás’[2] e tatuam letras japonesas e sei lá mais o que pelo corpo, e não tem problema nenhum com isso. Mas coitadinhos! Eles tem problemas em aprender o Latim e o Canto Gregoriano. Realmente é muito mais difícil dizer a Salve Regina do que listar todas as ‘digievoluções’ dos Digimons[3] ou quantos tipos de Zords[4] diferentes tem os Power Rangers[5].
Mudaram a Missa para atrair mais fiéis. Ganhamos o que com isso? Uma evasão tremenda! O Mundo era Católico. Agora há uma proliferação de seitas diferentes a cada dia que passa. O padre agora tem que sambar no altar, porque Missa boa é a Missa que é animada. E a Missa, em muitos lugares, virou forró!
O Sacerdote usava sua batina. Ao longe já se sabia: vem o padre aí! Um missionário de Deus. As crianças acorriam ao bom sacerdote para pedir a bênção e ganhar um santinho ou uma balinha. Não que a veste mude o caráter de ninguém, mas como ele estava OBRIGADO a usar aquele roupão preto em TEMPO INTEGRAL, creio que isso o obrigava a pensar duas vezes antes de se comportar levianamente ou freqüentar determinados lugares. Mas alguém achou que um padre de batina ficava “muito distante do povo”.
O padre precisava ser mais acessível para que as pessoas sentissem que o padre é humano como elas. EIS O RESULTADO: o padre moderno retirou a batina e deixou aflorar a humanidade: com isso ele se aproximou dos fiéis. Alguns levaram ao pé da letra e se aproximaram demais, se é que me faço entender. Os padres modernos saem pra boates, bares, shows… fumam, bebem… porque a SOCIEDADE HIPÓCRITA reclama do que está acontecendo? Não foi ela mesma que pediu que os padres fossem mais “acessíveis”?
Ta aí! Estão todos acessíveis! Até eu tirei a minha batina. Acharam que eu parecia muito arrogante e antiquado usando minha batina preta e meu barrete. “Ninguém mais usa isso, você vai ser o único diferente no meio dos padres”, me disseram. Sofri deboches, comentários depreciativos, perseguição e até ameaça de não ser ordenado padre por causa da minha batina e do meu gosto pela Missa Tradicional em Latim.
Usar batina e rezar em latim não pode. Mas freqüentar lugares impróprios para sacerdotes, ser pedófilo ou homossexual ou, quem sabe, comprar um imóvel de 2 Milhões de Reais, desnecessariamente, desfalcando o caixa da Arquidiocese isso pode? Irônico não? Fui chamado de louco por usar uma batina. Quem está louco agora?
Muita coisa mudou… o mundo mudou… a Igreja mudou! O respeito ao Sagrado era impecável. As senhoras de saias comportadas e véus. Os senhores usavam ternos ou roupas sociais para a Missa. Hoje elas se despem cada vez mais e eles vão de hawaianas e bermudas para a Missa. A desculpa é o calor. Só o povo sente calor não é mesmo? O padre tem que estar coberto com todos os paramentos e celebrar assim mesmo, mas o povo, coitado, sente calor.
O espírito de sacrifício, de mortificação morreu. Hoje todos querem o bem-estar!
Oferecer a Deus o cansaço, o calor, ou qualquer incômodo em espírito de sacrifício e renúncia? “Ah isso é coisa da idade média!” é o que dizem. Por isso vivemos num mundo DOENTE! Essa sociedade está na UTI! Vivemos num mundo de almas tíbias! Não são capazes de nenhum tipo de mortificação! Por isso até a Missa tem que se tornar agradável ao público, como se fosse um espetáculo de circo. Quando isso acontece Deus deixa de ser o centro da liturgia e o homem assume esse lugar: “o homem é deus para o homem” (Ludwig Feuerbach[6]).
E o silêncio e o respeito pelas coisas sagradas, por onde andam? A Igreja hoje se transformou num clube social. Um local de encontro semanal para se “colocar as fofocas em dia”, tomar conta da vida alheia, ou qualquer outra atividade, menos para rezar. Duvido que se ouvia um “pio” sequer no interior de uma Igreja antigamente. Hoje parece uma feira. É um falatório interminável dentro dos nossos templos antes e depois das Missas.
Alguém sabe de cor os cantos antigos? Uma ladainha? Todos os católicos de hoje sabem rezar um terço de cor ou a oração do Ângelus? Não! Mas o que aconteceu no capítulo da novela de ontem, sabem na ponta da língua.
A Eucaristia, o Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Nosso Senhor eram tratados com dignidade. O Sacrário ficava no centro da Igreja, no altar. Hoje Jesus foi retirado para uma capela lateral. Sua presença no centro das igrejas impedia o povo de conversar. Era preciso colocar Deus numa capela lateral para dar mais espaço para o homem. Claro é mais fácil retirar o sacrário do que educar, catequizar, doutrinar.
A comunhão era recebida de joelhos. Por motivos óbvios! Diante de Deus, a melhor atitude é a de adoração. No Antigo Testamento, ao simples som do nome de Deus, os israelitas já se prostravam com o rosto em terra. Nós que temos a presença do próprio Deus Vivo, na Eucaristia, o recebemos de pé, e pior: nas mãos!
O zelo pelas coisas de Deus era impressionante. Numa época considerada “atrasada” como a Idade Média, por exemplo, foram construídas maravilhas de templos como Chartres ou Notre Dame. Hoje com toda nossa tecnologia, arquitetura e engenharia se fazem igrejas cada vez mais feias. O mesmo vale para os paramentos, que passaram dos brocados e rendados ao liso-sem-graça; até os vasos sagrados sofreram perdas: os cálices modernos são os mais feios possíveis. Porque essa derrocada na arte litúrgica?
A desculpa é a mesma sempre: “Jesus foi simples, então temos que fazer coisas simples”. Bobagem! Jesus também foi judeu, e nem por isso somos judeus. Isso é falsa humildade! Demagogia! Muitos que falam essa frase ensaiada e pronta “Jesus foi simples” são os primeiros a terem o carro do ano e a viajarem todo ano para a Europa. E os que não fazem isso só não o fazem, por que não tem condições, pois se um dia tiverem farão o mesmo.
Ou seja, para SI o melhor, mas pra Deus, o que for mais simples. A liturgia DEVE ser ESPLENDOROSA SIM, porque é feita para o Rei dos Reis! Tem que se usar sedas e brocados mesmo! Tem que se usar ouro sim! Os melhores incensos também! É uma manifestação de fé. Tratar a liturgia de qualquer maneira passa para os outros (quem não é cristão) uma imagem de desleixo, mostra que nem sequer acreditamos no que celebramos. Aliás, será que os cristãos de hoje – o clero inclusive – acredita mesmo no que celebra?
Enfim, adianta agora reclamar do que está acontecendo na Igreja e no mundo? Ou será que pensamos que a “crise da Igreja” começou agora com os casos de pedofilia? A crise já existe há muito tempo! Ela foi instaurada nos anos 60 e fomos nós (Igreja) que a alimentamos. Agora sofremos as conseqüências. Com razão o Papa Paulo VI afirmou:
“Por alguma brecha a fumaça de Satanás entrou no templo de Deus. […] Acreditava-se que, depois do Concílio, viria um dia de sol para a história da Igreja. Em vez disso, veio um dia de nuvens, de tempestade, de escuridão, de busca, de incerteza. Pregamos o ecumenismo, e nos distanciamos sempre mais dos outros. Procuramos cavar abismos em vez de aterrá-los. Como aconteceu isso? Confiamo-vos um Nosso Pensamento: houve a intervenção de um poder adverso. Seu nome é o Diabo”
(Paulo VI, Discurso em 29 de Junho de 1972)
Nestes tempos de trevas, só uma palavra tem me alimentado a esperança: “et portæ inferi non prævalebunt adversum eam” – “e as portas do inferno não poderão vencê-la” (Mt 16,18).
Senhor, tende piedade de nós e aumentai a nossa fé!
Rio de Janeiro, 23 de Abril de 2010
Festa de São Jorge
[1] Seriado Japonês famoso nos anos 80.
[2] ‘Cartoons’ (desenhos) típicos do Japão.
[3] Desenho animado Japonês, sucesso entre os jovens.
[4] São robôs gigantes, utilizados para batalhas num seriado Estadunidense famoso.
[5] Seriado Estadunidense popular entre as crianças e os adolescentes.
[6] Filósofo Alemão, 1804-1872.
FONTE

terça-feira, 20 de abril de 2010

VIDEO: 3º Segredo de Fátima será revelado por Bento XVI



O Papa chora – as profecias começam a se cumprir

Ontem recebi o e-mail de um brasileiro que vive na Itália já há alguns anos, e freqüenta uma paróquia assistida por um bispo que reside em Roma. Este bispo lhe falou que noutro dia, durante o café da manhã, viu Sua Santidade, o Papa Bento XVI chorar ao saber de mais notícias de escândalos de padres pedófilos e homossexuais. Isso me chocou de início, pois parece que é a alma da gente que é atingida pela mesma dor e não há como não se emocionar, e mais que isso, chorar junto.

A própria figura do Santo Padre, com tanta idade e de aparência tão frágil, evoca na gente a necessidade de proteção, e sei que cada bom católico gostaria de estar agora junto dele, para levar-lhe palavras de ânimo e de consolo. Como isso não é possível a todos, devemos levar a ele o conforto superior das orações, porque estas são como flechas certeiras, pois atingem diretamente ao inimigo, e acabrunham suas atividades tolhendo as suas ações maléficas. Sim, isso evita em grande parte que o demônio possa agir sobre as pessoas que atacam Sua Santidade, tanto pelos milhares de calunias que lhe atiram injustamente, quanto pelos crimes cometidos por estes que deveriam ser modelos de santidade e vida.

Ontem os jornais noticiavam que na Inglaterra, dois ateus convictos decidiram arrumar meios de prender o nosso Papa, alegando incúria na condução dos casos de padres com problemas de pedofilia, dizendo que o acobertamento destes crimes é causa de prisão. Bem, a verdade é que, qualquer pessoa que ouça o que diz um ateu, ou não está bem da cabeça, ou está mal diante de Deus. O fato inegável é que nenhum ser humano inteligente, nenhuma criatura inteligente, pode prescindir de um Deus, uma religião. Isso está profundamente inserido na essência dos seres inteligentes, de modo que podemos afirmar como aquele meu amigo, simples pedreiro, me falou noutro dia: quem nega a existência de Deus, ou se acha o próprio ou é um asno!

Foram estas exatamente as palavras que ele usou. E eu concordo! Embora a dureza do termo final. De fato, para um ser racional negar a existência de um Criador de tudo o que existe é preciso que ele abalroe a própria essência de si, negando-se a si mesmo. Quem diz que Deus não existe é mais ou menos como se dissesse: eu não existo! Isso faz da pessoa não somente um insensato, mas alguém perigoso, a quem não se deve dar ouvidos, em absolutamente nada do que fala. Neste caso dos dois ateus ingleses, eles fazem papel de ridículos, até porque qual o tribunal neste mundo que acatará uma denúncia contra o Santo Padre, sob alegações sem fundamento nem base?

Como toda a minha vida de leitura, sempre que topei com artigos ou livros escritos por hereges, de ateus, e desde a mais tenra infância sempre me acudiu um sentimento como de repugnância, que nunca me permitiu avançar muito nas páginas. O ateu é um sujeito extremamente orgulhoso, é tão orgulhoso como o próprio Lúcifer, o qual, mesmo vendo seu Deus a quem serviu, e mesmo sabendo de seu poder infinito, ainda assim como que negou todas estas coisas, querendo sobrepor-se ao próprio Criador. Chama-se a isso, orgulho cego, bestializante, que faz da pessoa um infeliz. Além do que, todo ateu é um insuportável, pois todo orgulhoso o é.

Pois é todo tipo de gente deste quilate – e que late, e como late – que se julga no direito de apontar seu dedo sujo contra o Papa, naquilo que se está tornando uma obsessão da fera. Isso tudo é um sinal claro de que a ordem de destruição da Igreja, pela destruição de sua cabeça – atingindo a figura do Santo Padre – parte do anticristo e seus seguidores. Como Nossa Senhora falou, dia 19 do mês passado a fera decidiu arrasar a Igreja católica, porque ela sabe que esta é a única entidade do planeta que é capaz de lhes fazer frente, e não somente isso, os derrotar. E sabem então que derrubando a cabeça o tronco torna-se inservível, ou de pouca eficácia.

Óbvio está que Deus não dorme, e se antecipa aos condutores da ruína e certamente já adotou mecanismos que irão barrar os efeitos destes ataques. Como sempre tenho insistido, no fundo todas estas pedras atiradas contra a Igreja de Cristo, não são um mal e sim um bem. Se você acerta uma pedrada num tronco que começa a apodrecer, os abalos que ele sofre tendem a fazer cair as partes danificadas. E com isso, e com milhares de pedradas, a verdade é que a Igreja está sendo lapidada e assim se apronta para receber o Noivo que chega, já bela e purificada, pois são extirpadas dela todas as podridões que a maculavam.

Por outro lado, para os algozes da Igreja, para os apedrejadores de mão suja – e de alma torpe – tais pedradas não são como destinadas a um corpo podre e sim a um corpo vivo, corpo que sangra, e está vivo. E como no martírio de Santo Estevão, os respingos de sangue já mancharam as vestes do apedrejadores. E cada gota de sangue deste, mais do que uma flecha incandescente acabará por voltar-se contra os algozes, e não demora o dia em que a terra estará juncada de cadáveres dos inimigos de Deus, da Igreja e de toda a humanidade. Porque estes dardos atingirão com força dobrada os que querem implantar aqui o reino de satanás, reino de mentira e de ódio, porque um inflama o outro e ambos cegam os homens, fazendo deles novos demônios. Assim, as pedras contra a Igreja derrubarão aquilo que nela estiver apodrecido, enquanto os dardos extinguirão e para sempre os planejadores do império do terror.

E assim, não devemos temer nada, absolutamente nada! Em minha resposta ao leitor de Itália, eu disse a ele que o Santo Padre não deveria chorar, de forma alguma, antes deveria alegrar-se, porque assim nos pediu o próprio Jesus quando disse por Lucas 21, 28 Quando começarem a acontecer estas coisas, reanimai-vos e levantai as vossas cabeças; porque se aproxima a vossa libertação. O fato é que ele, mais do que ninguém, sabe que nos aproximamos dos dias finais deste mundo podre e de mentira, onde ateus e atoas, de todos os tamanhos e quilates, que muito latem e rosnam, tentam transformar o mundo num palco dos demônios. A cegueira dos condutores da destruição é de tal forma acentuada, que eles já não percebem o perigo que chega. E chega fulminante sobre as cabeças deles.

Por outro lado, não é somente o Papa que chora, e chora como lamento devido a tantos insensatos que denegriram o nome da Igreja Católica com seus escândalos. Tanto o falecido Papa João Paulo II quando o Papa atual sempre atuaram fulminantes contra estes crimes, e a palavra tolerância zero foi usada por um e outro. Não só a palavra, como as ações. O que se verifica é que o império da mentira que satã tenta edificar sobre este planeta, não se dá conta de que é ínfima a participação da Igreja – por alguns maus em seu interior – contra a escalada gigantesca da pedofilia e do homossexualismo entre a sociedade civil. De fato, se for para prender e exterminar com todos os que praticam crimes desta natureza, ou teríamos as prisões abarrotadas de celerados, ou o planeta juncado de cadáveres. Sim, coloque nesta conta o número dobrado ou triplicado, dos casos em que não há denuncia, e que não constam das estatísticas oficiais.

O próprio Deus chora com estes desmandos – dentro e fora da Igreja, e mais dentro dela – porque é um Deus sensível cuja Majestade Suprema é ofendida ao extremo. É inexplicável ao entendimento humano, que Deus não aja fulminante contra os que cometem estes crimes, e tem tido esta infinita paciência especialmente quanto aos seus servos. Nenhum ser humano, por mais paciente e amoroso que seja, seria capaz de suportar tantos desafios como Deus, e assim desde mais de sete mil anos desde Adão até hoje. Eu mesmo, não sei quantas vezes e minha vida eu pensei, que se estivesse no lugar de Deus, teria já exterminado com Adão, pelo paraíso que ele nos roubou e para evitar todo este desvario, estes rios de pecados e de sangue que entopem e encharcam nosso planeta. Mal sabia eu que se estivessem em lugar de Adão faria o mesmo, ou pior.

Neste momento em que começo a escrever, abro a internet e vejo uma notícia de que a casa onde o Santo Padre nasceu, na Alemanha, amanheceu com a porta pichada com uma frase negativa, segundo a polícia tendo relação com os escândalos da pedofilia que abalam agora a Igreja. Isso até eu julgaria normal, tendo em vista que moleques para pichar existem aos milhões, não só no Brasil, mas na Europa inteira esta chaga social é aberta. O que me chocou na mesma notícia é que segundo “pesquisas” ¼ parte dos católicos alemães cogita abandonar a Igreja Católica, devido aos mesmos crimes. E aqui a coisa fica mais grave!

Mas vejam, ao invés de eu lamentar este abandono – como pareceria natural – de imediato meu pensamento se focou na outra ponta da realidade. O fato de estes ditos católicos abandonarem a Igreja devido aos escândalos é sinal claro de que eles também fazem parte do setor podre da Igreja – maus católicos – e que junto com os que cometem tais nefandos pecados precisam também ser eliminados, para que sobre apenas a parte sadia do tronco, que pode ser reparada então. Eles na realidade não são católicos bons, até porque o estado de abandono das Igrejas na Alemanha rica, prega contra eles. São efetivamente poucos – embora valentes – os católicos fiéis na Alemanha, no topo desta lista o Santo Padre o Papa Ratzinguer.

Na realidade a Alemanha já nem se pode dizer católica hoje, porque se deixou quase paganizar, e embora tenha talvez o mais vigoroso testemunho de fé de toda a Europa - suas Igrejas, Catedrais, Universidades, obras de arte e patrimônio cristão – na outra ponta está na linha de frente do ateísmo, da revolta, coisa que vem desde Lutero. E hoje em quase todas estas Igrejas, milhares delas, e catedrais impressionantes, já não ressoa mais o canto solene de uma fé pujante, mas o eco mudo da decadência, o hino fúnebre, o réquiem da ignominiosa morte da fé. Minhas raízes vêm de lá, da parte antes comunista da Alemanha, mas felizmente nosso sangue ainda continua aqui a manter o germe da antiga força e vigor cristão, trazido pelos nossos antepassados. E ele pulsa e vibra por esta Igreja, que quanto mais parece morrer, mais vive.

Eu não estranharia nada, assim, se em todo mundo milhares de ditos católicos – que de católico guardam apenas o nome, a etiqueta – viessem a deixar a Igreja tendo em vista os escândalos de uma parte ínfima de seus padres. Afinal, como a reação dos maus católicos da Alemanha – que é a de fuga na tempestade iminente – também por aqui nós veremos alguns maus católicos pulando da barca de Pedro, loucamente. E digo isso, porque mal sabem eles que com isso aliviam a mesma Barca, a única que irá aportar em porto seguro, porque tem Pedro como sinal visível, a única que tem Maria como Comandante, a única que tem Jesus Cristo como General Timoneiro. Afinal, Jesus não construiu duas barcas, e desde o início pescava apenas na barca de Pedro.

É então, não com medo, nem com lágrimas, nem com ataques que devemos enfrentar a tempestade que chega, e sim com a corrente vigorosa do Rosário, arma esta que parece a mais canhestra de todas, mas que possui o poder de fogo mais devastador que existe, e que jamais foi inventado neste planeta. Ao invés de fugir, as boas famílias católicas devem agora é se unir em torno do seu Pedro e em linha cerrada de oração. Porque somente a oração move o coração e a mão poderosa do Eterno Pai, também Ele ferido mais do que nunca em seu amoroso coração, eis que espera pela nossa atitude de amor e fé. Com o Rosário em família, poderemos derrotar os mais bem armados e arrogantes exércitos do planeta.

Sim, porque os maus se fiam no poder de seus exércitos, como está em Isaías 31, 1 Ai daqueles… que contam com a cavalaria, que se fiam no número de carros e no valor dos cavaleiros, em vez de voltarem seus olhares para o Santo de Israel e de consultarem o Senhor. E se de um lado os bons e aliados de Deus são poucos, e se armados até mesmo de canhões e metralhadoras fariam papel ridículo diante da pujança dos inimigos, verdade é que a batalha física, por fragorosa e troante que seja, é apenas pálido reflexo da batalha que se desenrola ao nível dos espíritos. E as armas humanas não atingem os demônios – artífices e verdadeiros comandantes do ataques contra a Igreja – enquanto a arma poderosa do Rosário é mortal, porque acabrunha e inibe as ações dos inimigos.

Qualquer pessoa de bom senso, com um mínimo de inteligência e uma gota de razão percebe que todos estes ataques centrados contra o Papa são orquestrados, obedecem a um plano claro de destruição da Igreja para tomar de assalto o Trono de Pedro. Qualquer católico minimamente bem informado compreende pelas mensagens de alerta a nós passadas pelo Céu, através dos bons profetas atuais, sabe que existe dentro da própria Igreja uma trama que tem por alvo derrubar o Papa, a fim de colocar na Igreja uma doutrina diferente daquela que nos foi legada pelos nossos pais. Então o que cabe agora, aos católicos valentes, fiéis e orantes é confiar na Misericórdia de Deus e mais do que nunca se agarrarem na Igreja. Com seus terços na mão.

Porque assim está previsto em Isaias 10 19 Restarão tão poucas árvores em sua floresta, que um menino poderá contá-las. 20 Naquele tempo, o restante de Israel e os remanescentes da casa de Jacó deixarão de apoiar-se naquele que os fere, mas apoiar-se-ão com confiança no Senhor, o Santo de Israel. 21 Um resto voltará, um resto de Jacó, para o Deus forte. 22 Ainda que teu povo fosse inumerável como a areia do mar, dele só voltará um resto. A destruição está resolvida, a justiça vai tirar a desforra. 23 Esta sentença de ruína o Senhor Deus dos exércitos executará no centro de toda a terra. E hoje, sem dúvida, Roma, o Vaticano é o centro da terra. O centro das atenções de todo mundo.
Então nós apenas devemos intensificar nossas orações pelo Santo Padre, para que fortalecido por elas ele posso levar até o fim a missão que lhe foi confiada por Deus. A gente sabe que no final ele mesmo sairá no momento de Deus, para que se cumpram as profecias e satanás se assente naquela cadeira por algum tempo, tentando se fazer passar por Deus. Mas como falta muita coisa a fazer ainda, temos a certeza de que, embora todos estes ataques, o Santo Padre resistirá ainda muito tempo, até que tudo esteja pronto para o holocausto deste planeta, causado pela loucura dos maus. Porque como as previsões bíblicas anunciam, no final veremos apenas um resto de pessoas, os que triunfarão definitivamente sobre o mal, sobre o inferno e toda a sua malta. Só o demônio e os homens maus que se fizeram seus é que desejam a destruição da raça humana.
Porque o anticristo, o devastador, como está em Daniel 11, Dirigirá novamente sua fúria contra a santa aliança, tomará medidas contra ela, fazendo um pacto com aqueles que a abandonarem. 31 Tropas sob sua ordem virão profanar o santuário, a fortaleza; farão cessar o holocausto perpétuo e instalarão a abominação do devastador. Está bem claro, o santuário e a fortaleza é o Vaticano onde se encontra o Papa. O Holocausto é a Missa, a Eucaristia, que será suprimida pelos maus, por um tempo, como está dito em Daniel 9, 27 Concluirá com muitos uma sólida aliança por uma semana e no meio da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; sobre a asa das abominações virá o devastador, até que a ruína decretada caia sobre o devastado.

Entretanto, por um tempo, o anticristo, como está em Daniel 11, 32 Submeterá, com suas lisonjas, os violadores da aliança, mas a multidão daqueles que conhecem seu Deus manter-se-á firme e resistirá. 33 Os homens doutos desse povo instruirão um grande número; mas, durante algum tempo, perecerão pela espada, fogo, cativeiro e pilhagem. 34 Enquanto forem caindo dessa maneira, serão um tanto amparados; e um bom número unir-se-á hipocritamente a eles. 35 Muitos desses sábios sucumbirão, a fim de que sejam provados, purificados e branqueados até o termo final; ora, esse final só chegará no tempo marcado.

Estas explicações em parte já se encontram no nosso livro A CAMINHO DO FIM, mas volto a reforçá-las. Daniel é um profeta para o nosso tempo.  Neste texto acima ele nos avisa que o anticristo virá com lisonjas, mentiras, e cativará muitos cardeais e bispos e os submeterá ao seu serviço, eis os violadores da aliança. Hipócritas, que hoje se mostram vistosos diante do mundo, mas já estão firmemente presos pelas garras de satanás. Isso acontece já hoje a olhos vistos. O que está acontecendo também com a Igreja, senão a purificação e o branqueamento dela, senão também a nossa purificação que se dará por algum tempo, porque isso não durará por muito tempo. Nós devemos estar preparados para enfrentar ainda muitos rigores, porque pela mesma trama passou Jesus e tudo se repete, com a Igreja e com cada um que quer se manter fiel.
Como está no livro citado, depois do aparecimento do anticristo, ele dará ao mundo certo tempo, enquanto suas hostes preparam os últimos detalhes de seu diabólico plano. Já hoje, os governos das nações – o nosso inclusive – preparam as bases da ditadura do anticristo, e então, quando ele dominar sobre todas as nações, não precisará ele mesmo ditar novas leis, porque tudo está sendo preparado, vejam o plano de “direitos humanos” que este mau governo quer nos impingir. E posso lhes garantir, com certeza absoluta, sem margem alguma de erro, todo católico, tenha a idade que for, tenha o título que seja e que não percebe o ardil em que este governo nos está armando, e ainda assim votar nele, já é um fiel soldado do anticristo. É de todo um cego, ou conivente.
Porque o inimigo, quando assumir, fará como está dito em Daniel 11, 36 O rei fará então tudo o que desejar. Ensoberbecer-se-á, elevar-se-á no seu orgulho acima de qualquer divindade; proferirá até coisas inauditas contra o Deus dos deuses; prosperará até que a cólera divina tenha chegado ao seu termo, porque o que está decretado deverá ser executado. Ou seja, até que a ruína caia sobre o devastador, como previu o mesmo profeta. Ele trará então para o planeta, sete meses de horror, porque quer fazer cumprir o ideal de Lúcifer, querendo provar a Deus que o homem somente poderá ser regido pelo terror, pela ditadura sanguinária, pelo ódio animalesco e brutal, sem o que jamais servirá a Deus. Mas temos na palavra do profeta a garantia plena de que no final nós venceremos. E vejam…
Estas palavras fortes do Apocalipse de Daniel nos remetem ao “tempo mui distante” predito a ele, onde todas estas coisas aconteceriam. Como está em 12, 7 Então ouvi o homem vestido de linho, que estava em cima do rio, jurar, levantando para o céu sua mão esquerda bem como sua mão direita: pelo eterno vivo, será num tempo, tempos e na metade de um tempo, no momento em que a força do povo santo for inteiramente rompida, que todas estas coisas se cumprirão. 8 Ouvi essas palavras, mas sem entendê-las. Meu senhor, perguntei, qual será a conclusão de tudo isso? 9 Vamos, Daniel, respondeu; esses oráculos devem ficar fechados e lacrados até o tempo final. 10 Muitos serão limpos, acrisolados e provados. Os ímpios agirão com perversidade, mas nenhum deles compreenderá, enquanto que os sábios compreenderão. 11 Desde o tempo em que for suprimido o holocausto perpétuo e quando for estabelecida a abominação do devastador, transcorrerão mil duzentos e noventa dias.
Aqui o profeta anuncia que a força do povo santo será rompida, ou seja, parecerá que tudo está perdido, e que o mundo não tem mais salvação e está em definitivo nas mãos de satanás e seus seguidores terrenos. Isso, porém, se dará por um curto espaço de tempo, não porque Deus agirá diretamente para destruir os devastadores, mas porque eles mesmos, na pressa e na cegueira, acabarão por exterminar-se. Claro, que muitos bons irão sucumbir como também está predito, porque para extirpar o imenso volume de joio que ameaça hoje sufocar a boa plantação, é impossível sem que algumas plantas de Deus sejam arrancadas também. Mas o sangue destas – sua vida – servirá de estopim para a conversão de milhares destes hoje algozes…
Uma coisa é certa, tão clara como a esplendida aurora surgirá depois de toda esta tempestade: a vitória dos filhos e das filhas de Deus sobre o império fabuloso do mal, será de tal modo, arrasadora, que dos devastadores não sobrará nem raiz, nem ramos, nem brotos, nem folhas, nem vestígios. Toda esta linha de sangue maldito, dada a todo tipo de confabulação, da sedição, da intriga, da mentira torpe, da calúnia – como o fazem agora contra o Papa – capaz dos mais sanguinários procedimentos, dos mais hediondos crimes, como possuir-se do desejo de matar mais de seis bilhões de seres humanos, como se isso fosse uma singela e amorosa necessidade para o bem de todos e a felicidade dos que restarem irá desaparecer. E fulminada!
Não há como conceber um mundo, onde existam pessoas que perseguem e matam os bons, quando são apenas eles que constroem para a perpetuação. Em vista disso, sumirão da face do planeta todos os filhos do ódio, a raça bastarda dos filhos dos homens, cuja maldade é incontornável, é ingênita a sua perversidade, pois que jamais seus pensamentos mudarão (Sab 12, 10). Há um germe ruim no sangue de muitos povos da terra, cujos procedimentos se equiparam aos dos demônios, e que se não for eliminado da face do planeta, jamais os filhos de Deus encontrarão aqui a paz. E podem, desde já, cantar seu canto fúnebre, seu réquiem de ódio, os ateus todos do mundo, como os dois “cientistas” ingleses que querem prender o papa.
De fato, podem esgarçar suas bocarras até rasgar as orelhas de tanto gritar, mas seu germe furibundo vai se extinguir, e o será por força do ódio deles mesmos. Força dos milhões de Ave Maria que partirão de nossos singelos terços, força arrasadora capaz de mudar toda a face do planeta, força, entretanto invisível, mas poderosa, porque tornada eficaz pelas mãos de Maria. Que bradem agora os incrédulos até morrem engasgados no próprio ódio; que atirem desde agora todas as pedras que tiverem contra Igreja, enquanto é tempo deles. Porque quando esgotar seu estoque, quando terminar seu arsenal de ódio e mentira, quando esgotar-se sua baba venenosa – porque alimentada pelos dentes da serpente – no mesmo ato sucumbirão eles mesmos, vitimados pelo horror de si próprios.
Eis o que acontecerá com os que se julgam invencíveis e que aliados ao inferno em seu estertor, pensaram ser possível desafiar a Deus e saírem vitoriosos. De fato, tudo o que fazem agora é fabricar redes para se enredarem, e cordas para se enforcarem. Os astros que eles abalaram tentando fazer uma estrela para Lúcifer irão destruir em um átimo de tempo seu império financeiro, e no mesmo instante fulminar o poder de seu exército. As doenças e vírus que eles fabricaram para contaminar os povos e elimina-los acabarão por voltar-se contra eles mesmos, porque tais vírus irão selecionar exatamente os filhos do horror, porque os filhos da bênção – com Deus ao seu lado – terão a garantia dos sacramentais do céu. Enfim, o veneno que eles fabricaram para derramar sobre as populações indefesas será o repasto que os alimentará quando a terra os engolir, embora muito a contragosto! Deveria vomitá-los!
Assim, se você amigo leitor também chora junto com Sua Santidade o nosso querido Papa Bento XVI, se também lamenta pela nossa Igreja, tão apedrejada hoje, lembre que o tempo não é de prantos, mas de mãos a obra. Não pegue as espadas, mas sim empunhe seu rosário. Reze em família, reúna os seus, comece com uma Ave Maria, dali a uma dezena, e prepare-se porque virá o tempo em que quem quiser sobreviver terá de rezar 10 rosários por dia. Lágrimas não pagam os impostos e lamentos não resolvem problemas, orações sim, embora a imensa maioria não entenda este mistério. É o que nos resta e o que devemos fazer agora, a começar de hoje.
Em suma, nada de medos nem de desesperos. Se o seu filho, sua filha, seu esposo, sua esposa ou seu amigo não se converte, não se desespere, cubra-o de Ave Maria. Cubra-o com orações confiantes, e jamais Deus permitirá que ele se perca. Porque agora é tempo não de pensar em salvar o corpo e sim a alma. Quem quiser salvar sua vida irá perdê-la disse Jesus. Isso significa que ele pode até vir a se salvar, ganhar o Céu, mas não terá a graça de viver a nova vida, entre delícias, ainda aqui nesta terra.
E haverá delícia maior do que viver uma vida de paz, sem atiradores de pedra? Sem perseguidores da Igreja e do Papa? Sem governos corruptos? Sem ladrões de todos os quilates? Sem mentirosos de todos os tipos e tamanhos? Sem gente desejando o mal, odiando, transformando a vida na terra neste quase inferno? Sem ateus e outros atoas? Haverá delícia maior que poder ver seus filhos e netos crescerem como rebentos novos, numa terra de esplendores? Num mundo onde todos terão tudo, e do bom e do melhor, sem mendigos, sem pobres e desamparados? Um mundo sem dor, sem doença de espécie alguma, sem sofrimentos e sem tristezas?
Pois se prepare para isso. Está mais perto do que você imagina, basta um toque de mão, um romper de cortinas. Será esplêndido o porvir, vale a pena lutar por ele. De fato, quem não lutar por ele, não terá direito de aqui viver. Quer isso? Então empunhe seu Rosário, reúna sua família e reze. Comecem os esposos! (Aarão)
De Francisco, um dos videntes de Fátima: Eu vi o Santo Padre numa casa muito grande, de joelhos diante de uma mesa, com as mãos no rosto a chorar; fora da casa estava muita gente e uns atiravam-lhe pedras, outros rogavam-lhe pragas e diziam-lhe muitas palavras feias. Coitadinho do Santo Padre, temos que pedir muito por ele!”
fonte: www.recadosaarao.com.br

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Religiosos denunciam campanha contra o Papa após escândalos

“Campanha grosseira” e “maquinação”: com estas palavras diversos religiosos da Igreja Católica denunciaram neste sábado no jornal Osservatore Romano e na Rádio Vaticano as acusações que envolvem o Papa nos escândalos de pedofilia que acometem o clero europeu.
O jornal oficial do Vaticano, o Osservatore Romano, na edição de domingo, critica “os ataques caluniosos e a campanha de difamação construída em torno do drama dos abusos cometidos por padres”.
Sob o título “Uma propaganda grosseira contra o Papa e os católicos”, a publicação cita “as mensagens de solidariedade a Bento XVI que chegam do mundo inteiro”, nas quais “diversos bispos expressam apoio ao Papa por suas ações a favor da verdade e pelas medidas tomadas para evitar uma repetição desses crimes”.
O jornal cita em particular o cardeal André Vingt-Trois, arcebispo de Paris, que durante a missa da Quinta-feira Santa denunciou “uma ofensiva que tem como objetivo desestabilizar o Papa e, através dele, a Igreja Católica”.
Apontou particularmente a “imprensa audiovisual que celebra a Páscoa da sua forma, concentrando durante a Semana Santa as críticas contra a Igreja e à fé cristã”.
O jornal do Vaticano cita também o teólogo e poeta monsenhor Bruno Forte, arcebispo de Chieti (Itália), que antevê uma “escalada da cristianofobia, preconceitos e “ataques injustos” contra a Igreja que está “instrumentada, inclusive quando enfrenta corajosamente temas como o dos abusos promovidos por pedófilos”.
Na Rádio Vaticano, o cardeal Severino Poletto, arcebispo de Turim, onde o Santo Sudário será exposto a partir de 10 de abril, indignou-se neste sábado com a tentativa de “afetar a grande figura intocável de Bento XVI, que sempre foi claro e intransigente sobre esses temas”.
Além disso, a imprensa vaticana cita diversas declarações, como a do chefe do Episcopado espanhol, de arcebispos do México e de Lima, como também do cardeal e arcebispo de Edimburgo, entre outros lugares.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Pedófilos – Quem?

Abaixo seguem dois artigos, muito ponderados, sobre a questão da pedofilia, tão em voga hoje na mídia. O segundo é um artigo insuspeito, porque parte de uma pessoa que se diz agnóstico, portanto não acredita em Deus, como creria numa Igreja? Mas vem em defesa dela… Coisa que poucos católicos fazem!

Como já coloquei em outros artigos, o que acontece aqui é um escandaloso cinismo, repugnante, maquiavélico e ordinário, de pessoas que merecem exatamente os mesmos epítetos: repugantes, maquiavélicos, ordinários… Há aqui milhões de dedos sujos, apontando nos outros os crimes que eles mesmos praticam. Bradam e berram não em proveito coletivo e da moral, mas sim para afastar os concorrentes.

Ninguém defende aqui os escândalos da pedofilia e do homossexalismo, e muito menos entre os padres da nossa Igreja. Entretanto vejam, tanto os pedófilos, quanto os homossexuais, se calam ardilosamente quando se trata de defender o outro lado, enquanto bradam blasfêmias quando se trata dos civís. E claro, não defendo nem um nem outro, muito pelo contrário. Pecado é pecado, e estes dois são tão horrendos que nem os demonios o conseguem presenciar.

Cinismo hediondo, quando sabemos que milhões de crianças são violentadas em todo mundo, dentro de suas casas, vítimas silenciosas – e silenciadas sob todo tipo de ameaça – dos próprios pais e mães, tios, parentes, primos e sobrinhos. O que acontece numa favela onde dormem 10 ou 20 pessoas num cubículo de menos de 10 metros quadrados, casais transando no meio das crianças? Se isso tudo fosse revelado, o mundo inteiro tremeria escandalizado. Mas disso ninguém fala.

Noutro dia, um funcionário do Congresso, me falou que é inimaginável a cadeia de escândalos neste sentido, que acorre lá nos altos escalões. Não é a toa que de lá pugnam tanto por estas leis do pecado, e quando falam em pedofilia – algo que nao chega talvez a 10% do total destes escândalos – é justamente para esconder a avalanche que segue na linha do homossexualismo, do adultério e de todo tipo de crime e de pecados contra o sexto mandamento. Igual problema acontece na mídia, na TV, que no fundo trabalha a favor disso tudo.

Verdade é que, calam-se convenientemente muitos pastores, rabinos, e líderes religiosos de mil congregações, quando dentro de seus quadros a praga é a mesma e quiça com maior intensidade. E que se dirá da academias, fisiculturismo e outras práticas, onde prolifera a promiscuidade? Mas de todos os lados partem pedradas, e a vidraça é uma só: a da Igreja Católica! Querem fazer crer que é só na Igreja que isso acontece, o que é regpuganante.

Pois bem, duas coisas: 1ª Deus sempre tira uma obra boa, de uma ação torpe do diabo, ele que está por trás de tudo isso! 2ª – Enquanto os cães ladram, a caravana passa, diz o ditado. Quero dizer: enquanto os outros atiram pedras na Igreja, ela se purifica, tira fora os podres, livra-se da lama e se prepara para a última tempestade. Que quando chegar, encontrará esta camarilha de atiradores de pedras, todos afundados até o pescoço na lama onde já chafurdam.

Por isso gritamos daqui: Viva Sua Santidade o Papa Bento XVI. O sorriso com que ele enfrenta esta camarilha, basta para sentir sua firmeza, e o consciência que ele tem do fim destes verdadeiros bandidos. Seus profundos conhecimentos da Igreja, da sua Doutrina e da verdadeira Teologia, desmontam e esmagam os maus teólogos e falsos doutores da lei, que o odeiam de morte. Estes ordinários é que o querem ver no chão. Que aguardem, cairão muito antes eles! Porque…

A Igreja restará de pé, e só ela, na sua parte purificada e redimida. Quando Jesus chegar novamente, haverá, em toda a terra apenas um entidade de pé, porque a única sobre a Rocha de Jesus: ela se chama Igreja Católica Apostólica Romana. No mais, no mundo inteiro, sem nenhuma excessão, terá sido reduzido a zero. Quem viver, verá!

Pedófilos, quem?
João Augusto Rdrigues,
Jornal O Liberal – Belém
A imprensa tem reproduzido nos últimos dias, em todo o mundo, notícias veiculadas por grandes jornais dos Estados Unidos e da Europa que associam alguns padres católicos ao repugnante crime da pedofilia. Além disso, a maior parte das notícias se impregna de uma ferocidade cega e avança com insinuações malévolas e acusações infamantes contra a Igreja Católica e o Papa Bento XVI.

O jornalismo, praticado muitas vezes de forma ligeira, preguiçosa e inconseqüente, buscando o sensacionalismo não procura se aprofundar na análise do problema. Casos ocorridos há dez, vinte ou trinta anos são resgatados com fortes cores de escândalo como se fossem ocorrências recentes. Denúncias são tornadas públicas de forma leviana contra o Sumo Pontífice para tentar incriminá-lo, como se fosse ele o responsável por tais atos vergonhosos ou aos culpados oferecesse o apoio da Igreja Católica.

A pedofilia é um crime ignominioso e inaceitável em qualquer circunstância. É uma conduta indesculpável, parta de quem partir ou ocorra onde e quando ocorrer. Mas o que fazem as numerosas reportagens veiculadas nos últimos dias, quando tratam dos crimes trazidos recentemente à tona na Europa se não confundir e vilipendiar o Papa Bento XVI? Quem acompanhou o noticiário ficou com a dolorosa impressão – se católico – de que a Igreja agiu de forma a desculpar e justificar tais atos.

Um jornalismo mais sério e responsável, ao contrário, deveria saudar a atitude do Santo Padre, que não hesitou em escrever uma carta plena de coragem e dignidade ao clero irlandês,
condenando os abusadores naquele país, pedindo perdão às vítimas e esperando que a justiça cumpra o seu papel. A atitude corajosa do Sumo Pontífice nem de longe tem sido acompanhada pela maior parte dos jornalistas e dos críticos, incapazes de separar a histeria anti-católica da verdade criminal.

Para ilustrar esse raciocínio segue um dado interessante, tanto mais que restrito ao país do cardeal Ratzinger. Na Alemanha foi comprovado que houve , desde 1995, 210 mil denúncias de abusos a menores. Dessas 210 mil, 300 envolveram de alguma forma padres católicos. Ou seja, menos de 0,2%. Isso significa que, por serem poucos, esses casos devem ser minimizados? Longe disso. Já disse e repito: um único caso que seja de pedofilia é sempre vergonho e imperdoável.

O problema é que se está procurando partir de casos isolados para engrossar uma campanha de descrédito e de infâmia contra a Igreja Católica e seus dignitários, tornando mais profundo o difuso anti-catolicismo ocidental que já vai se tornando um dos inexplicáveis fenômenos do nosso tempo.

Nos Estados Unidos, onde as estatísticas têm mais credibilidade, já se constatou que a presença de pedófilos, é de duas a dez vezes mais alta entre os pastores protestantes do que entre os padres católicos. De qualquer forma, muito maior que o envolvimento de líderes religiosos (católicos ou protestantes) é, por exemplo, o de professores de ginástica e treinadores de equipes esportivas juvenis, muitos deles casados.

Da mesma forma, relatórios periódicos do governo norte-americano indicam que cerca de dois terços dos abusos sexuais contra crianças não vêm de estranhos ou de educadores, sejam eles padres ou pastores, mas de familiares – padrinhos, tios, primos, irmãos e, infelizmente, até pais, muitos deles também casados.

Esses dados vêm derrubar a opinião de alguns anti-católicos, que tentam atribuir ao celibato a causa do problema. Uma atitude mais séria e responsável recomendaria um estudo mais profundo para lhe descobrir as origens e criar no seio da sociedade os mecanismos capazes de preveni-lo. Exatamente o contrário do que tem sido feito, buscando-se cobrir de desonra a Igreja Católica, cuja doutrina abraça os melhores valores da nossa civilização.
Para citar este texto:
Rdrigues, João Augusto – Jornal O Liberal – Belém – “Pedófilos, quem?”
MONTFORT Associação Cultural
http://www.montfort.org.br/index.php?secao=imprensa&subsecao=mundo&artigo=pedofilos-quem&lang=bra
OUTRO ARTIGO
http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/8988-escandalos-de-pedofilia-a-guerra-subliminar-entre-o-laicismo-e-o-cristianismo
* Escândalos de Pedofilia: A guerra subliminar entre o laicismo e o Cristianismo.

março 26th, 2010
do Corriere de la Sera,Jornal Italiano
por Marcello Pera, Filósofo, agnóstico e senador.

A questão dos sacerdotes pedófilos ou homossexuais, que rebentou recentemente na Alemanha, tem como alvo o Papa. E, dadas as enormidades temerárias da imprensa, cometeria um grave erro quem pensasse que o golpe não acertou no alvo – e um erro ainda mais grave quem pensasse que a questão morreria depressa, como morreram tantas questões parecidas. Não é isso que se passa. Está em curso uma guerra.
Não propriamente contra a pessoa do Papa porque, neste terreno, tal guerra é impossível: Bento XVI tornou-se inexpugnável pela sua imagem, pela sua serenidade, pela sua limpidez, firmeza e doutrina; só aquele sorriso manso basta para desbaratar um exército de adversários. Não, a guerra é entre o laicismo e o cristianismo.
Os laicistas sabem perfeitamente que, se aquela batina branca fosse tocada, sequer, por uma pontinha de lama, toda a Igreja ficaria suja, e se a Igreja ficasse suja, suja ficaria igualmente a religião cristã. Foi por isso que os laicistas acompanharam esta campanha com palavras de ordem do tipo: «Quem voltará a mandar os filhos à igreja?», ou «Quem voltará a meter os filhos numa escola católica?», ou ainda: «Quem internará os filhos num hospital ou numa clínica católica?» Há uns dias, uma laicista deixou escapar uma observação reveladora: «A relevância das revelações dos abusos sexuais de crianças por parte de sacerdotes mina a própria legitimação da Igreja Católica como garantia da educação dos mais novos.»
Pouco importa que semelhante sentença seja desprovida de qualquer base de prova, porque a mesma aparece cuidadosamente latente: «A relevância das revelações»; quantos são os sacerdotes pedófilos? 1%? 10%? Todos? Pouco importa também que a sentença seja completamente ilógica; bastaria substituir «sacerdotes» por «professores», ou por «políticos», ou por «jornalistas» para se «minar a legitimação» da escola pública, do parlamento, ou da imprensa.
Aquilo que importa é a insinuação, mesmo que feita à custa de um argumento grosseiro: os sacerdotes são pedófilos, portanto a Igreja não tem autoridade moral, portanto a educação católica é perigosa, portanto o cristianismo é um engano e um perigo. Esta guerra do laicismo contra o cristianismo é uma guerra campal; é preciso recuar ao nazismo e ao comunismo para se encontrar outra igual. Mudam os meios, mas o fim é o mesmo: hoje, como ontem, aquilo que se pretende é a destruição da religião. Ora, a Europa pagou esta fúria destrutiva ao preço da própria liberdade.
É incrível que sobretudo a Alemanha, que bate continuamente no peito pela memória desse preço que infligiu a toda a Europa, se esqueça dele, hoje que é democrática, recusando-se a compreender que, destruído o cristianismo, é a própria democracia que se perde. No passado, a destruição da religião comportou a destruição da razão; hoje, não conduz ao triunfo da razão laica, mas a uma segunda barbárie.
No plano ético, é a barbárie de quem mata um feto por ser prejudicial à «saúde psíquica» da mãe. De quem diz que um embrião é uma «bola de células», boa para fazer experiências.
De quem mata um velho porque este já não tem família que cuide dele.
De quem apressa o fim de um filho, porque este deixou de estar consciente e tem uma doença incurável.
De quem pensa que progenitor «A» e progenitor «B» é o mesmo que «pai» e «mãe».
De quem julga que a fé é como o cóccix, um órgão que deixou de participar na evolução, porque o homem deixou de precisar de cauda. E por aí fora…
Ou então, e considerando agora o lado político da guerra do laicismo contra o cristianismo, a barbárie será a destruição da Europa. Porque, eliminado o cristianismo, restará o multiculturalismo, de acordo com o qual todos os grupos têm direito à sua cultura. O relativismo, que pensa que todas as culturas são igualmente boas. O pacifismo, que nega a existência do mal.
Mas esta guerra contra o cristianismo seria menos perigosa se os cristãos a compreendessem; pelo contrário, muitos deles não percebem o que se está a passar. São os teólogos que se sentem frustrados com a supremacia intelectual de Bento XVI. Os bispos indecisos, que consideram que o compromisso com a modernidade é a melhor maneira de atualizar a mensagem cristã.
Os cardeais em crise de fé, que começam a insinuar que o celibato dos sacerdotes não é um dogma, e que talvez fosse melhor repensar essa questão. Os intelectuais católicos que acham que a Igreja tem um problema com o feminismo e que o cristianismo tem um diferendo por resolver com a sexualidade. As conferências episcopais que se enganam na ordem do dia e, enquanto auguram uma política de fronteiras abertas a todos, não têm a coragem de denunciar as agressões de que os cristãos são alvo, bem como a humilhação que são obrigados a suportar por serem colocados, todos sem descriminação, no banco dos réus. Ou ainda os chanceleres vindos do Leste, que exibem um ministro dos negócios estrangeiros homossexual, ao mesmo tempo que atacam o Papa com argumentos éticos; e os nascidos no Ocidente, que acham que este deve ser laico, que o mesmo é dizer anti-cristão. A guerra dos laicistas vai continuar, quanto mais não seja porque um Papa como Bento XVI sorri, mas não recua um milímetro.
Mas aqueles que compreendem esta intransigência papal têm de agarrar na situação com as duas mãos, não ficando de braços cruzados à espera do próximo golpe. Quem se limita a solidarizar-se com ele, ou entrou no horto das oliveiras de noite e às escondidas, ou então não percebeu o que está ali a fazer.»
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